Gritos de Socorro.
Depois que eu encontrei as garotas, e fiquei sabendo que os desgraçados levaram a Elisa, eu fiquei louco, não sei acho que já tinha visto muita coisa que me deixaram com coragem de fazer tudo para sair dali, a cena que eu via em minha frente era aterrorizante, estava vendo o desespero e dor nos rostos de Danie e Barbara, eu não acredito que eles a estruparam, só queria salvar Elisa antes de eles a tocarem.
- Vocês duas fiquem aqui eu vou descer, vou pegar a Lisa e volto pegar vocês. – Dani se desespera e corre ao meu encontro, se ajoelhando ela puxa meus braços e exclama em lagrimas.
- Não Alan, por favor, não deixe eu e a Barbara sozinhas aqui.
- Será um Risco se eu levá-las, então fiquem aqui, eu prometo que trarei a Elisa viva e voltarei para tirar as duas daqui.
- Mas se eles voltarem. – Fala Barbara com as duas mãos sobre as coxas, alisando-as fortemente.
- Eles não voltarão, pois acabarei com eles antes mesmo deles voltarem aqui.
As garotas muito assustadas sentam na cama, eu viro de costas e começo a andar minhas pernas pediam para ficar, mas meu instinto de sobrevivência implorava para eu continuar, desci as escadas, estava um silencio total, só escutava o barulho dos ratos que andavam por todos os lados, comecei a procurar algo para poder acertar os dois então, achei um taco de metal junto com um monte de mochilas, logo pego e continuo a andar.
- Vocês duas fiquem aqui eu vou descer, vou pegar a Lisa e volto pegar vocês. – Dani se desespera e corre ao meu encontro, se ajoelhando ela puxa meus braços e exclama em lagrimas.
- Não Alan, por favor, não deixe eu e a Barbara sozinhas aqui.
- Será um Risco se eu levá-las, então fiquem aqui, eu prometo que trarei a Elisa viva e voltarei para tirar as duas daqui.
- Mas se eles voltarem. – Fala Barbara com as duas mãos sobre as coxas, alisando-as fortemente.
- Eles não voltarão, pois acabarei com eles antes mesmo deles voltarem aqui.
As garotas muito assustadas sentam na cama, eu viro de costas e começo a andar minhas pernas pediam para ficar, mas meu instinto de sobrevivência implorava para eu continuar, desci as escadas, estava um silencio total, só escutava o barulho dos ratos que andavam por todos os lados, comecei a procurar algo para poder acertar os dois então, achei um taco de metal junto com um monte de mochilas, logo pego e continuo a andar.
Cheguei à cozinha, mais antes de eu sair escuto um suspiro na sala, como se alguém respirasse forte, comecei a andar na direção do local e quando chego me surpreendo, era Torico deitado em uma poltrona ele dormia um sono pesado, parecia que estava muito cansado. Fui me aproximando dele minhas mãos soavam, pois apertava firme o taco de metal, mirei o taco na cabeça do maldito que estava caída para o lado do braço da poltrona, ele dormia profundamente, não pensei duas vezes em acertá-lo.
Levantei minhas mãos junto ao taco e sem esperar ou pensar acerto na cabeça, o taco afundou no crânio do desgraçado, com o impacto eu caiu no chão ele cai também, sua cabeça espirava sangue, ela se abriu em duas, era horrível, não acreditava que tinha feito isso, foi tão rápido que Torico não teve chances nem de ver nada, e então desmaiou provavelmente morto.
Limpei o sangue que havia espirado em meu rosto, levantei e fiquei olhando para seu corpo,então em meio ao silencio eu falo baixo me agachando ate o corpo dele.
- Isso foi por você ter matado Marcus, e por ter tocado nas garotas, seu maldito - Não estava arrependido e sim satisfeito por ter acabado com um desgraçado, sai de perto dele e comecei a andar em direção á porta dos fundos, andei sorrateiramente e devagar para não chamar a atenção de ninguém, estava um silencio que ate me dava calafrios, queria logo sair da cabana, mas quando chego a cozinha escuto um barulho estrondoso e em seguida sinto uma dor enorme nas minhas costas.
- O que como você ainda esta vivo? – Falei olhando para trás.
Levantei minhas mãos junto ao taco e sem esperar ou pensar acerto na cabeça, o taco afundou no crânio do desgraçado, com o impacto eu caiu no chão ele cai também, sua cabeça espirava sangue, ela se abriu em duas, era horrível, não acreditava que tinha feito isso, foi tão rápido que Torico não teve chances nem de ver nada, e então desmaiou provavelmente morto.
