A gentil carona, ao posto de gasolina.
Era o dia do passeio, diferente dos outros dias eu acordei bem mais cedo, naquela manhã minha mãe ao menos bateu agudamente na porta. Levantei pulando da minha cama, me arrumei, peguei uma mochila com tudo que eu precisava e sai lentamente do meu quarto para não acordar ninguém. Fui ao banheiro, escovei os dentes, e olhei-me um pouco no espelho como sempre.
- A espinha estava sumindo, acho que a pomada que passei fez realmente efeito. – Falei para mim mesmo, e já sai do banheiro, as escadas velhas de casa faziam rugidos estranhos não queria acordar ninguém, não queria escutar sermões de meu pai que não estava feliz em eu ir ao passeio, descendo as escadas contando cada passo, me deparo com o retrato da família destacado na parede, parei por uns segundos olhando fixamente para ela.
No retrato meu pai abraçava minha mãe e com um beijo na bochecha tirava um longo sorriso dela, enquanto minha irmã que no retrato estava com oito anos pulava puxando os braços de meu pai, e eu como sempre ao lado sorrindo e quieto. Aquilo me fez ter recordações e lembranças maravilhosas, mas o que eu estava pensando? Ficaria apenas três dias fora. Retomei meu cauteloso percurso e desci as escadas, ia em direção a porta quando olho para o lado, meu pai estava sentado na sua poltrona.
- A espinha estava sumindo, acho que a pomada que passei fez realmente efeito. – Falei para mim mesmo, e já sai do banheiro, as escadas velhas de casa faziam rugidos estranhos não queria acordar ninguém, não queria escutar sermões de meu pai que não estava feliz em eu ir ao passeio, descendo as escadas contando cada passo, me deparo com o retrato da família destacado na parede, parei por uns segundos olhando fixamente para ela.
No retrato meu pai abraçava minha mãe e com um beijo na bochecha tirava um longo sorriso dela, enquanto minha irmã que no retrato estava com oito anos pulava puxando os braços de meu pai, e eu como sempre ao lado sorrindo e quieto. Aquilo me fez ter recordações e lembranças maravilhosas, mas o que eu estava pensando? Ficaria apenas três dias fora. Retomei meu cauteloso percurso e desci as escadas, ia em direção a porta quando olho para o lado, meu pai estava sentado na sua poltrona.
- Já vai? – Perguntou levantando. – Por que não acordou sua mãe?
-Sim, estou saindo, e não a acordei para não incomodar.
- Tome cuidado Alan, está cidade que você diz ir não está no mapa, se você se per... – Interrompi o velho com um abraço, apertando seus ombros eu falei.
-Sim, estou saindo, e não a acordei para não incomodar.
- Tome cuidado Alan, está cidade que você diz ir não está no mapa, se você se per... – Interrompi o velho com um abraço, apertando seus ombros eu falei.
- Não se preocupe meu velho, eu volto em três dias. – Larguei meu pai e o olhei, seus olhos chamuscavam implorando para responder-me, mas ele ficou quieto, então me despedi e sai.
Abri a porta e olhando para traz deixei meu pai com sua fase triste e preocupada, acho que ele não queria que eu fosse, mais os pais são sempre assim ele tem que entender que já tenho 17 anos, quando abri o portão de casa logo na esquina vejo o carro do pai do Marcus , eram eles acenei com a mão direita levando nos ombros minha pesada mochila. Marcus parou o carro e saiu, pulando e sorrindo, abrindo o porta malas ele falava.
- Cara que tanta coisa.
- Cara que tanta coisa.
- É vamos ficar três dias na festa, aqui tenho tudo que preciso. - Coloco a mochila no porta-malas com a ajuda de Marcus eu o fecho com força, assim que estava tudo em seu lugar Marcus entra no carro, eu abri a porta de trás e entrei, atrás estava Rique e Elisa, Dani se encontrava logo na frente com Marcus.
- Oi para todos. – Falei empolgado levando minhas duas mãos no encosto do banco da frente;
- Oi Alan, ta com o mapa ai? - Eu olhei para a Dani, peguei o mapa do meu bolso e dei-o em sua mão.
- Achou a fazenda no mapa? – Perguntou Rique.
