Desceram até o necrotério, atrás da geladeira mais antiga havia uma porta selada. A parede viva úmida e gotejava. Havia vários baldes ali para evitar que o local fosse inundado. As marcas do selamento eram evidentes, estava verde, coberto de fungos. Entraram lá atravessando a parede.
- Que escuro Slototh e que cheiro horrível...Meu pé encostou em algo que não consigo identificar. Onde está a luz?
- Vou providenciar umas velas. Afinal aqui é o único local que consigo encostar em algo sólido.
- Vai logo então e vamos pegar o que você quer pra nos proteger. Acho que eles não vão se perder aqui.
- Você está correta. Se prepare.
Acendeu uma dúzia de velas, Ângela, antes da sala ficar totalmente iluminada pela fraca luz amarela. Viu conseguiu pegar algo nas mãos, ficou feliz. Finalmente sentiu algo pra tocar em dias. Quando a luz se tornou mais acentuada, apertou os olhos para enxergar o que estava em suas mãos. Era um pequeno esqueleto frágil, frio e quebradiço. Logo entendeu, eram ossos de um bebê. Ali estava forrado deles com desenhos e formas estranhas, acima de tudo, forrado de fetos.
- Que escuro Slototh e que cheiro horrível...Meu pé encostou em algo que não consigo identificar. Onde está a luz?
- Vou providenciar umas velas. Afinal aqui é o único local que consigo encostar em algo sólido.
- Vai logo então e vamos pegar o que você quer pra nos proteger. Acho que eles não vão se perder aqui.
- Você está correta. Se prepare.
Acendeu uma dúzia de velas, Ângela, antes da sala ficar totalmente iluminada pela fraca luz amarela. Viu conseguiu pegar algo nas mãos, ficou feliz. Finalmente sentiu algo pra tocar em dias. Quando a luz se tornou mais acentuada, apertou os olhos para enxergar o que estava em suas mãos. Era um pequeno esqueleto frágil, frio e quebradiço. Logo entendeu, eram ossos de um bebê. Ali estava forrado deles com desenhos e formas estranhas, acima de tudo, forrado de fetos.
- Ahhh. O que é isso?
- Reservas de energia, assim que um feto ou bebê morria e a alma saía do corpo eu investia um pouco da minha energia no corpo. É a melhor forma de preservá-la.
- Você matou eles? E-estão se movendo...
- Não, peguei só os corpos. Eles se movimentam pela ação da energia demoníaca minha, eu os controlo.
- Isto é horrível! Slototh...
- Já os vi. Pra acabar com eles vou ter que gastar toda a energia que restou, vão!
Imediatamente Slototh sentiu a energia refluir para ele, a aparência voltava a ser mais primitiva, voraz. Angel via a enorme semelhança que ele havia adquirido com o demônio que seguia Josi. Assim, após a assimilação começou a lançar os corpos até então conservados sobre os Poltergeists dominados, assim como os esqueletos. Estranhamente ele iniciou um ritual de exorcismo, acuada, Ângela não via a ligação entre uma coisa e outra.
- Reservas de energia, assim que um feto ou bebê morria e a alma saía do corpo eu investia um pouco da minha energia no corpo. É a melhor forma de preservá-la.
- Você matou eles? E-estão se movendo...
- Não, peguei só os corpos. Eles se movimentam pela ação da energia demoníaca minha, eu os controlo.
- Isto é horrível! Slototh...
- Já os vi. Pra acabar com eles vou ter que gastar toda a energia que restou, vão!
Imediatamente Slototh sentiu a energia refluir para ele, a aparência voltava a ser mais primitiva, voraz. Angel via a enorme semelhança que ele havia adquirido com o demônio que seguia Josi. Assim, após a assimilação começou a lançar os corpos até então conservados sobre os Poltergeists dominados, assim como os esqueletos. Estranhamente ele iniciou um ritual de exorcismo, acuada, Ângela não via a ligação entre uma coisa e outra.
- Mas sua energia não é má? O que vai acontecer?
- Vou usar essa minha energia má e injetar neles.
- Você não pode ser destruído ou coisa assim?
- Não, e eu vou por energia maligna neles. Que não estava mais em mim, lembro. Eles estão sendo controlados por vodu daquela garota. Agora observe.
Assim que os Poltergeists atravessavam aquela sala secreta, tocavam nos cadáveres carregados de energia maligna. Foram ficando cada vez mais lentos a medida que se aproximavam de Ângela e Slototh até que mergulharam numa loucura incessante. Se debatiam no chão, diziam coisas sem nexos. Pela natureza deles, as coisas voavam a esmo ali, no caso essas coisas eram os fetos conservados em formol, em decomposição e os ossos.
- ...não entendi. – Disse Angel, cada vez mais confusa.
- Usei a energia maligna que eu havia armazenado por anos para influenciá-los. Como estavam sendo dominados, influi a minha energia neles. Se fossem maus talvez não fizesse efeito, pelo visto são de natureza boa. Espíritos maus podem influenciar tanto humanos quanto almas inferiores.
- Que coisa. Vou me vingar de Josi. Mas antes preciso recuperar a Adriana, Slototh. Sabe onde fica a Casa de Repouso Felicidade?
- Vou usar essa minha energia má e injetar neles.
- Você não pode ser destruído ou coisa assim?
- Não, e eu vou por energia maligna neles. Que não estava mais em mim, lembro. Eles estão sendo controlados por vodu daquela garota. Agora observe.
Assim que os Poltergeists atravessavam aquela sala secreta, tocavam nos cadáveres carregados de energia maligna. Foram ficando cada vez mais lentos a medida que se aproximavam de Ângela e Slototh até que mergulharam numa loucura incessante. Se debatiam no chão, diziam coisas sem nexos. Pela natureza deles, as coisas voavam a esmo ali, no caso essas coisas eram os fetos conservados em formol, em decomposição e os ossos.
- ...não entendi. – Disse Angel, cada vez mais confusa.
- Usei a energia maligna que eu havia armazenado por anos para influenciá-los. Como estavam sendo dominados, influi a minha energia neles. Se fossem maus talvez não fizesse efeito, pelo visto são de natureza boa. Espíritos maus podem influenciar tanto humanos quanto almas inferiores.
- Que coisa. Vou me vingar de Josi. Mas antes preciso recuperar a Adriana, Slototh. Sabe onde fica a Casa de Repouso Felicidade?
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