- U-um demônio? – Falou uma delas assustadas.
- Não vejo um desde a minha juventude... – Disse a avó de Maria.
- E agora? – Disse outra pessoa.
- Nós não podemos fazer nada aqui... ninguém aqui tem força suficiente pra um ataque físico...
- Nós temos. – Disse Ana. – Ele possuiu um corpo que já está moribundo, está andando se arrastando, mal consegue segurar a garota! Vamos meninas, temos que ajudá-la.
Assim as garotas, destemidas saltou sobre a moribunda possuídas. Custou parcos minutos mais libertaram a garota das mãos da possuída. Então Slototh lentificou de vez, olhava a esmo. Disse então:
- Não deu tempo...droga. O tempo acabou!
- Não vejo um desde a minha juventude... – Disse a avó de Maria.
- E agora? – Disse outra pessoa.
- Nós não podemos fazer nada aqui... ninguém aqui tem força suficiente pra um ataque físico...
- Nós temos. – Disse Ana. – Ele possuiu um corpo que já está moribundo, está andando se arrastando, mal consegue segurar a garota! Vamos meninas, temos que ajudá-la.
Assim as garotas, destemidas saltou sobre a moribunda possuídas. Custou parcos minutos mais libertaram a garota das mãos da possuída. Então Slototh lentificou de vez, olhava a esmo. Disse então:
- Não deu tempo...droga. O tempo acabou!
Soltou um grito e deu um forte suspiro, o corpo da estranha enfermeira atingiu o chão. Pela gravidade dos ferimentos e pelo tempo da posse, não agüentou falecendo ali. Adriana então despertou sem entender nada e com uma estranha multidão de mulheres cercadas por espíritos na sua frente. Adriana e Ângela pela primeira vez viram alguém desencarnar. Viram o espírito desencarnar como se despertasse de um sonho.
Olhou para eles e sorriu, do nada apareceram vultos negros levando-a rapidamente dali aos gritos.
- Essa era má... – Ironizou Melissa.
- Quem são vocês? – Disse Adriana confusa.
- Agora não é hora, vamos sair dessa mata logo, tá lotado de malucos por aqui. E, com certeza, esse demônio está no rodando...
Olhou para eles e sorriu, do nada apareceram vultos negros levando-a rapidamente dali aos gritos.
- Essa era má... – Ironizou Melissa.
- Quem são vocês? – Disse Adriana confusa.
- Agora não é hora, vamos sair dessa mata logo, tá lotado de malucos por aqui. E, com certeza, esse demônio está no rodando...
Assim partiram, estavam perdidas naquela mata densa, nenhum sinal de civilização. Vez ou outra ouviam gritos ecoando pela escuridão da noite, tremiam de medo. Adriana conversava com as novas amigas. Ângela bem que tentou, mas as demais espíritos permaneciam caladas e atentas a tudo em volta.
Andaram mais um pouco e resolveram dormir por ali mesmo. O dia amanheceu, ao longe avistavam uma coluna de fumaça subindo, facilmente determinaram que a estrada seria na direção oposta. Assim caminharam novamente, assim passaram-se minutos, os minutos se transformaram em horas, e aumentado concomitantemente, o desespero.
Estranharam, todas concordaram que ali seria o caminho correto para voltar. A sede e a fome, muito já as dominavam.
As acompanhantes rastreavam em um perímetro em volta dela em busca de uma saída, tudo em vão. Resolveram criar coragem e ler que tipo de experimentos ela haviam passado na estranha papelada que Adriana havia adquirido. Respiraram fundo e retiraram o lacre...
Andaram mais um pouco e resolveram dormir por ali mesmo. O dia amanheceu, ao longe avistavam uma coluna de fumaça subindo, facilmente determinaram que a estrada seria na direção oposta. Assim caminharam novamente, assim passaram-se minutos, os minutos se transformaram em horas, e aumentado concomitantemente, o desespero.
Estranharam, todas concordaram que ali seria o caminho correto para voltar. A sede e a fome, muito já as dominavam.
As acompanhantes rastreavam em um perímetro em volta dela em busca de uma saída, tudo em vão. Resolveram criar coragem e ler que tipo de experimentos ela haviam passado na estranha papelada que Adriana havia adquirido. Respiraram fundo e retiraram o lacre...
Hum. Quem vai abrir? - Perguntou alguém lá do fundo.
- Por direito, a Adriana. – Disse Ângela.
- Pois bem, lá vou eu.
- Então leia em voz alta, quem sabe passa a fome... – Disse Melissa.
- Eu nem preciso comer mais, ainda bem... – Se engraçou Fernanda, o espírito.
- Chega de enrolação meninas, vou iniciar a leitura! Hum... Vamos lá.
- Por direito, a Adriana. – Disse Ângela.
- Pois bem, lá vou eu.
- Então leia em voz alta, quem sabe passa a fome... – Disse Melissa.
- Eu nem preciso comer mais, ainda bem... – Se engraçou Fernanda, o espírito.
- Chega de enrolação meninas, vou iniciar a leitura! Hum... Vamos lá.
Continua..
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