Limpei o sangue que havia espirado em meu rosto, levantei e fiquei olhando para seu corpo,então em meio ao silencio eu falo baixo me agachando ate o corpo dele.
- Isso foi por você ter matado Marcus, e por ter tocado nas garotas, seu maldito - Não estava arrependido e sim satisfeito por ter acabado com um desgraçado, sai de perto dele e comecei a andar em direção á porta dos fundos, andei sorrateiramente e devagar para não chamar a atenção de ninguém, estava um silencio que ate me dava calafrios, queria logo sair da cabana, mas quando chego a cozinha escuto um barulho estrondoso e em seguida sinto uma dor enorme nas minhas costas.
- O que como você ainda esta vivo? – Falei olhando para trás.
Torico me acerta com uma marreta nas minhas costas, não sabia como ele estava vivo, seu coro cabeludo estava por cima de seu olho, e seu crânio quase dava para se ver pelo tamanho do buraco em sua cabeça, sangrava muito, mas mesmo assim estava em pé, minhas costas doía demais era uma dor insuportável provavelmente atingiu minhas costelas, fique com medo de não poder mais andar, mas por sorte consigo me levantar. Torico correu para cima de mim, ele estava com uma marreta acertava com ela para todos os lados e eu com dificuldade desviava, corri para debaixo da mesa, para me proteger, só que com uma força desumana ele quebra a mesa, senti que ia morrer e então com o reflexo de meu corpo coloco as mãos na frente de meu rosto e ele me acerta na mão com uma marretada.
- AAAAAAAAH! Você quebrou meus dedos. - Senti uma dor enorme olhei para minha mão esquerda e meus dedos estavam todos quebrados, ele fala gritava, quase não entendia.
- Você tem que morrer, se tivesse ficado na sala de Frederik e ter o mesmo fim que todos, você não iria ver suas amiginhas serem estrupadas e nem ia ver seus amiginhos mortos, MAIS NÃO TEM QUE TENTAR FUGIR. – Meu desespero se misturou a dor, meu sangue se misturou ao suor frio, eu ia morrer ali depois de tudo.
Não conseguia me mexer ele estava quase pronto para me dar uma marretada na cabeça, eu estava em estado de pânico, ele sorri e levanta a marreta que estava mirada em mim, quando alguém grita.
- Ei filho da mãe, chegou sua hora. - Torico olha para trás, e sem ao menos entender leva um tiro na barriga e cai ao chão, era Dani que havia chegado com uma arma, seu rosto estava sujo de sangue, e ela enxugava suas lagrimas enquanto ia caminhando ate mim.
- Dani o que faz aqui, não era para ter descido, mais obrigado por me salvar.
- AAAAAAAAH! Você quebrou meus dedos. - Senti uma dor enorme olhei para minha mão esquerda e meus dedos estavam todos quebrados, ele fala gritava, quase não entendia.
- Você tem que morrer, se tivesse ficado na sala de Frederik e ter o mesmo fim que todos, você não iria ver suas amiginhas serem estrupadas e nem ia ver seus amiginhos mortos, MAIS NÃO TEM QUE TENTAR FUGIR. – Meu desespero se misturou a dor, meu sangue se misturou ao suor frio, eu ia morrer ali depois de tudo.
Não conseguia me mexer ele estava quase pronto para me dar uma marretada na cabeça, eu estava em estado de pânico, ele sorri e levanta a marreta que estava mirada em mim, quando alguém grita.
- Ei filho da mãe, chegou sua hora. - Torico olha para trás, e sem ao menos entender leva um tiro na barriga e cai ao chão, era Dani que havia chegado com uma arma, seu rosto estava sujo de sangue, e ela enxugava suas lagrimas enquanto ia caminhando ate mim.
- Dani o que faz aqui, não era para ter descido, mais obrigado por me salvar.
- Eu achei esta arma no outro quarto e resolvi vir te ajudar. - Dani para na frente de Torico, que se retorcia e gemia de dor, estava suspirando seus últimos segundos de vida, já não agüentava estava para morrer, ate que
Dani fala apontando a arma para o assassino.- Eu deveria te deixar agonizando e morrer ao poucos, mas vou fazer questão de matar você com um tiro onde você merece.
Dani coloca seu dedo no gatilho e colocando a mira bem perto de Torico, ela aponta para seu pênis, e atira sem esperar, matando Torico no mesmo instante.
- Está é para você aprender que ninguém faz o que você fez comigo, seu monstro. – Assim ela corre ate mim e me levanta do chão, abraçando-me ela completa. – Alan, vamos sair daqui. - Eu rasgo minha camisa e enrolo na minha mão quebrada e junto com Dani vou buscar a Lisa. Abrimos a porta da cozinha e juntos saímos
- Dani cadê a Barbara? – Pergunto para ela, ainda atordoado pela dor.
