O pesadelo Começa.
Estava na cara o que Marcus estava fazendo com a Dani dentro do carro, Elisa vai em direção dos dois olhando para Dani falou com voz alta
- Dona Daniela por isso que não quis vir conosco.
- Dona Daniela por isso que não quis vir conosco.
- Não é isso é que sabe, estávamos sozinhos e rolou
- Calma Elisa não foi nada de mais. - O Marcus falando e com ela, mas ela não queria saber estava brava, ate eu fiquei meio assim, agente saio na chuva passamos por varias coisas e esses dois ai, mas não importa.
- Ei Senhor, o que você pode fazer com o carro. - Eu falei com o Homem que andou erguendo as sobrancelhas com um ar de mistério.
- Bom garoto, pelo que vi aqui não tem conserto a não ser que você compre peças novas que só encontrará daqui mais ou menos uns 100 quilômetros.
- O que? – Marcus gritava desesperado. - Você ficou louco esse carro é do meu pai, se eu não chegar com ele em casa meu pai vai me matar.
- Fiz o possível, mas não adianta. – Reforçou com um tom de certeza, o velho olhava sem parar para as garotas, o que me dava certa desconfiança.
- Calma Marcus o senhor ai fez o possível por nos, mas como vamos chegar na fazenda. – Rique comenta ainda meio calado.
- Magrelo, seu nome é Alan não é garoto?
- Sim.
- Vamos para aquelas bandas vocês não querem carona? - Quando o Homem me falou olhei rapidamente para os meus amigos que balançaram a cabeça concordando
- Calma Elisa não foi nada de mais. - O Marcus falando e com ela, mas ela não queria saber estava brava, ate eu fiquei meio assim, agente saio na chuva passamos por varias coisas e esses dois ai, mas não importa.
- Ei Senhor, o que você pode fazer com o carro. - Eu falei com o Homem que andou erguendo as sobrancelhas com um ar de mistério.
- Bom garoto, pelo que vi aqui não tem conserto a não ser que você compre peças novas que só encontrará daqui mais ou menos uns 100 quilômetros.
- O que? – Marcus gritava desesperado. - Você ficou louco esse carro é do meu pai, se eu não chegar com ele em casa meu pai vai me matar.
- Fiz o possível, mas não adianta. – Reforçou com um tom de certeza, o velho olhava sem parar para as garotas, o que me dava certa desconfiança.
- Calma Marcus o senhor ai fez o possível por nos, mas como vamos chegar na fazenda. – Rique comenta ainda meio calado.
- Magrelo, seu nome é Alan não é garoto?
- Sim.
- Vamos para aquelas bandas vocês não querem carona? - Quando o Homem me falou olhei rapidamente para os meus amigos que balançaram a cabeça concordando
- Sim, vamos temos que ir pra festa. – Elisa concorda indo em direção ao carro, eu não pude falar nada apenas acompanhei.
- Então subam na caminhonete, Torico pegue a corrente do guincho para arrastarmos o carro.
- Então subam na caminhonete, Torico pegue a corrente do guincho para arrastarmos o carro.
- Sim Thomas como quiser. - Aquele homem era diferente do outro ele tinha um olhar mais profundo dava medo de ficar olhando para ele, seu olhar sempre desviava para Dani e Elisa e eu só observava parecia que só eu percebia, mas não queria alertar ninguém, pois eles estavam sendo tão gentis.
Entramos todos no Carro e mantivemos silencio enquanto Marcus olhava para trás checando seu carro que mais parecia sucata pelo amassado. Rique e Marcus sentaram junto com o velho que se chamava Torico atrás, enquanto Elisa e Dani estavam á frente junto comigo, o carro deu partida e com dificuldade e peso subiu a serra cantando pneu. O Silencio reinava, não falamos nada por vários minutos, até que o homem que dirigia quebra o silencio.
- Nesta época do Ano veados atravessam com mais freqüência as pistas, esses tempo muitos viajantes sofrem acidentes, por isso gostamos de ajudar.
- Espera ai, o velho do posto falou que era raro aparecer pessoas de outras regiões por aqui. – Elisa fala espantada olhando para mim, eu logo percebo a movimentação do homem com a cabeça, parecia nervoso.
- Bem lembrado Lisa, você escutou não foi Rique.
- É eu estava escutando. – Completou – Alias por que estão sendo tão gentis conosco?
- É que não levamos as pessoas que ajudamos no velho posto do Coiote, as levamos na casa do meu Primo Frederik, e fazemos um grandioso banquete para aliviar a preocupação das pobres pessoas. – Falou o motorista levantando seu boné molhado do rosto.
