Ângela tentava atravessar a parede de volta ao corredor e não conseguia de maneira alguma, isso era estranho para ela. Qualquer espírito que se torna ciente da sua situação e descobrisse que aquilo era possível faria aquilo facilmente. Ainda escondido atrás de sua mesa com uma enorme quantidade de documentos nas mãos, gaguejava o diretor:
- I-isso n-não é po-possível. Como e-escaparam? O sistema de segurança nosso é infalível! O Projeto na qual me incubiram vai p-pros ares! E e-eu vou morrer de qual-quer jeito!
Ouvindo as pancadas na porta o diretor não se importou. Largou os documentos sobre a mesa e saltou da sua janela em um mergulho incrível se matando. Lá embaixo os doentes disputavam seu corpo como abutres que brigam por um naco de carne no deserto. Adriana saindo das sombras e olhando pela janela disse:
- Filho da puta! Teve o que merecia! Muita gente sofreu na mão dele!
- Calma amiga, temos que dar um jeito de sumir daqui. Não consigo nem atravessar essa janela! Muito estranho...
- Eis uma novidade Ângela...
- I-isso n-não é po-possível. Como e-escaparam? O sistema de segurança nosso é infalível! O Projeto na qual me incubiram vai p-pros ares! E e-eu vou morrer de qual-quer jeito!
Ouvindo as pancadas na porta o diretor não se importou. Largou os documentos sobre a mesa e saltou da sua janela em um mergulho incrível se matando. Lá embaixo os doentes disputavam seu corpo como abutres que brigam por um naco de carne no deserto. Adriana saindo das sombras e olhando pela janela disse:
- Filho da puta! Teve o que merecia! Muita gente sofreu na mão dele!
- Calma amiga, temos que dar um jeito de sumir daqui. Não consigo nem atravessar essa janela! Muito estranho...
- Eis uma novidade Ângela...
De repente começaram a ouvir batidas fortes na porta de aço. Parecia que estavam tentando arrombar a porta com um carro. Aquilo parou por longos minutos e não se ouvia nada no corredor, o silêncio era absoluto. Gritos novamente eram ouvidos, mas agora, seu tom era diferente. Eram de agonia, tristeza e muita dor, novamente nada era ouvido. Ouviam uma voz somente do outro lado a porta.
- Ouviram? Esse é o meu novo inferno na Terra! Matei muitos neste andar! Vou acabar com vocês! Assim que eu descobrir como entrar nesse local. O que vocês fizeram? Como
isso é possível?
Assustadas se olhavam, mas resolveram fuçar pela sala toda para tentar descobrir rotas de fuga. Tudo em vão, Adriana se voltou para os documentos do diretor. A capa dizia: “Secreto – Governamental e #######. Projeto Médium.
- Ouviram? Esse é o meu novo inferno na Terra! Matei muitos neste andar! Vou acabar com vocês! Assim que eu descobrir como entrar nesse local. O que vocês fizeram? Como
isso é possível?
Assustadas se olhavam, mas resolveram fuçar pela sala toda para tentar descobrir rotas de fuga. Tudo em vão, Adriana se voltou para os documentos do diretor. A capa dizia: “Secreto – Governamental e #######. Projeto Médium.
- E eu vou saber Dri? Pega isso e vamos cair fora!
- Por onde?
- Não sei, eu que nem sou viva mais, não to conseguindo atravessar uma parede! Não to entendendo...
- Hum...peraí. Tem alguma coisa do lado da janela... Símbolos?
- Tô vendo, me sinto estranha só de olhar pra isso.
- Estranha é? Isso vai parecer coisa de filme, mas eu sei o que fazer!
Adriana se direcionou a janela e começou a esfregar sua roupa para apagar o estranho símbolo. Assim que conseguiu, o barulho na porta da Diretoria recomeçou. Era Slototh, dessa vez parecia que ele finalmente conseguiria romper a porta, os rebites estavam cedendo.
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