- Eu achei melhor ela ficar, ela só iria atrapalhar, pois está em estado de choque.
- Tudo bem, vamos buscar ela de qualquer jeito, Elisa deve estar naquele porão de trás do seleiro, vamos entrar e juntos matamos Thomas e salvamos ela.
- Belo plano gênio, to gostando de ver, o Alan pequeno e frágil, agora está me protegendo e protegendo a todos.
- Você sempre com graçinhas, mas não pude proteger todos, como você pensa.- Neste momento Dani para em minha frente e fala.
- Espere cadê o Rique e o Marcus?
- Rique esta fugindo, mas Marcus... – Ela me olha profundamente.
- O que, cadê ele? – Engoli a seco minha saliva, não queria contar para ela, mas não tinha jeito.
- Ele esta morto. – Ela me larga e da dois passos longo para trás, e se desespera em lagrimas.
Dani fala apontando a arma para o assassino.- Eu deveria te deixar agonizando e morrer ao poucos, mas vou fazer questão de matar você com um tiro onde você merece.
Dani coloca seu dedo no gatilho e colocando a mira bem perto de Torico, ela aponta para seu pênis, e atira sem esperar, matando Torico no mesmo instante.
- Está é para você aprender que ninguém faz o que você fez comigo, seu monstro. – Assim ela corre ate mim e me levanta do chão, abraçando-me ela completa. – Alan, vamos sair daqui. - Eu rasgo minha camisa e enrolo na minha mão quebrada e junto com Dani vou buscar a Lisa. Abrimos a porta da cozinha e juntos saímos
- Dani cadê a Barbara? – Pergunto para ela, ainda atordoado pela dor.
- Eu achei melhor ela ficar, ela só iria atrapalhar, pois está em estado de choque.
- Tudo bem, vamos buscar ela de qualquer jeito, Elisa deve estar naquele porão de trás do seleiro, vamos entrar e juntos matamos Thomas e salvamos ela.
- Belo plano gênio, to gostando de ver, o Alan pequeno e frágil, agora está me protegendo e protegendo a todos.
- Você sempre com graçinhas, mas não pude proteger todos, como você pensa.- Neste momento Dani para em minha frente e fala.
- Espere cadê o Rique e o Marcus?
- Rique esta fugindo, mas Marcus... – Ela me olha profundamente.
- O que, cadê ele? – Engoli a seco minha saliva, não queria contar para ela, mas não tinha jeito.
- Ele esta morto. – Ela me larga e da dois passos longo para trás, e se desespera em lagrimas.
- NÃO, NÃO, NÃO, ele não pode estar morto. - Dani cai de joelhos no chão chorava sem parar.
- Eu sei o que esta sentindo, ele era meu amigo dês dos quatro anos de idade, mas não só ele esta morto, Carla também está, e se continuarmos aqui seremos mortos também, eles são maníacos, eles são assassinos sanguinários que não tem nada em mente a não ser matar.
- Não pode ser Alan, vamos ter que fugir o quanto antes.
Dani se levantou e voltamos a andar, ela estava decidida, queria acabar com todos, senti que tinha que fazer algo.
- Dani me de a arma e fique aqui, já perdi um amigo, não quero perder você.
- Mas, eu ...
- Não, se esconda e eu vou buscar a Elisa. - Ela me deu a arma e com um abraço ela completa.
- Confio em você, traga minha amiga de volta, e olhe bem para aquela loirinha, e você saberá o que eu quero lhe dizer. - Eu acho que entendeu o que eu queria dizer em ficar para trás, mas não entendi o que ela quis dizer em olhar direito aquela loirinha.
- Vou indo.
- Eu vou buscar a Barbara. – Gritou correndo com dificuldades para a cabana.
Segui em frente minha mão esquerda estava inutilizada devido a marretada, só sentia a minha mão direita, minhas pernas tremiam e meu corpo doía, mais Lisa era mais importante, cheguei no porão a porta estava aberta, e sem pensar entro escutava gemidos, estava com medo do que eu poderia encontrar, desci alguns degraus em meio ao escuro e em choros, eu estava decidido em resgatá-la, assim que entro no porão e olho para o fundo encontro Lisa, ela estava amarrada na parede com os braços para cima ela só estava usando uma camisa branca, sua cabeça sangrava e seus punhos também. Corri e a soltei.