- Oi para todos. – Falei empolgado levando minhas duas mãos no encosto do banco da frente;
- Oi Alan, ta com o mapa ai? - Eu olhei para a Dani, peguei o mapa do meu bolso e dei-o em sua mão.
- Achou a fazenda no mapa? – Perguntou Rique.
- Sim, mas o deu trabalho. – Dando partida no carro, saímos em direção ao paraíso de três dias, estávamos muito animados, e a estrada era longa ate chegar na Fazenda. Elisa olhava para a janela calada mal olhou para mim, eu peguei em seu braço puxando a sua atenção
- Lisa por que esta assim?
- Nada esquece, não estou mais brava. – Falou como se eu não estivesse lá.
- Então olhe pelo menos para mim, quando falar.
- Lisa por que esta assim?
- Nada esquece, não estou mais brava. – Falou como se eu não estivesse lá.
- Então olhe pelo menos para mim, quando falar.
- É coloca uma musica para abaixar o clima tenso destes dois pombinhos, eu não quero ficar no meio deles e levar pancada.
- Rique não esta vendo que eu to falando com a Elisa. – Respondi o engraçadinho, mas ela ao menos ligou, apenas respondeu com um tom de arrogância.
- Tudo bem Alan, não temos nada pra falar, coloca um som bem agitado, vamos começar a curtir dês de agora. Marcus pega um cd de vídeo clipe e coloca no som
http://www.youtube.com/watch?v=5abamRO4
Dani abre o teto solar e Elisa se coloca pra fora, ela estava bem animada, nós fomos dando altas gargalhadas e se divertindo, acabando com uma caixa de isopor cheia de bebidas alcoólicas, ate que se passam 2 horas e meia, dês de que saímos de casa.
- O tempo esta para virar vai chover. – Falou Lisa, olhando para fora da janela.
- O tempo esta para virar vai chover. – Falou Lisa, olhando para fora da janela.
- Não falei isso, estamos entrando na serra litorânea, é cheio de curvas perigosas e rodeada de mata fechada.
- Está com medinho Dani? – Perguntou Rique ironicamente.
- Idiota, é claro, estamos no meio do nada, e se chover podemos ate se envolver em acidentes. - Assim que Dani fala, eu olho para o céu e começam a cair finas gotas que logo começaram a ficar mais fortes.
- A que merda começou realmente a chover. – Exclamei fechando os vidros, enquanto Elisa fala abraçando os próprios braços.
-É isso, me da calafrios.
- Calma Elisa eu a de proteger você. – Rique fala abraçando e se jogando em cima de Lisa.
- Rique se depender de você as meninas morrem, me passa mais uma cerveja Alan. – Marcus falava olhando para atrás, deixando.
- Cala a boca e vira pra frente Marcus. – Dani puxava a blusa de Marcus, para o mesmo olhar a pista.
- É Marcus olha pra... - Antes que eu terminasse de falar um animal enorme cruza a estrada.
- Está com medinho Dani? – Perguntou Rique ironicamente.
- Idiota, é claro, estamos no meio do nada, e se chover podemos ate se envolver em acidentes. - Assim que Dani fala, eu olho para o céu e começam a cair finas gotas que logo começaram a ficar mais fortes.
- A que merda começou realmente a chover. – Exclamei fechando os vidros, enquanto Elisa fala abraçando os próprios braços.
-É isso, me da calafrios.
- Calma Elisa eu a de proteger você. – Rique fala abraçando e se jogando em cima de Lisa.
- Rique se depender de você as meninas morrem, me passa mais uma cerveja Alan. – Marcus falava olhando para atrás, deixando.
- Cala a boca e vira pra frente Marcus. – Dani puxava a blusa de Marcus, para o mesmo olhar a pista.
- É Marcus olha pra... - Antes que eu terminasse de falar um animal enorme cruza a estrada.
CUIDADO MARCUS! - Ele tenta desviar, mas era inútil, o carro começa a girar, eu não consegui ver nada foi tudo tão rápido. Mas Marcus puxa o freio de mão e o carro para violentamente.
- Ah! O que foi isso, estão todos bens?
- Ah! O que foi isso, estão todos bens?
- Acho que sim Rique, Elisa, Daniella vocês estão bem?
- Sim. – Dani respondeu com uma das mãos a cabeça.
- O que atropelamos? – Perguntou Elisa com um corte pequeno em sua testa e Rique ignorante como sempre respondeu.
