domingo, 2 de janeiro de 2011

O Passeio Mortal

Capitulo 9 #

 De volta ao velho Posto de Gasolina 




Minha garganta estava seca, meu suor escorria pelo corpo e eu tremia sem parar, em quanto eu olhava para Elisa Frederik de longe apontava seu arco para nós. Ele estava para atirar, Hugo olhava para Elisa que tentava não gritar, a tensão era tanta que eu não sabia o que fazer então em um ato de desespero sussurro para Elisa

- Elisa vou tentar pegar a moto. – Ela olhava para mim com um ar de preocupação, seus olhos chamuscavam pavor. Fiz um sinal com a cabeça para ela, e sem mais pulo para o lado junto com Elisa e Hugo, Frederik atira uma flecha, ela vem em disparada e eu só a vejo quando ela crava ao chão, centímetros de minha cabeça, essa passou perto mais não nos atinge, essa foi a brecha, em quanto ele pegava a próxima flecha corremos para pegarmos a moto.

- Rápido! Vamos. – Levantei a moto que estava no chão e rapidamente á liguei, subi, Hugo foi logo atrás, ele era
pequeno então deu para Elisa subir.

A moto foi derrapando em meio à terra da estrada uma enorme poeira se levantou, estávamos saindo depressa sem olhar para trás, parecia que conseguiríamos a final

- Rápido acelera vamos embora. – Gritava Elisa que estava impaciente. A moto começa a correr e pegar distancia de Frederik que ia ficando para trás, aquela cena me aliviou era como estar nas nuvens sentir aquele vento no rosto e um ar de liberdade.

- Vamos conseguir Lisa, Hugo te levarei para casa, e você encontrará a felicidade que você tanto procura. 

- Sim eu vou. – Hugo sorria e Elisa me abraçava, mas pelo retrovisor avisto o maldito correndo e mirando com seu arco, e sem ter tempo de desviar, a nossa alegria de fugirmos dali acaba, uma flecha é atirada em direção á nós e atinge o pneu. Como será que esse desgraçado consegue atingir um pneu em movimento foi o que passou logo em minha cabeça, mas não importava logo estávamos sem controle.

A moto derrapa levando nós ao chão, rapidamente rolamos para o lado em meio aos arbustos da beira da estrada, caímos ribanceira abaixo, rolando sem parar, adentramos a floresta e não vimos mais nada, a estrada ficava para trás e assim paramos e logo eu grito.

- Esta tudo bem com vocês? – Elisa e Hugo pareciam bem, mas eu estava muito mal, sentia um formigamento por todo corpo e dores horríveis, mas me agüentava em silencio, não queria preocupar Elisa.

- Rápido Alan e Hugo vamos fugir. – Elisa me arrasta para trás de uma arvore e eu já sem forças não conseguia continuar a correr, mas com palavras doces ela começa a falar passando as suas mãos delicadas em meu rosto.

- Alan, não podemos desistir agora, por favor, levante já não temos tempo, ele pode estar nos procurando, por mim, não quero perder você também.

- Eu estou tão mal, eu não quero morrer, mas também já não tenho forças

- Olhe em meus olhos, você não pode me deixar, já fomos tão longe, nunca ninguém conseguiu ir tão longe contra Frederik, estamos a um passo de encontrar ajuda, vamos juntos para a ponte os policiais vão nos ajudar.

- Sim, eu não posso desistir. – E ela me ajuda a levantar, sem olhar para trás corremos em meio à mata, eu estava realmente debilitado, mas a coragem de Elisa me fez abrir os olhos e o meu corpo pareceu não responder pelos meus atos.

- Cadê ele. – Falava o Pequeno Hugo que de mostrava muito cansaço.

- Não sei, ele sumiu, eu sei muito bem o que ele deve estar pensando. 

- O que Alan?

- Ele acha que não conseguiremos fugir, e não está tão preocupado em nós caçar, só quer nos matar. – Elisa me olha com um olhar fixo e sem mais sinto um pingo de água no meu corpo seguido de vários, estava começando a chover.