- Eu sei o que esta sentindo, ele era meu amigo dês dos quatro anos de idade, mas não só ele esta morto, Carla também está, e se continuarmos aqui seremos mortos também, eles são maníacos, eles são assassinos sanguinários que não tem nada em mente a não ser matar.
- Não pode ser Alan, vamos ter que fugir o quanto antes.
Dani se levantou e voltamos a andar, ela estava decidida, queria acabar com todos, senti que tinha que fazer algo.
- Dani me de a arma e fique aqui, já perdi um amigo, não quero perder você.
- Mas, eu ...
- Não, se esconda e eu vou buscar a Elisa. - Ela me deu a arma e com um abraço ela completa.
- Confio em você, traga minha amiga de volta, e olhe bem para aquela loirinha, e você saberá o que eu quero lhe dizer. - Eu acho que entendeu o que eu queria dizer em ficar para trás, mas não entendi o que ela quis dizer em olhar direito aquela loirinha.
- Vou indo.
- Eu vou buscar a Barbara. – Gritou correndo com dificuldades para a cabana.
Segui em frente minha mão esquerda estava inutilizada devido a marretada, só sentia a minha mão direita, minhas pernas tremiam e meu corpo doía, mais Lisa era mais importante, cheguei no porão a porta estava aberta, e sem pensar entro escutava gemidos, estava com medo do que eu poderia encontrar, desci alguns degraus em meio ao escuro e em choros, eu estava decidido em resgatá-la, assim que entro no porão e olho para o fundo encontro Lisa, ela estava amarrada na parede com os braços para cima ela só estava usando uma camisa branca, sua cabeça sangrava e seus punhos também. Corri e a soltei.
- Elisa, fale comigo vamos fale. – Ela estava sonolenta e babava muito.
- Alan é você mesmo? – falou com dificuldade
- Sim, sou eu agora esta tudo bem vamos sair daqui. – rapidamente a solto os braços e a pego no colo Lisa no colo, mas meu alivio se torna tormento quando eu viro de costas e vejo Thomas.
- EiEiEi, Garoto você é demais, conseguiu matar meu irmão e fugir de Frederik, nunca ninguém conseguiu se quer fugir da sala de Frederik, mas sempre tem uns que tentam e você foi o único que foi longe de mais, não fugira daqui. - Ele corre na minha direção e me joga no chão, começa a me socar, sentia sua fúria, ele estava descontrolado, meu braço esquerdo não mexia, eu não alcançava a arma, que caia longe de mim, estiquei o braço e com muita dificuldade, tentava pega-la, mas os socos que ele me dava eram dolorosos, ate que eu dou um impulso em seu peito com meu joelho jogando-o para longe.
Lisa estava desesperada, se encolhia no chão e chorava sem parar, com Thomas ao chão eu pego a arma e sem esperar um segundo dou um tiro, que por azar acerta o braço do desgraçado.
- Seu filho da mãe, você acertou meu braço. – Ele caia de dor, seu sangue escorria para os lados e com sua outra mão ele flexionava a ferida do tiro, ele estava indefeso, então com um tom de fúria grito.
- Vou acertar sua cabeça dessa vez.
Eu apontava com dificuldade a arma para Thomas, meus braços tremiam, minhas pernas estavam quase desabando, da minha boca eu cuspia sangue, sentia muita dor, já não agüentava mais, ou eu o matava agora ou já não tinha mais forças pra continuar, eu olhava para ele com um olhar fixo, enquanto Elisa continuava a chorar deitada no chão, até que ele fala para mim.
- Você quis dificultar tudo garoto, olhe seu estado, vai morrer logo, única coisa que conseguiu foi aumentar sua dor.
- Alan é você mesmo? – falou com dificuldade
- Sim, sou eu agora esta tudo bem vamos sair daqui. – rapidamente a solto os braços e a pego no colo Lisa no colo, mas meu alivio se torna tormento quando eu viro de costas e vejo Thomas.
- EiEiEi, Garoto você é demais, conseguiu matar meu irmão e fugir de Frederik, nunca ninguém conseguiu se quer fugir da sala de Frederik, mas sempre tem uns que tentam e você foi o único que foi longe de mais, não fugira daqui. - Ele corre na minha direção e me joga no chão, começa a me socar, sentia sua fúria, ele estava descontrolado, meu braço esquerdo não mexia, eu não alcançava a arma, que caia longe de mim, estiquei o braço e com muita dificuldade, tentava pega-la, mas os socos que ele me dava eram dolorosos, ate que eu dou um impulso em seu peito com meu joelho jogando-o para longe.
Lisa estava desesperada, se encolhia no chão e chorava sem parar, com Thomas ao chão eu pego a arma e sem esperar um segundo dou um tiro, que por azar acerta o braço do desgraçado.
