- - O que você fez Adriana?
- Isso é um encanto pra paralisar. Eu que não sei exorcizar, isso é com minha mãe. –
Explicava a garota.
- Ele está cercado de... O que é aquilo?
- Hum, acho que são espíritos de luz, não tenho certeza. Esse encanto mamãe retirou de um livro. Agora vamos sair daqui e dar um jeito de fugir desse demônio em corpo de mulher.
- Você não sabe o que são essas coisinhas de luz em volta dele?
- Não tenho certeza, agora me acompanhe e fique em silêncio. Câmeras normalmente não captam espíritos, se algum guarda me ver, e ainda falando sozinha, me devolvem pro buraco rapidinho. – Disse em tom sério.
Assim foram se esgueirando, principalmente Adriana que podia ser vista. Novamente ouviram outro grito alto, era Dolores/ Slototh, provavelmente já estava livre e ensandecido atrás delas. Descendo de nível em nível, se desviando dos lentos e sonolentos guardas que guardavam cada local, se viram na sala de descanso de alguns guardas, psiquiatras e funcionários daquele andar. Era o momento de conversarem.
- Isso é um encanto pra paralisar. Eu que não sei exorcizar, isso é com minha mãe. –
Explicava a garota.
- Ele está cercado de... O que é aquilo?
- Hum, acho que são espíritos de luz, não tenho certeza. Esse encanto mamãe retirou de um livro. Agora vamos sair daqui e dar um jeito de fugir desse demônio em corpo de mulher.
- Você não sabe o que são essas coisinhas de luz em volta dele?
- Não tenho certeza, agora me acompanhe e fique em silêncio. Câmeras normalmente não captam espíritos, se algum guarda me ver, e ainda falando sozinha, me devolvem pro buraco rapidinho. – Disse em tom sério.
Assim foram se esgueirando, principalmente Adriana que podia ser vista. Novamente ouviram outro grito alto, era Dolores/ Slototh, provavelmente já estava livre e ensandecido atrás delas. Descendo de nível em nível, se desviando dos lentos e sonolentos guardas que guardavam cada local, se viram na sala de descanso de alguns guardas, psiquiatras e funcionários daquele andar. Era o momento de conversarem.
- Amiga que bom te ver! Se eu pudesse te abraçava e... – Tagarelava Adriana.
- Calma aí. Você tá me vendo? Como estou?
- Tô sim. Você tá igualzinho estava quando saiu lá de casa, e com o rosto normal. Ainda bem, se você estivesse com a cara que vi no necrotério correria! Hahahaha... Nossa desculpe. Você ficou sabendo?
- Eu estava lá. Descobri que é mas não foi ela diretamente. Foi influência externa.
- Como assim?
- É o seguinte...
Assim Ângela explicou, explicou e explicou mais um pouco. Falou de toda a sua jornada até o dia presente.
- Nossa amiga, parece coisa de filme... – Falou Adriana assustada, quase não acreditando. – Aposto que essas coisas nem minha mãe sabe!
- Pois é. Você me vê mesmo ou me ouve?
- Calma aí. Você tá me vendo? Como estou?
- Tô sim. Você tá igualzinho estava quando saiu lá de casa, e com o rosto normal. Ainda bem, se você estivesse com a cara que vi no necrotério correria! Hahahaha... Nossa desculpe. Você ficou sabendo?
- Eu estava lá. Descobri que é mas não foi ela diretamente. Foi influência externa.
- Como assim?
- É o seguinte...
Assim Ângela explicou, explicou e explicou mais um pouco. Falou de toda a sua jornada até o dia presente.
- Nossa amiga, parece coisa de filme... – Falou Adriana assustada, quase não acreditando. – Aposto que essas coisas nem minha mãe sabe!
- Pois é. Você me vê mesmo ou me ouve?
- Eu vejo, parece até uma pessoa viva. Mas tem umas “fumacinhas” te envolvendo...Eu devo te ver devido a forte ligação que a gente tem, né amiga? – Disse com os olhos mareados.
- Verdade. Olha, o que fizeram com você?
- Não sei nada sobre esses experimentos, minha cabeça tá confusa. Antes de chegar na tal sala de experimentos sempre me drogavam. Quando eu acordava na minha cela, tava tudo normal, exceto por uma forte dor de cabeça.
- Hum, e seus pais? Eles sabem dessa atrocidade?
- Estou aqui a um pouco mais de uma semana. A entrada é linda e tal, mais parece um hotel logo de cara. Acharam bonito e lhes apresentaram um “quarto” no qual eu ficaria.
Obviamente tudo fachada. Toda vez que eles vêem me visitar me jogam no tal “quarto” e me dopam. Mal consiguia falar com eles.
- Verdade. Olha, o que fizeram com você?