- Parece um cavalo.
- É um veado, mas que ignorância. – Dani responde com ironia. – Tanto músculo para pouco celebro. - Marcus tentava dar partida no carro, mas nada adiantava ao menos ligava;
- Que droga, a mangueira que passa gasolina pro motor do carro deve ter quebrado, não esta girando a gasolina, assim não poderemos sair daqui.
- Como sairemos desse fim de mundo? - Eu estava meio perplexo com a situação, não estava afim de escutar o debate de Rique e Dani para ver o que realmente era o animal atropelado, então pego o mapa para ver onde tinha um posto mais próximo.
- Olha tem um posto de gasolina não tão longe, vamos andar até lá e pedir ajuda.
- Andar nesta chuva? Alan você ficou maluco, eu que não vou. – Dani logo falou, antes mesmo de eu a chamá-la
- Sim. – Dani respondeu com uma das mãos a cabeça.
- O que atropelamos? – Perguntou Elisa com um corte pequeno em sua testa e Rique ignorante como sempre respondeu.
- Parece um cavalo.
- É um veado, mas que ignorância. – Dani responde com ironia. – Tanto músculo para pouco celebro. - Marcus tentava dar partida no carro, mas nada adiantava ao menos ligava;
- Que droga, a mangueira que passa gasolina pro motor do carro deve ter quebrado, não esta girando a gasolina, assim não poderemos sair daqui.
- Como sairemos desse fim de mundo? - Eu estava meio perplexo com a situação, não estava afim de escutar o debate de Rique e Dani para ver o que realmente era o animal atropelado, então pego o mapa para ver onde tinha um posto mais próximo.
- Olha tem um posto de gasolina não tão longe, vamos andar até lá e pedir ajuda.
- Andar nesta chuva? Alan você ficou maluco, eu que não vou. – Dani logo falou, antes mesmo de eu a chamá-la
- Então eu e o Rique vamos procurar ajuda, você Dani fica aqui com o Marcus e com a Elisa.
- Não eu também vou. – Arregalei meus olhos, Elisa queria ir, ela começou falar com uma voz firme
- Eu quero ir não vou ficar aqui parada.
Eu não consegui dizer não para Elisa, Então Eu, Rique e Elisa saímos do carro, A chuva era tensa e forte, coloquei o mapa no bolso e começamos a andar, Dani acenava com a mão gritando para ir logo, enquanto Marcus chutava o capo do carro com raiva pelo veado ter amassado ele intero devido a batida, eu continuava olhando para trás e eles iam sumindo com uma intensa neblina.
- Não eu também vou. – Arregalei meus olhos, Elisa queria ir, ela começou falar com uma voz firme
- Eu quero ir não vou ficar aqui parada.
Eu não consegui dizer não para Elisa, Então Eu, Rique e Elisa saímos do carro, A chuva era tensa e forte, coloquei o mapa no bolso e começamos a andar, Dani acenava com a mão gritando para ir logo, enquanto Marcus chutava o capo do carro com raiva pelo veado ter amassado ele intero devido a batida, eu continuava olhando para trás e eles iam sumindo com uma intensa neblina.
- Vamos com calma, pois a visibilidade não esta muito boa e a serra é cheia de precipícios.
- Isso Lisa vamos com calma. - Andamos cerca de meia hora, estávamos com a respiração acelerada devido à água da chuva, quando eu olho e vejo uma cabana caindo aos pedaços com bombas de gasolina na frente, era o posto.
- Credo será que isso ainda funciona. - Eu vi a cara que a Elisa fez enquanto falou.
- Acho que sim, só entrando para saber. – Respondi. O posto era realmente velho, abrimos sua porta e encima havia um pequeno sino que tocava quando a porta era aberta.
- Que merda, tem até sino na porta. – Falou Rique, com nojo do lugar, mas me surpreendi, do lado de dentro havia uma roda de pessoas em varias mesas, o local estava realmente cheio.
- De onde essa gente saiu? – Perguntou Rique surpreso. – Esperava ver um xilindró vazio e com moscas por todo lado.
- Cala boca Rique. – Falou Elisa, e eu sussurrando respondo.
- As moscas já têm.