- Seu filho da mãe, você acertou meu braço. – Ele caia de dor, seu sangue escorria para os lados e com sua outra mão ele flexionava a ferida do tiro, ele estava indefeso, então com um tom de fúria grito.
- Vou acertar sua cabeça dessa vez.
Eu apontava com dificuldade a arma para Thomas, meus braços tremiam, minhas pernas estavam quase desabando, da minha boca eu cuspia sangue, sentia muita dor, já não agüentava mais, ou eu o matava agora ou já não tinha mais forças pra continuar, eu olhava para ele com um olhar fixo, enquanto Elisa continuava a chorar deitada no chão, até que ele fala para mim.
- Você quis dificultar tudo garoto, olhe seu estado, vai morrer logo, única coisa que conseguiu foi aumentar sua dor.
- CALE-SE NÃO SUPORTAREI MAIS UMA PALAVRA SUA. - Apontei para ele e apertei o gatilho, pareceu que tudo fiou lento, pareceu que tudo iria acabar, que eu ia resgatar Rique e iríamos fugir dali, só que por o azar a arma não dispara
- Viu! Eu falei para você que já não adianta nada, você já esta morto, vou matá-lo lentamente, pois você matou meu querido e retardado irmão agora sofra. - Elisa começa á gritar, eu já não sabia mais o que fazer, ele pega um pedaço de madeira e vem em minha direção, começa vir com sua fúria estampada em sua face, mas olhando para lado vejo uma espécie de madeira com o formato de uma estaca, com dificuldade pego sem ele perceber e rapidamente falo.
- Tudo bem, você venceu eu já não tenho mais forças para fugir vamos, me mate. – Eu me ajoelho e espero ele se aproximar.
- Vejo que desistiu! Agora olhe o fim do seu namoradinho. – Ele fala olhando para Elisa. - Depois que eu matá-lo volto para nós continuarmos brincando. – Elisa estava desesperada, Thomas se aproxima de mim, aponta a madeira para minha cabeça, e quando toca com ela em meus cabelos eu grito o mais forte que posso.
- Viu! Eu falei para você que já não adianta nada, você já esta morto, vou matá-lo lentamente, pois você matou meu querido e retardado irmão agora sofra. - Elisa começa á gritar, eu já não sabia mais o que fazer, ele pega um pedaço de madeira e vem em minha direção, começa vir com sua fúria estampada em sua face, mas olhando para lado vejo uma espécie de madeira com o formato de uma estaca, com dificuldade pego sem ele perceber e rapidamente falo.
- Tudo bem, você venceu eu já não tenho mais forças para fugir vamos, me mate. – Eu me ajoelho e espero ele se aproximar.
- Vejo que desistiu! Agora olhe o fim do seu namoradinho. – Ele fala olhando para Elisa. - Depois que eu matá-lo volto para nós continuarmos brincando. – Elisa estava desesperada, Thomas se aproxima de mim, aponta a madeira para minha cabeça, e quando toca com ela em meus cabelos eu grito o mais forte que posso.
- ESSE É SEU FIM, MORRAAAAA. – Eu levanto rapidamente e com a estaca atravesso sua mandíbula, dilacerando sua pele, destruindo sua acardia dentaria e adentrando seu celebro, foi tão rápido e mortal que ela para do outro lado de sua cabeça, e ele cai morto no chão, eu estava realmente acabado, mais um desgraçado havia morrido, mas ainda havia o Frederik, e ele iria ser o pior, iria ser o pesadelo final, não queria pensar nele agora só queria sair dali.
- Vai ficcar tudo bem Lisa. – Falo para ela olhando seu seus olhos.
- Eu apenas quero sair daqui, onde está os outros, onde está os garotos,cadê a Dani?
- Lisa, Marcus esta morto, Frederik está atrás de Rique, e Dani foi resgatar Barbara.
- Como assim Marcus morreu? Não quero fiar mais aqui, por que estamos aqui, Alan. – Ela chorava e abraçando-me, saímos do porão. Do lado de fora, Dani já esperava com Barbara.
- Dani! – Elisa corre e abraça a amiga, Barbara vem em minha direção e me ajuda a andar e ela pergunta.
- Cadê a Carla, ela não estava com vocês?
- Sinto muito Barbara, Carla esta morta junto com Marcus. – Ela fica desesperada, e começa a chorar Dani se aproxima e pega em seu braço.
- Garota, vamos ficar calmos, temos que fugir daqui o mais rápido possível, você quer morrer hã? - Ela abaixa a cabeça e responde.