- Como assim? – Perguntou Marcus, e Dani se afastando para perto de Lisa completava as perguntas duvidosas.
- Não estou gostando, vai demorar muito para chegarmos à fazenda? Por que estão falando neste tom? – E o velhote de trás começa a falar, ele cuspia a cada palavra que dizia.
Entramos todos no Carro e mantivemos silencio enquanto Marcus olhava para trás checando seu carro que mais parecia sucata pelo amassado. Rique e Marcus sentaram junto com o velho que se chamava Torico atrás, enquanto Elisa e Dani estavam á frente junto comigo, o carro deu partida e com dificuldade e peso subiu a serra cantando pneu. O Silencio reinava, não falamos nada por vários minutos, até que o homem que dirigia quebra o silencio.
- Nesta época do Ano veados atravessam com mais freqüência as pistas, esses tempo muitos viajantes sofrem acidentes, por isso gostamos de ajudar.
- Espera ai, o velho do posto falou que era raro aparecer pessoas de outras regiões por aqui. – Elisa fala espantada olhando para mim, eu logo percebo a movimentação do homem com a cabeça, parecia nervoso.
- Bem lembrado Lisa, você escutou não foi Rique.
- É eu estava escutando. – Completou – Alias por que estão sendo tão gentis conosco?
- É que não levamos as pessoas que ajudamos no velho posto do Coiote, as levamos na casa do meu Primo Frederik, e fazemos um grandioso banquete para aliviar a preocupação das pobres pessoas. – Falou o motorista levantando seu boné molhado do rosto.
- Como assim? – Perguntou Marcus, e Dani se afastando para perto de Lisa completava as perguntas duvidosas.
- Não estou gostando, vai demorar muito para chegarmos à fazenda? Por que estão falando neste tom? – E o velhote de trás começa a falar, ele cuspia a cada palavra que dizia.
- Vocês não entenderam o que meu irmão falou, ele quer disser que nos somos caridosos, e alem de ajudar damos abrigo ate estar tudo bem. - Olhei para Elisa e Dani que estavam ambas do meu lado, e logo atrás estava Marcus eu nunca tinha visto ele daquele jeito, suas mãos estavam sobre a cabeça e seu rosto pálido ele começou a falar.
- Você não entende, não queremos caridade, você não sabe o quanto meu pai me alertou sobre o carro.
- Calma Marcus - Dani se vira e começa a consolar Marcus, acho que realmente eles estão sentindo uma coisa pelo outro. O homem que estava atrás começou a dar aquele sorriso medonho e falando
- Sabe o carro não é o que você tem que se preocupar neste momento. - Elisa olha para ele e já demonstrando medo, fala agora segurando minha mão.
- O que quer dizer com isso? -Eu percebo um olhar fixo que o homem manda para Elisa, a tensão no ar reinava, já não sabia o que fazer.
Passou-se exatamente 01h20min no carro, pelo que me lembrava a fazenda não era tão longe assim, o carro vira e entra em uma rua estranha e escura a noite já estava a cair. Marcus e Rique estavam calados, queria eu falar algo, e sem pensar exclamo.
- Pare o carro, muito obrigado pela ajuda, mas já é o suficiente
- Sim, vamos para a fazenda daqui. – Respondeu Marcus, mas o velho motorista respondeu sorrindo um sorriso irônico.
- Sabe, eu gostei tanto de vocês que decidi levá-los ate a casa do meu primo, e fazermos nosso banquete depois poderão ir para fazenda.
- O que você disse? – Gritou Marcus. - Esta louco, nos estamos extremamente atrasados temos que chegar na fazenda hoje, não entendem.
- Você não entende, não queremos caridade, você não sabe o quanto meu pai me alertou sobre o carro.
- Calma Marcus - Dani se vira e começa a consolar Marcus, acho que realmente eles estão sentindo uma coisa pelo outro. O homem que estava atrás começou a dar aquele sorriso medonho e falando
- Sabe o carro não é o que você tem que se preocupar neste momento. - Elisa olha para ele e já demonstrando medo, fala agora segurando minha mão.
- O que quer dizer com isso? -Eu percebo um olhar fixo que o homem manda para Elisa, a tensão no ar reinava, já não sabia o que fazer.
Passou-se exatamente 01h20min no carro, pelo que me lembrava a fazenda não era tão longe assim, o carro vira e entra em uma rua estranha e escura a noite já estava a cair. Marcus e Rique estavam calados, queria eu falar algo, e sem pensar exclamo.