- Que droga logo agora, pra onde vamos? – Elisa falava preocupada, eu estava me sentindo muito mal, mas não queria demonstrar.

- Alan você esta tremendo muito. – A dor do meu corpo começou a falar mais alto, eu já não conseguia esconder.

- Ele está passando mal, Elisa.

- Hugo, ele vai cair, não era para mim ter insistido para ele correr, Alan, esta me escutando

- Eu... Eu estou passando mal. – Fui caindo no chão, minha visão escurece e já não conseguia mais enxergar logo desmaio.

...

Meus olhos estavam pesados e difíceis de abrir, estava deitado, e sentia o chão úmido, abri meus olhos devagar e vejo Hugo dormindo no colo de Elisa em quanto ela sentada no chão me olhava com o rosto cansado.

- Onde estamos Lisa?

- Acho que estamos seguros aqui. – Olhei ao meu redor e percebi que estava em uma pequena gruta, que era muito úmida e lá fora um barulho enorme de água.

- Frederik pode nos achar aqui, vamos embora. – Falei erguendo a minha cabeça que estava em uma das coxas de Elisa.

- Estamos atrás de uma cachoeira acho que não vai nos encontrar, e você esta com uma forte hemorragia devido perder muito sangue têm que descansar. - Ela parecia se preocupar, então com dificuldade me sento abraçando a loirinha, e encosto no seu ombro.

- Elisa quando tudo isso acabar ... – Ela me olhou com um olhar e um mero sorriso – Eu não sabia que gostar de você era tão bom, nestes quase dois dias de desespero eu sinto que juntos iremos vencer, eu já te amo. - E leva seus lábios doces a os meus e com um longo beijo eu completo o que ia dizer de inicio. – Quer namorar comigo? 

- Claro meu amor, eu quero passar o resto da minha vida com você, seu bobo, dês da sexta serie eu gosto de você, e ao menos notou.

- Eu sou um nerd inútil. – E eu espirro, esta me sentindo mal.

- O que importa é que estamos juntos, e vamos conseguir fugir. – E mais um beijo era concretizado, ate que somos interrompidos.

- Ãhm! Estão namorando, namorando. – Hugo acorda e nos pega no flagra

- Você é criança não entende.

- Entendo sim. – Ele começa a dar risadas, e junto á ele eu também não agüento e começo rir, depois de tudo isso eu não sabia mais o que era sorrir, e também não sabia mais se eu iria sorri novamente.
Não tinha noção da hora, mas acho que já estava tarde o sol já sumia e a noite ameaçava aparecer, Elisa dormiu em meus braços e Hugo sentado em uma pedra distante se aproxima e pergunta.

- Alan seus pais amam você?

- Hugo por que esta pergunta!? Sim eles amam. – O garoto me olhava e com uma face triste começa falar.

- Sabe meus pais me amavam também, acho que fui uma boa criança e eu só tinha eles na minha vida.

- Olhe para mim e preste atenção, vamos sair daqui e você virar com nós entendeu, serei um irmão pra você tudo bem?

- Obrigado Alan. – Ele me abraça, eu fiquei meio sem jeito, mas retribuo com um apertado abraço igual o dele. A conversa rendeu porem sem perceber adormecemos... 

Acordei depois de um tempo, o sol já estava aparecendo, por incrível que pareça não tivemos problemas durante a noite, levantei meio dolorido mais já estava me sentindo um pouco melhor, porem minhas feridas pareciam que a cada momento ficavam piores e maiores, mas elas não estavam doendo como ontem, comecei á acordar Hugo e Elisa.

- Vamos, temos que ir. – Eles acordam, e sem êxito saímos da gruta, cauteloso como sempre.

- Para onde vamos, onde fica a Ponte perto da represa, Alan?

- Eu acho que sei mais ou menos. – Hugo falou e logo peguei em seu braço.

- Onde, onde fica?