- Mesmo vocês não gostando dela, ela era minha melhor amiga, mas tenho que concordar, vamos fugir. - Juntos começamos a andar para a floresta, em busca de Rique, sem saber o que iríamos encontrar.
- Vai ficcar tudo bem Lisa. – Falo para ela olhando seu seus olhos.
- Eu apenas quero sair daqui, onde está os outros, onde está os garotos,cadê a Dani?
- Lisa, Marcus esta morto, Frederik está atrás de Rique, e Dani foi resgatar Barbara.
- Como assim Marcus morreu? Não quero fiar mais aqui, por que estamos aqui, Alan. – Ela chorava e abraçando-me, saímos do porão. Do lado de fora, Dani já esperava com Barbara.
- Dani! – Elisa corre e abraça a amiga, Barbara vem em minha direção e me ajuda a andar e ela pergunta.
- Cadê a Carla, ela não estava com vocês?
- Sinto muito Barbara, Carla esta morta junto com Marcus. – Ela fica desesperada, e começa a chorar Dani se aproxima e pega em seu braço.
- Garota, vamos ficar calmos, temos que fugir daqui o mais rápido possível, você quer morrer hã? - Ela abaixa a cabeça e responde.
- Mesmo vocês não gostando dela, ela era minha melhor amiga, mas tenho que concordar, vamos fugir. - Juntos começamos a andar para a floresta, em busca de Rique, sem saber o que iríamos encontrar.
Começamos a adentrar a floresta, estávamos assustados e eu andava com dificuldade, Elisa estava segurando em meus braços, enquanto Dani e Barbará andavam na frente, ate que Lisa puxa minha mão e começa a falar.
- Alan! Obrigado por me salvar. – Elisa falava com um sorriso sofrido no rosto, aquilo de algum jeito me animou ver ela bem e junto á mim, nunca tinha sentido isso antes. Comecei a olhar em seu rosto fixamente, por aqueles segundos meu medo e dor sumiram, eu estava hipnotizado por ela, e a respondendo eu fui me aproximando.
- Não deixaria você naquele lugar, eu me ariscaria de novo. – Ela sorri e se aproxima, levando sua mão ao meu rosto e fala
- Eu não sei o que faria sem você, Alan desde pequena você está ao meu lado, mesmo sendo de uma maneira diferente, sempre esteve comigo, por isso eu...Eu... – E ela me beija, por um minuto, tudo que nós tínhamos passado parecia um pesadelo que havia se acabado eu estava acordando e deixando tudo para trás, e deixando meus lábios ela completa o que estava para dizer. – Alan, eu te amo!
Não tive outra reação, fiquei pensativo, e me alto julguei. Como eu não percebi antes, Elisa poderia ser minha a muito tempo ela sempre esteve do meu lado e eu a tratava como uma irmã. Mas estava tudo bem, mesmo estando perdidos, o calor do beijo de Elisa me fez ter uma certeza...
- Elisa, eu também te amo. – Beijando-a novamente, seu beijo era intenso, era doce e maravilhoso, eu esquecia de tudo quando a beijava, mas em meio ao ardente beijo escutamos a voz de Dani
- Alan! Obrigado por me salvar. – Elisa falava com um sorriso sofrido no rosto, aquilo de algum jeito me animou ver ela bem e junto á mim, nunca tinha sentido isso antes. Comecei a olhar em seu rosto fixamente, por aqueles segundos meu medo e dor sumiram, eu estava hipnotizado por ela, e a respondendo eu fui me aproximando.
- Não deixaria você naquele lugar, eu me ariscaria de novo. – Ela sorri e se aproxima, levando sua mão ao meu rosto e fala
- Eu não sei o que faria sem você, Alan desde pequena você está ao meu lado, mesmo sendo de uma maneira diferente, sempre esteve comigo, por isso eu...Eu... – E ela me beija, por um minuto, tudo que nós tínhamos passado parecia um pesadelo que havia se acabado eu estava acordando e deixando tudo para trás, e deixando meus lábios ela completa o que estava para dizer. – Alan, eu te amo!
Não tive outra reação, fiquei pensativo, e me alto julguei. Como eu não percebi antes, Elisa poderia ser minha a muito tempo ela sempre esteve do meu lado e eu a tratava como uma irmã. Mas estava tudo bem, mesmo estando perdidos, o calor do beijo de Elisa me fez ter uma certeza...