Um homem de aparência abatida se aproximou da gente ele começou a falar, mais era difícil entender sua boca estava com uma ferida enorme que dava nojo de olhar
- Não aparece muitos jovens assim por aqui, o que querem?
- É que nosso carro quebrou a mais ou menos meia hora daqui e queremos ajuda. - Elisa foi falando enquanto eu e Rique olhávamos para as vitrines da loja
- Entendo! Mas não posso ajudar vocês, não tenho caminhonete e a chuva esta muito forte, não querem sentar e saborear uma das nossas comidas. - Eu olhava nos vidros que atrás tinham cabeças de porcos, lingüiças e carnes com moscas voando ao redor, aquilo deram nojo.
- Não senhor nós realmente não estamos com fome. - Eu peguei na mão de Elisa e sentamos em uma mesa, Rique logo veio atrás e sentou perto de nós e começou
- Acho melhor irmos, já esta tarde e aqui ninguém vai nos ajudar.
- E voltar pra chuva? Não vamos esperar um pouco.
- Isso Lisa vamos com calma. - Andamos cerca de meia hora, estávamos com a respiração acelerada devido à água da chuva, quando eu olho e vejo uma cabana caindo aos pedaços com bombas de gasolina na frente, era o posto.
- Credo será que isso ainda funciona. - Eu vi a cara que a Elisa fez enquanto falou.
- Acho que sim, só entrando para saber. – Respondi. O posto era realmente velho, abrimos sua porta e encima havia um pequeno sino que tocava quando a porta era aberta.
- Que merda, tem até sino na porta. – Falou Rique, com nojo do lugar, mas me surpreendi, do lado de dentro havia uma roda de pessoas em varias mesas, o local estava realmente cheio.
- De onde essa gente saiu? – Perguntou Rique surpreso. – Esperava ver um xilindró vazio e com moscas por todo lado.
- Cala boca Rique. – Falou Elisa, e eu sussurrando respondo.
- As moscas já têm.
Um homem de aparência abatida se aproximou da gente ele começou a falar, mais era difícil entender sua boca estava com uma ferida enorme que dava nojo de olhar
- Não aparece muitos jovens assim por aqui, o que querem?
- É que nosso carro quebrou a mais ou menos meia hora daqui e queremos ajuda. - Elisa foi falando enquanto eu e Rique olhávamos para as vitrines da loja
- Entendo! Mas não posso ajudar vocês, não tenho caminhonete e a chuva esta muito forte, não querem sentar e saborear uma das nossas comidas. - Eu olhava nos vidros que atrás tinham cabeças de porcos, lingüiças e carnes com moscas voando ao redor, aquilo deram nojo.
- Não senhor nós realmente não estamos com fome. - Eu peguei na mão de Elisa e sentamos em uma mesa, Rique logo veio atrás e sentou perto de nós e começou
- Acho melhor irmos, já esta tarde e aqui ninguém vai nos ajudar.
- E voltar pra chuva? Não vamos esperar um pouco.
- Desculpe interromper a conversa de vocês, mais estão precisando de ajuda? - Era um Homem não muito velho, mas com uma aparência horrível estava sujo e mantinha um sorriso que vamos se disser nada agradável
- É precisamos de ajuda sim.- Respondi a gratidão do homem caipira, mas não percebi quando um segundo homem se aproxima perto de Lisa.
- Hum! Você é bem gostosinha venha aqui vem. - Outro homem com a mesma aparência do primeiro ele logo se encostou a Lisa, eu se levantei e coloquei Lisa atrás de mim Rique levanta também.
- Cale-se Torico você não esta vendo que eu quero ajudar nossos amigos aqui. - Os dois começam a rir, eu não estava gostando nada disso.
- Fale pro Jôir arrumar o guincho vamos descer a serra e concertar o carro deles.
- Tudo bem Thomas, mas a chuva está forte, vamos garotos não se intimidem por nos sermos pobres não fazemos mal a ninguém. - Eu não tinha gostado deles, parecia suspeito, mais concordamos não tínhamos escolha. Entramos na caminhonete, ela estava toda suja de terra e mato.
- Desculpem ela estar neste estado agente sobe o morro pra colher pés de banana.