- Bem já passei de carro na ponte ela é estreita e velha e fica perto das colinas da serra, naquela direção. – Hugo apontava para o norte, e então começamos a andar para lá, mas antes todos nós começamos a tomar água da pequena cachoeira, era como matar o que estávamos nos matando, fazia quase dois dias que eu não bebia nada, apenas o meu próprio sangue que sentia em minha boca, a água era deliciosa e já parecia nos fortalecer, então começamos a andar onde Hugo apontava, andamos muito, e nada só mato e arvores.

- Hugo tem certeza que é por aqui?

- Sim Elisa, bem acho que sim. – Descemos um morro de folhas secas e amareladas as arvores começavam a sumir formando um bosque de eucaliptos gigantes. Em quanto os dois falavam, de longe avistei outra cabana muito velha, na frente uma pequena fogueira com animais mortos pendurados em varais.

- Abaixem, anda se escondam. – Nós três se escondemos atrás de arvores, e com sussurros falo com Elisa que me olhava sem parar

- O que vocês acham?

- Alan, não vamos entrar ai, pode ser de algum desses maníacos malditos.

- Vamos acho que não tem ninguém, deve ser de algum caçador, bom tem uma coisa que não me preocupa.

- O que? – Hugo me perguntou e logo responde.

- Não são corpos humanos pendurados no varal, são animais.

- Ai! Alan para. 

- Fiquem aqui eu vou olhar e ver se está seguro.

Cheguei perto da pequena cabana e da janela olho por dentro, ela só tinha um cômodo era o que parecia, e dentro muitos animais mortos e instrumentos de caça, aparentava ser de caçadores e de não ter ninguém lá dentro.

- Pessoal podem vir. – Elisa e Hugo rapidamente correram para perto de mim. Fui ate a porta e empurro ela estava trancada.

- Mais que merda esta trancada, e eu jurava que ali dentro poderia ter algo que nos ajuda-se. - Eu comecei a olhar, mas não tinha nenhuma entrada, foi quando Hugo gritou.

- Gente venham aqui atrás. – Então o seguimos - Olha aqui deve ser a saída do esgoto do banheiro. – Era um buraco no chão fedia muito.

- Eu posso entrar sou pequeno e consigo.

- Mas Hugo você vai entrar ai mesmo? – Elisa pergunta ainda sem entender

- Tenho que tentar. – Hugo pula no buraco e some, por um minuto ele ficou em silencio, e eu e Elisa vidrados em escutar algo que ao menos percebemos que alguém batia na janela da pequenina cabana.

- Ei! Aqui na janela. – Ele já estava do lado de dentro.

- Esta tudo bem?

- Sim Elisa, só preciso de um banho. – Ele estava todo sujo, e havia passado por uma espécie de vaso sanitário que era uma taboa de madeira encima de uma bacia com um buraco no meio que sai do lado de fora.

- Agora Hugo procure algo que possamos utilizar, e depressa. – Falei olhando para os lados

- Tudo bem. – Eu olhava junto com Elisa pelo lado de fora, estávamos alerta em ver algo de estranho aqui fora. Passou-se um tempo ate que Hugo fala erguendo algo

- Olha o que eu achei, olha o que eu achei. – Ele Pulava e erguia uma arma enorme, não conhecia, mas parecia uma espingarda.

- Isso Hugo muito bem, olhe se ela esta armada, e cuidado, mire para longe.

- Tudo bem, é vamos ver! – Ele olha e analisa com cuidado a enorme arma que parecia ser maior que ele. 

- Ah ta sim tem balas sim.

- Ok! Agora saia depressa e vamos. - Hugo com dificuldade pula para fora e sai no buraco do esgoto com a arma.

- Nossa você realmente esta fedendo. – Elisa começa a rir

- Para sua boba, nossa gente, vocês não estão com fome, este cheiro esta começando a me matar

- Estou morrendo de fome, faz quase 2 dias que não como nada.

- Eu também. – Falou Elisa me abraçando.

- Espere, vamos comer. – Elisa e Hugo olharam para mim e eu não disse nada só andei ate o varal e falei.

- Olhem carne fresca.

- Você vai comer coelhos e esquilos?