- Elisa, eu também te amo. – Beijando-a novamente, seu beijo era intenso, era doce e maravilhoso, eu esquecia de tudo quando a beijava, mas em meio ao ardente beijo escutamos a voz de Dani
- Da pra vocês andarem logo, ou querem ficar para trás, vocês terão o tempo todo para isso quando conseguimos voltar para casa – Por um instantes sorrimos, e continuamos a andar cautelosamente. Então nós quatro começamos a subir um longo morro, o sol já estava aparecendo e a noite ia embora, isso já me aliviava um pouco, não imaginava ver o sol novamente, mais ele estava ali lindo e brilhante, em meio aquela correria eu já estava esquecendo-se de uma coisa e começo a gritar.
- Esperem, temos que encontrar o Rique, ele tinha vindo nesta direção. – As garotas me olharam com uma cara, mas juntos começamos a procurar. O tempo foi se passando, e nada de acharmos ele, eu já começava a imaginar uma tragédia, não queria ver meu melhor amigo nas mãos de Frederik, cansados, com fome e com sede essa era a nossa atual estadia, Barbara para de andar e fala, ainda ofegante e sem ar
- Gente vamos embora, aquele homem vai encontrar agente. – E Dani furiosa responde
- Você ficou maluca garota, Rique é nosso amigo se quiser ir embora vá.
- Calma Dani, todos aqui estamos assustados é normal isso. – Falava a Elisa que estava com uma voz fraca e demonstrava cansaço – Mas em meio aofalatório das meninas, escuto algo, vinha de um local um pouco longe, era como se fossem gritos
- Escutaram isso? – Falei, olhando para elas. – Esta vindo nesta direção, fiquem aqui.
- Mais Alan, você é o mais ferido daqui. – Falou Elisa, demonstrando preocupação
- Elisa, fique calma eu vou voltar.
- Não quero que nada aconteça com você, eu não saberia o que fazer. – Dando um beijo nela eu completo.
- Eu não saberia o que fazer, se você se ferisse, então fique aqui com Dani, eu já volto.
- Esperem, temos que encontrar o Rique, ele tinha vindo nesta direção. – As garotas me olharam com uma cara, mas juntos começamos a procurar. O tempo foi se passando, e nada de acharmos ele, eu já começava a imaginar uma tragédia, não queria ver meu melhor amigo nas mãos de Frederik, cansados, com fome e com sede essa era a nossa atual estadia, Barbara para de andar e fala, ainda ofegante e sem ar
- Gente vamos embora, aquele homem vai encontrar agente. – E Dani furiosa responde
- Você ficou maluca garota, Rique é nosso amigo se quiser ir embora vá.
- Calma Dani, todos aqui estamos assustados é normal isso. – Falava a Elisa que estava com uma voz fraca e demonstrava cansaço – Mas em meio aofalatório das meninas, escuto algo, vinha de um local um pouco longe, era como se fossem gritos
- Escutaram isso? – Falei, olhando para elas. – Esta vindo nesta direção, fiquem aqui.
- Mais Alan, você é o mais ferido daqui. – Falou Elisa, demonstrando preocupação
- Elisa, fique calma eu vou voltar.
- Não quero que nada aconteça com você, eu não saberia o que fazer. – Dando um beijo nela eu completo.
- Eu não saberia o que fazer, se você se ferisse, então fique aqui com Dani, eu já volto.
Comecei a andar lentamente, adentrando ainda mais na mata, os gritos ficavam mais altos e evidentes, parecia à voz de Rique pedindo socorro, logo meus paços se tornaram mais intensos e logo comecei a correr, cheguei onde as arvores se agrupavam, e puxando um arbusto eu encontro Rique, e quase cai de costas, om um enorme grito eu me expresso desta forma desesperadora.
- RIQUE, MEU DEUS DO CÉU, NÃO PODE SER.
- RIQUE, MEU DEUS DO CÉU, NÃO PODE SER.
Não agüentei ver ele daquele jeito, suas pernas estavam todas cortadas com formatos de “x” e já não avia mais pele em certos lugares de suas canelas, sua barriga estava dilacerada e escrita com seu próprio sangue a frase “ O 33 será abençoado com a morte “. Eu não acreditava no que eu via, seus braços estavam amarados com arames grossos e com farpas de metal, estavam todos vermelhos devido ao seu sangue, e o pior, sua cabeça estava amarrada na altura dos olhos, com um cinto de couro, devia estar muito apertado, pois o ouro da cinta adentrava sua pele, esmagando seus olhos, e destruindo seu rosto. Senti-me culpado e me aproximei.
- Rique, vou tirar você daí. – Meus olhos começaram a lagrimejar, eu tremia como uma vara verde, sentia uma dor intensa em meu peito ao ver meu amigo naquele estado, e com muita dificuldade ele começa a falar cuspindo sangue.
