- Ainda bem que correr não cansa! Como vamos despistar daqueles dois? Hey, estamos num beco! Agora eles acabam com a gente!
- Ai droga, onde estamos?
- Em uma rua sem saída oras.
- Perto do hospital?
- Sim, de outro hospital.
- Me perdi...
- Não acredito! Pensei que você sabia onde estava indo Slototh!
- Estava seguindo caminhos da minha memória, oitenta anos atrás...
- Eu não acredito...ah não. Os dois estão na entrada do beco e com a cara de poucos amigos.
- Ai droga, onde estamos?
- Em uma rua sem saída oras.
- Perto do hospital?
- Sim, de outro hospital.
- Me perdi...
- Não acredito! Pensei que você sabia onde estava indo Slototh!
- Estava seguindo caminhos da minha memória, oitenta anos atrás...
- Eu não acredito...ah não. Os dois estão na entrada do beco e com a cara de poucos amigos.
- É hora de aprender sua primeira lição.
- Lutar?
- Não. Atravessar paredes.
- Sério?
- É.
- Eu tentei logo que desencarnei, dei uma topada numa bendita árvore.
- Não é tão difícil. Se concentre em algo que você saiba que está nessa direção que da certo.
- Tá bom... – E lá foi ela. – Viu? Não deu certo! Eles estão correndo pra cá.
- Segure minha mão...
- Eu não entend...
- Lutar?
- Não. Atravessar paredes.
- Sério?
- É.
- Eu tentei logo que desencarnei, dei uma topada numa bendita árvore.
- Não é tão difícil. Se concentre em algo que você saiba que está nessa direção que da certo.
- Tá bom... – E lá foi ela. – Viu? Não deu certo! Eles estão correndo pra cá.
- Segure minha mão...
- Eu não entend...
Em um movimento rápido o demônio empurrou o jovem espírito de encontro com a parede. Fazendo-os atravessar, rapidamente a impulsionou contra diversas paredes a frente até chegar a rua do quarteirão acima.
- Slototh, você conseguiu!
- Eu não. Você.
- Como?
- Você deve ter pensado em algo nessa rua em que estamos ou nas redondezas. Como não conheço mais a cidade me segurei a você e a segui.
- Pra falar a verdade lembrei da pastelaria de um chinês aqui perto...muito bom.
- Não temos tempo pra isso. Para o hospital já!
- Mas porquê o hospital? Não podemos fazer uma armadilha, se esconder em uma Igreja ou algo assim?
- Não. Eles são Poltergeits, espíritos malditos que movem objetos no mundo humano. E só há uma maneira de pará-los, reverter essa situação. Era hora de você me odiar...conhecer o meu único segredo!
- Slototh, você conseguiu!
- Eu não. Você.
- Como?
- Você deve ter pensado em algo nessa rua em que estamos ou nas redondezas. Como não conheço mais a cidade me segurei a você e a segui.
- Pra falar a verdade lembrei da pastelaria de um chinês aqui perto...muito bom.
- Não temos tempo pra isso. Para o hospital já!
- Mas porquê o hospital? Não podemos fazer uma armadilha, se esconder em uma Igreja ou algo assim?
- Não. Eles são Poltergeits, espíritos malditos que movem objetos no mundo humano. E só há uma maneira de pará-los, reverter essa situação. Era hora de você me odiar...conhecer o meu único segredo!
- Segredo? O que você fez?
- Digamos que quando resolvi ser bom, pra sobreviver, tive que fazer uma “poupança” pra força que eu perdia.
- E como se poupa a energia perdida?
- Pra quem sempre foi mal e doentio não é difícil descobrir maneiras pra isso. A necessidade nos faz o que precisamos ser.
- Não estou gostando da sua cara, isso não me parece bom. Agora, deixe-me tomar a dianteira, você está errando o caminho de novo. - Falava num tom sério, pressentia que algo pior ia acontecer.
Após ter tomado a frente da situação rapidamente tomaram o caminho de volta ao hospital. Chegando lá viam o hospital lotado de almas perdidas, o clima de melancolia naquele hospital tomava conta tanto dos pacientes quanto das pessoas que trabalhavam ali.
- Entendeu porque espíritos evitam brigar? Uma lacuna se cria e ela tem que ser preenchida. Eles estão aqui negociando e influenciado os vivos ao mesmo tempo. De certa forma isso prejudica somente os vivos, é uma forma de resolver esse assunto agora pendente.
- Han... – Ela percebeu que ele tentava mudar ou até amenizar as coisas relacionas a esse assunto.
- Me acompanhe.
- Digamos que quando resolvi ser bom, pra sobreviver, tive que fazer uma “poupança” pra força que eu perdia.
- E como se poupa a energia perdida?
- Pra quem sempre foi mal e doentio não é difícil descobrir maneiras pra isso. A necessidade nos faz o que precisamos ser.
- Não estou gostando da sua cara, isso não me parece bom. Agora, deixe-me tomar a dianteira, você está errando o caminho de novo. - Falava num tom sério, pressentia que algo pior ia acontecer.
Após ter tomado a frente da situação rapidamente tomaram o caminho de volta ao hospital. Chegando lá viam o hospital lotado de almas perdidas, o clima de melancolia naquele hospital tomava conta tanto dos pacientes quanto das pessoas que trabalhavam ali.
- Entendeu porque espíritos evitam brigar? Uma lacuna se cria e ela tem que ser preenchida. Eles estão aqui negociando e influenciado os vivos ao mesmo tempo. De certa forma isso prejudica somente os vivos, é uma forma de resolver esse assunto agora pendente.
- Han... – Ela percebeu que ele tentava mudar ou até amenizar as coisas relacionas a esse assunto.
- Me acompanhe.
Continua..
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