- Sim Elisa, olhe ali tem uma fogueira, e nela já esta sendo assados alguns coelhos, podemos assar este, mas temos que ser rápidos.

Então tirei a peles dele com uma pedra que achei pontiaguda e coloquei sobre o fogo. Logo eles estavam assados, começamos a comer, estava com tanta fome que aquilo parecia a melhor coisa que já tinha comido na vida.

- Bom os coelhos estavam deliciosos mesmo. – Falava Elisa de boca cheia.

- Sim estavam! Mas vamos correr ao norte, o mais rápido que podermos ate chegar à ponte.

Estávamos com pressa, correndo eu me sentia um pouco melhor, estava com uma arma carregada e de barriga cheia, já me sentia mais seguro. – Mas algo me veio à cabeça então paro e falo para os dois

- Temos que subir em algum lugar e ver onde estamos.

- Deixa que eu subo nesta arvore.

- Mas Elisa... – falei preocupado

- Alan você esta machucado, não conseguira subir. 

- A deixa Alan. – Hugo puxa meu braço e Lisa começa a subir com dificuldade, ela sobe ate o topo e lá de cima ela grita insistentemente

- GENTE MAIS PRA FRENTE SÓ TEM ARVORES E MAIS ARVORES.

- Que droga! – Falei decepcionado, e Hugo balança a cabeça

- ESPEREM! – E ela grita mais uma vez, porem com um tom melhor de voz - EU ESTO VENDO, ACHO QUE É UMA CASA OU ALGO ASSIM E LA TEM UMA ESTRADA.

- Ótimo vamos para lá. – Gritei para ela, mas ela colocava a mão no rosto para tapar o sol, estava realmente fixando os olhos na casa da estrada

- PARECE QUE EU CONHEÇO AQUELE LUGAR.

- Desça logo Elisa, não podemos ficar aqui. - Elisa desce da arvore e logo começamos a correr rapidamente em
direção a casa na beira da estrada, não saibamos o que nos esperava, mas teríamos que se arriscar.

Andamos muito ate acharmos um rio na floresta, a água era limpa e cristalina, dava para ver as pedras no fundo, acho que era o mesmo rio da cachoeira que passamos a noite, porem era maior.

- Será este o mesmo rio da represa, onde esta a ponte?

- Pode ser. – Falou Hugo que tomava um banho para tirar seu cheiro.

- Então vamos segui-la.

Começamos a seguir o rio, que a cada metro ia crescendo mais, e a água ia ficando mais agitada, passou um tempo e nada estava exausto e preocupado pensando onde estaria Frederik, ate que Elisa fala.

- Não vai adiantar seguirmos o rio, ele só vai crescer e vai ficar mais difícil achar a ponte, vamos acho que a casa que vi era logo ali. - Concordei com Elisa e nós três seguimos dentre á floresta ate sair atrás da casa.

- Não falei estava perto. – Avistamos alguns carros, estávamos atrás da casa realmente, queria saber se estava segure então começo a falar, todos estávamos andando agachados

- Sim, mas vamos com cuidado. – Falei, e sem mais Hugo começa a dizer

- ESPEREM. – E nós paramos e olhamos para ele.

- O que foi garoto? 

- Este é o posto da estrada, onde tudo começou

- O que agora me lembro, este foi o posto dá qual Thomas e Torico nos pegaram. – Segurei firme na espingarda e comecei a andar mancando mais com firmeza.

- Não vamos ate lá Alan, eles podem só matar. – Grita Elisa desesperada, mas não eu estava decidido a matar todos os filhos da puta

- Não, Elisa eu vou matar eles. – Decidido eu armo minha arma e sigo em frente, Elisa e Hugo iam vindo logo atrás, estavam com medo, o mesmo medo que eu sentia mais meu ódio era mais forte

Logo fico de frente á porta de entrada do posto e abro a porta sem esperar qualquer coisa, e o sino que estava nela que fazia barulho quando era aberta, fez o mesmo barulho que Rique no começo comentou, que parecia de filmes de assassinos, e eu se lembrando de suas palavras não agüentei abaixei a cabeça e chutei a outra porta que revestia a primeira.