- Rique, vou tirar você daí. – Meus olhos começaram a lagrimejar, eu tremia como uma vara verde, sentia uma dor intensa em meu peito ao ver meu amigo naquele estado, e com muita dificuldade ele começa a falar cuspindo sangue.
- A-A-Alan! Não, não me solte eu não sinto minhas pernas, e não consigo enxergar, por favor, fuja e me deixe aqui.
- Você ficou maluco, vou te tirar daí sim.
- Me desculpe, não pude buscar ajuda, ele me alcançou e me pegou, Alan fuja com as garotas, se salve Frederik é um monstro você não poderá atingi-lo ele é muito forte, o acertei varias vezes mais ele não caia, bati nele igual batia nos valentões que mexiam com você, lembra? - E com um sorriso fútil ele cospe mais sangue.
- Por favor, Rique, não morra, não morra, não vou agüentar perder você e o Marcus assim. - Desamarrei suas mãos e com dificuldade ele levanta os braços e coloca-os sobre o meu ombro, ele tremia e sua pele já estava gelada.
- Você, foi como um irmão que eu nunca tive Alan, sempre andávamos juntos, te considero muito, obrigado por ter ficado do meu lado e me agüentado, já não posso mais seguir com você, se conseguir sair daqui, avisa para minha mãe que eu á amo e que ela me perdoe de todas as coisas que eu já fiz ela passar. - Eu nao conseguia falar, estava desesperado e paralizado.
Por um momento lembranças de nossa infância passou por minha cabeça, me lembrava de tudo da Dona Carmen, mãe do Rique correndo atrás dele quando ele quebrava os Vidros das vizinhas, ou quando ela nós pegou fumando aos doze anos, me lembrava de tudo e não queria acreditar que ele estava morrendo. Um de seus braços se soltam de meu ombro e ele cada vez com a voz mais fraca exclama.
- Eu deveria ter aproveitado mais, ter feito mais coisas para ajudar os outros, ter se preocupado menos comigo, ter achado a garota certa para mim, enfim, acabei não podendo fazer o que eu poderia ter feito antes. – E seu braço começa a deslizar de meu ombro e eu o abraço, Rique completa dizendo suas ultimas palavras. – Aproveite tudo por mim, e não morra Alan, meu mano, meu brother, meu irmão. – E seu braço desaba junto com seus olhos, ele os fecha e já não os abre mais. - Você ficou maluco, vou te tirar daí sim.
- Me desculpe, não pude buscar ajuda, ele me alcançou e me pegou, Alan fuja com as garotas, se salve Frederik é um monstro você não poderá atingi-lo ele é muito forte, o acertei varias vezes mais ele não caia, bati nele igual batia nos valentões que mexiam com você, lembra? - E com um sorriso fútil ele cospe mais sangue.
- Por favor, Rique, não morra, não morra, não vou agüentar perder você e o Marcus assim. - Desamarrei suas mãos e com dificuldade ele levanta os braços e coloca-os sobre o meu ombro, ele tremia e sua pele já estava gelada.
- Você, foi como um irmão que eu nunca tive Alan, sempre andávamos juntos, te considero muito, obrigado por ter ficado do meu lado e me agüentado, já não posso mais seguir com você, se conseguir sair daqui, avisa para minha mãe que eu á amo e que ela me perdoe de todas as coisas que eu já fiz ela passar. - Eu nao conseguia falar, estava desesperado e paralizado.
Por um momento lembranças de nossa infância passou por minha cabeça, me lembrava de tudo da Dona Carmen, mãe do Rique correndo atrás dele quando ele quebrava os Vidros das vizinhas, ou quando ela nós pegou fumando aos doze anos, me lembrava de tudo e não queria acreditar que ele estava morrendo. Um de seus braços se soltam de meu ombro e ele cada vez com a voz mais fraca exclama.
- Rique não morra, RIQUEEEE. – Eu apertava seu corpo ao meu, eu não acreditava que ela havia morrido em meus braços, meu melhor amigo. – Frederik, seu desgraçado como pode, se estiver ai apareça, vamos, vou te matar. – Assim que eu falo os arbustos começam a se mexer, e eu em um ato rápido pego um pedaço de madeira e deixo o corpo de Rique ao chão, e flexionando o taco de madeira, eu observo tudo, ate se revelar quem sairia das moitas, mas não era perigo ou Frederik e sim as meninas que chegaram ao local, e logo Dani cai ao chão, Barbara grita e Elisa desvia o olhar, ficaram pasmas, e gélidas ao ver o corpo de Rique ao chão.
Fim do Capitulo 6

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