- Não sei nada sobre esses experimentos, minha cabeça tá confusa. Antes de chegar na tal sala de experimentos sempre me drogavam. Quando eu acordava na minha cela, tava tudo normal, exceto por uma forte dor de cabeça.
- Hum, e seus pais? Eles sabem dessa atrocidade?
- Estou aqui a um pouco mais de uma semana. A entrada é linda e tal, mais parece um hotel logo de cara. Acharam bonito e lhes apresentaram um “quarto” no qual eu ficaria.
Obviamente tudo fachada. Toda vez que eles vêem me visitar me jogam no tal “quarto” e me dopam. Mal consiguia falar com eles.
- Que horrível!
- Você deve ter entrado pelos fundos...
- Sim. Você estava cercada de espíritos maus, muitos. Sua mãe não viu isso?
- Engraçado. Você tem razão. Era pra ela ter visto...
De repente um alarme começa a tocar. E uma voz gravada começa a falar:
“Celas nível 8, todas destravadas e abertas! Nível 7, abertas, nível 6 abertas...”
- Filho da mãe! Deve ter descoberto como se destravas as celas! Tá soltando os internos! Isso vai virar um pandemônio! Ele quer matar a todos aqui! – Disse Adriana tendo um ataque de desespero.
- Pois é, deve ter descoberto como desligar as travas elétricas... Ô, ô...E- ele desligou a luz. Agora todos estão livres! E sem luz! Adriana, ali, uma lanterna pegue-a! Onde tem um local seguro aqui?
- Imagino que na sala do porco de diretor. É no andar de baixo, vamos arriscar?
- É claro, além de Slototh, agora tem um monte de malucos. Liga não amiga! Vou mantê-la viva! Dou a minha palavra! – Bradou com a impetuosidade típica adolescente Angel.
- Você deve ter entrado pelos fundos...
- Sim. Você estava cercada de espíritos maus, muitos. Sua mãe não viu isso?
- Engraçado. Você tem razão. Era pra ela ter visto...
De repente um alarme começa a tocar. E uma voz gravada começa a falar:
“Celas nível 8, todas destravadas e abertas! Nível 7, abertas, nível 6 abertas...”
- Filho da mãe! Deve ter descoberto como se destravas as celas! Tá soltando os internos! Isso vai virar um pandemônio! Ele quer matar a todos aqui! – Disse Adriana tendo um ataque de desespero.
- Pois é, deve ter descoberto como desligar as travas elétricas... Ô, ô...E- ele desligou a luz. Agora todos estão livres! E sem luz! Adriana, ali, uma lanterna pegue-a! Onde tem um local seguro aqui?
- Imagino que na sala do porco de diretor. É no andar de baixo, vamos arriscar?
- É claro, além de Slototh, agora tem um monte de malucos. Liga não amiga! Vou mantê-la viva! Dou a minha palavra! – Bradou com a impetuosidade típica adolescente Angel.
Assim saíram correndo para a sala do Diretor, os internos demoraram longos minutos para se dar conta que estavam livres. Foi quase o tempo exato de Adriana adentrar na sala e se esconder, Ângela ficava entre a porta e o corredor de olho para ver se alguém aparecia. Nenhuma das duas acharam a chave para trancar a sala pois o local possuía sistema automatizado e só entraria em modo de segurança quando um cartão e a senha correta fossem digitadas.
Não demorou muito após o soar do alarme o diretor apareceu desesperado e se trancou na sua sala. Angel aconselhou a amiga a se esconder atrás de uma grande samambaia de um lado escuro da sala. Encolhido atrás da mesa devido ao medo o diretor reunia certos papéis e recolhia informações de seu computador.
Vindo lá de fora gritos de desespero, além dos loucos, se percebia que vinha alguns gritos de desespero de alguns funcionários desprevenidos. Um cheiro de queimado invadia aquela sala, estavam queimando o prédio, tiros agora eram ouvidos. Haviam chegado no pátio principal e os guardas estavam tentando contê-los a qualquer custo, afinal eram muitos. Por baixo dos panos a instituição abrigava o triplo de internos que comportaria normalmente.
Não demorou muito após o soar do alarme o diretor apareceu desesperado e se trancou na sua sala. Angel aconselhou a amiga a se esconder atrás de uma grande samambaia de um lado escuro da sala. Encolhido atrás da mesa devido ao medo o diretor reunia certos papéis e recolhia informações de seu computador.
Vindo lá de fora gritos de desespero, além dos loucos, se percebia que vinha alguns gritos de desespero de alguns funcionários desprevenidos. Um cheiro de queimado invadia aquela sala, estavam queimando o prédio, tiros agora eram ouvidos. Haviam chegado no pátio principal e os guardas estavam tentando contê-los a qualquer custo, afinal eram muitos. Por baixo dos panos a instituição abrigava o triplo de internos que comportaria normalmente.
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