- Não, nós não se importamos. - Sentei na frente junto com a Elisa, Rique foi atrás, do lado dele sentou o mesmo cara que estava com o que se ofereceu a ajudar, a caminhonete foi descendo as ladeiras da serra, o homem que estava atrás não parava de sorrir com aqueles dentes todos amarelos e nojentos Rique parecia se afastar mais e mais do Homem, enquanto o motorista não parava de olhar para Elisa, eu então puxei assunto
- Vocês moram aqui há quanto tempo?
- Rapas dês de que isso era tudo floresta nada disso existia, morava eu meu irmão e meu primo junto com nossa velha mãe que Deus atenha
- Seu primo, onde esta seu primo? – Perguntei, olhando para Rique que fazia gestos de desconfiança, Elisa estava calada.
- Frederik, um amoroso garoto ele mora nas colinas a uns cinco quilômetros daqui, e vocês são de onde ?
- É precisamos de ajuda sim.- Respondi a gratidão do homem caipira, mas não percebi quando um segundo homem se aproxima perto de Lisa.
- Hum! Você é bem gostosinha venha aqui vem. - Outro homem com a mesma aparência do primeiro ele logo se encostou a Lisa, eu se levantei e coloquei Lisa atrás de mim Rique levanta também.
- Cale-se Torico você não esta vendo que eu quero ajudar nossos amigos aqui. - Os dois começam a rir, eu não estava gostando nada disso.
- Fale pro Jôir arrumar o guincho vamos descer a serra e concertar o carro deles.
- Tudo bem Thomas, mas a chuva está forte, vamos garotos não se intimidem por nos sermos pobres não fazemos mal a ninguém. - Eu não tinha gostado deles, parecia suspeito, mais concordamos não tínhamos escolha. Entramos na caminhonete, ela estava toda suja de terra e mato.
- Desculpem ela estar neste estado agente sobe o morro pra colher pés de banana.
- Não, nós não se importamos. - Sentei na frente junto com a Elisa, Rique foi atrás, do lado dele sentou o mesmo cara que estava com o que se ofereceu a ajudar, a caminhonete foi descendo as ladeiras da serra, o homem que estava atrás não parava de sorrir com aqueles dentes todos amarelos e nojentos Rique parecia se afastar mais e mais do Homem, enquanto o motorista não parava de olhar para Elisa, eu então puxei assunto
- Vocês moram aqui há quanto tempo?
- Rapas dês de que isso era tudo floresta nada disso existia, morava eu meu irmão e meu primo junto com nossa velha mãe que Deus atenha
- Seu primo, onde esta seu primo? – Perguntei, olhando para Rique que fazia gestos de desconfiança, Elisa estava calada.
- Frederik, um amoroso garoto ele mora nas colinas a uns cinco quilômetros daqui, e vocês são de onde ?
- Somos de Sorocaba aqui do estado mesmo.
- Vieram de tão longe para que?
- Vamos à Fazenda Valesco, é que vai haver uma festa.
- Não esta tão longe, daqui. - Conversamos vários minutos ele parecia ser gente boa, ate chegarmos no carro, a chuva estava parando. Déssemos-nos juntos da caminhonete e não vimos Marcus e Dani.
- Onde estão os dois? - Quando Elisa pergunta, do carro sai os dois meio desarrumados
- O que estavam fazendo? – Pergunta Lisa chocada.
Os dois Homens descem do carro, o que dirigia coloca um boné, e cuspindo uma coisa nojenta ao chão, pega uma chave inglesa e retruca para o mais baixo e estranho, que ele chamava de Torico;
- Torico pega as ferramentas, por que vamos ter um longo trabalho.
- Vieram de tão longe para que?
- Vamos à Fazenda Valesco, é que vai haver uma festa.
- Não esta tão longe, daqui. - Conversamos vários minutos ele parecia ser gente boa, ate chegarmos no carro, a chuva estava parando. Déssemos-nos juntos da caminhonete e não vimos Marcus e Dani.
- Onde estão os dois? - Quando Elisa pergunta, do carro sai os dois meio desarrumados
- O que estavam fazendo? – Pergunta Lisa chocada.
Os dois Homens descem do carro, o que dirigia coloca um boné, e cuspindo uma coisa nojenta ao chão, pega uma chave inglesa e retruca para o mais baixo e estranho, que ele chamava de Torico;
- Torico pega as ferramentas, por que vamos ter um longo trabalho.
Fim do cap 2

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