- Pare o carro, muito obrigado pela ajuda, mas já é o suficiente
- Sim, vamos para a fazenda daqui. – Respondeu Marcus, mas o velho motorista respondeu sorrindo um sorriso irônico.
- Sabe, eu gostei tanto de vocês que decidi levá-los ate a casa do meu primo, e fazermos nosso banquete depois poderão ir para fazenda.
- O que você disse? – Gritou Marcus. - Esta louco, nos estamos extremamente atrasados temos que chegar na fazenda hoje, não entendem.
- Marcus tem toda razão. – Gritou Rique, e eu não sabia o que fazer, as meninas me olhavam com uma feição de pânico.
- Bem, mas como vocês estão no nosso carro decidimos onde deveram ir.
- Bem, mas como vocês estão no nosso carro decidimos onde deveram ir.
Não estava mais entendendo nada, Elisa segura minha mão firmemente, Rique olha pra mim e faz um sinal, eu entendo e começo a agir, rapidamente eu solto a mão de Elisa e pulo ao volante pegando nos braços do cara, não pensei só fiz, acho que o medo me fez fazer, pois assim que pensei já estava com as mãos ao volante, enquanto atrás Rique segura o outro homem pelo pescoço. O carro começa a balançar e rodopiar, o carro do pai de Marcus, se solta do guincho e capota varias vezes, as garotas desesperadas gritavam, até que na estrada a caminhonete para, e o pior acontece. O Homem tira de seu bolso uma arma e aponta na minha cabeça.
- Parados, você ai de trás solte o Torico. – Gritava apontando a arma para Rique. - Muito espertinhos não? Vocês duas passem pra trás e vocês dois venham para frente. - Eu não acreditava no que estava acontecendo às meninas choravam desesperadas, como se metemos em uma dessa?
- Mamãe nunca ensinou as crianças a não confiar em estranhos? – Falava o homem com a arma sorrindo sem parar.
- Por que esta fazendo isso? – Falava Dani chorando, e Lisa mantinha sua face de desespero.
- Frederik vai adorar brincar com vocês garotos, e eu e meu irmão vamos adorar brincar com as garotas não é Torico? - Eu levei a minha cabeça levemente para trás e o abominável homem estava passando sua mão sobre as pernas de Elisa.
- Parados, você ai de trás solte o Torico. – Gritava apontando a arma para Rique. - Muito espertinhos não? Vocês duas passem pra trás e vocês dois venham para frente. - Eu não acreditava no que estava acontecendo às meninas choravam desesperadas, como se metemos em uma dessa?
- Mamãe nunca ensinou as crianças a não confiar em estranhos? – Falava o homem com a arma sorrindo sem parar.
- Por que esta fazendo isso? – Falava Dani chorando, e Lisa mantinha sua face de desespero.
- Frederik vai adorar brincar com vocês garotos, e eu e meu irmão vamos adorar brincar com as garotas não é Torico? - Eu levei a minha cabeça levemente para trás e o abominável homem estava passando sua mão sobre as pernas de Elisa.
- Pare com isso, desgraçados, tira sua mão imunda dela. – gritei, enquanto Marcus e Rique olhavam espantados.
- Cale-se, Ah! Alan vejo que você é o menor em físico, mas sua boca é a mais falante tem muita coragem, eu disse que gostei de você.- Apontando a arma o motorista chamado Thomas apontava-a sem parar para mim e os outros.
A arma não se abaixava de jeito nenhum ela estava apontando para minha cabeça e em segundos virava apontando para Rique e Marcus, dava para escutar os rangido dos dentes de Marcus devido a sua tremedeira.
- Chegamos, Bem vindos ao INFERNO. - Olhei para a janela do carro e uma enorme cabana de madeira vinha tomando espaço entre as arvores, senti um arrepio no meu corpo todo. Meus Deus o que eles iram fazer? Quem nós espera na cabana? Eu estou desesperado
- Cale-se, Ah! Alan vejo que você é o menor em físico, mas sua boca é a mais falante tem muita coragem, eu disse que gostei de você.- Apontando a arma o motorista chamado Thomas apontava-a sem parar para mim e os outros.
A arma não se abaixava de jeito nenhum ela estava apontando para minha cabeça e em segundos virava apontando para Rique e Marcus, dava para escutar os rangido dos dentes de Marcus devido a sua tremedeira.
- Chegamos, Bem vindos ao INFERNO. - Olhei para a janela do carro e uma enorme cabana de madeira vinha tomando espaço entre as arvores, senti um arrepio no meu corpo todo. Meus Deus o que eles iram fazer? Quem nós espera na cabana? Eu estou desesperado
Fim do capitulo 3

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