- É por que chutou a porta desta maneira? – Falou um velho no balcão que quando me viu arregalou os olhos e se estremeceu.

Eu olhei para o todos os lados, Elisa e Hugo já estavam atrás de mim dentro do posto, mas ali não tinha ninguém só o velho, o mesmo velho maldito que tentou nos fazer esperar o Frederik no posto, andei em sua direção apontei a espingarda em sua cabeça e falei, encostando o cano longo em sua testa

- Você sabia não é seu velho desgraçado, você sabia que eles iam nos levar me responda ou eu estouro seus miolos seu velho nojento.

- Rapaz, eu... Eu. – Antes dele responder uma voz familiar eu escuto saindo de dentro de uma porta que ficava atrás do balcão

- Quem esta ai com você? – E por minha surpresa era a Gorda que tinha me entregado para Frederik.

- Filho da puta você conhece essa gorda?

- Alan... – Fala Elisa assustada.

- Calma Lisa, tudo vai acabar bem. – A confortei e a gorda começa a falar com dificuldade. 

- O que? Você esta vivo impossível. – Ela vira de costas tentando entrar novamente na porta, mas foi inevitável, não saiu do lugar e eu sem esperar gritei.

- Isso é por tudo que você fez sua maldita. – Logo atiro em suas costas e ela cai no chão. – Elisa não falava, ela só olhava junto com Hugo, e o velho se desesperava.

- Eu não sei de nada garoto não me mate.

- Se você não falar tudo que sabe, terá o mesmo fim que essa mulher, agora me diga por que nós? Por que? Por que Frederik matou meus amigos?

- Tudo bem, vou lhe contar tudo. – Olhamos para o velho e ele começa a falar. - Você matou minha mulher seu desgraçado.

- O que sua mulher? – Falou Elisa gritando em desespero. - Agora entendo, você já planejou tudo não foi?

- Sim, quando chamei Torico e Thomas para ajudá-los, já tinha tudo em mente, vi que tinha uma garota linda com vocês, e que poderíamos lucrar com elas e que tinha mais pessoas no carro, que poderíamos tirar um aproveito também, mas não saiu do jeito que queríamos, por que das 30 famílias que matamos nenhuma fugiram, Frederik as matava em ordem numérica e dessa vez a ordem foi quebrada ao tentarem fugir.

- Por isso ele cravou um numero 32 nas minhas costas? 

- Sim, mas você destruiu o joguinho de Frederik, matou sua família e agora matou minha mulher, eu sabia que isso não ia dar certo para sempre, quero ate parabenizá-lo por ser tão resistente, por conseguir fugir de Frederik porque já mais ninguém que entra em seu porão consegue sair com vida, mas enfim, foi ótimo tivemos nestes tempos tivemos muitos fregueses no posto.

- Você prostitui as vitimas aqui? – Falou Elisa e o velho continuava

- Sim o que você acha um posto na beira da estrada ter tantos clientes assim, tudo era feito as escondidas, nunca nenhuma autoridade ia desconfiar de um velho posto assim.

- Agora entendo por que tinha tantas pessoas aqui, mas não quero mais saber, me diga uma coisa, aonde fica a ponte da represa.

- Vou falar, fica perto é só descer a serra. – E ele sorri - Sabe por que falei tudo isso? Por que não conseguiram
saírem vivos daqui.

- Como assim?

- Frederik querido pode vir limpar o lixo do posto? - De trás de uma cortina Frederik aparece, seu suspiro de rancor e ódio era notado de longe, no momento que o monstro aparece todos nós arregalamos os olhos e quase caímos para trás. e ele não estava sozinho carregava Daniella viva e amordaçada em seus braços. Ela estava fraca e sonolenta, suas pernas estavam na carne viva, sangrava e parecia não ter fim a sua dor. Esticando um dos braços que ainda conseguia mexer ela fala com dificuldade.

- Alan, me salve. 

                                                     FIM DO PENULTIMO CAPITULO

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