O Fim de um longo pesadelo
Não acreditei no que eu via Dani estava viva entre os braços de Frederik ela estava fraca e sonolenta, eu estava aliviado em vela novamente, mas triste em pensar no que ela estava passando, o maldito apertava muito e ela quase estava a desmaiar, eu precisava fazer algo, o mais rápido possível. Olhei para trás e não vi o Hugo, ele havia sumido, apenas Elisa estava lá, desespera e em pânico, gritava como nunca ao ver a Dani.
- Dani! – E ela tenta ir ate ela, mas eu a seguro pelo braço. - Dani você esta viva, solte-a seu desgraçado.
- Calma mocinha, Frederik só soltara se vocês passarem a espingarda para mim vai passe para cá. - Que merda estava quase conseguindo e agora perdemos de novo, eu tinha que entregar a arma, se não Dani seria morta por Frederik na nossa frente, o velho sorria histericamente enquanto o maldito assassino estava parado feito uma estatua, eu estava para entregar a arma para o velho, meu suor se misturava em sangue seco que se encontrava no meu rosto, minhas pernas e mãos tremiam, eu iria entregar o que era nossa única esperança de sobreviver, mas assim que estendo a arma para o velho eu vejo Hugo debaixo do balcão e me faz um gesto para esperar, olhei para os filhos da mãe e eles se quer perceberam, então enrolei e comecei a falar, para dar tempo do garoto agir.
- Espere Frederik você sabia que eles só te usaram para finalizar o trabalho? – E comecei a olhar para Frederik - Foi o que aquela gorda falou.
- Dani! – E ela tenta ir ate ela, mas eu a seguro pelo braço. - Dani você esta viva, solte-a seu desgraçado.
- Calma mocinha, Frederik só soltara se vocês passarem a espingarda para mim vai passe para cá. - Que merda estava quase conseguindo e agora perdemos de novo, eu tinha que entregar a arma, se não Dani seria morta por Frederik na nossa frente, o velho sorria histericamente enquanto o maldito assassino estava parado feito uma estatua, eu estava para entregar a arma para o velho, meu suor se misturava em sangue seco que se encontrava no meu rosto, minhas pernas e mãos tremiam, eu iria entregar o que era nossa única esperança de sobreviver, mas assim que estendo a arma para o velho eu vejo Hugo debaixo do balcão e me faz um gesto para esperar, olhei para os filhos da mãe e eles se quer perceberam, então enrolei e comecei a falar, para dar tempo do garoto agir.
- Espere Frederik você sabia que eles só te usaram para finalizar o trabalho? – E comecei a olhar para Frederik - Foi o que aquela gorda falou.
- Não importa se eles não me amam você matou minha única família, meus dois primos que eu tanto gostava. – Ele começa a falar e a única expressão que se via era sua mascara mexer com o balançar de sua boca. - Agora você vai morrer, e vai sentir a divindade da morte
- Isso mesmo Frederik, e agora garoto passe a arma. – O velho retruca. Eu olhei para Lisa e ela havia percebido e eu sorri e falei.
- Tudo bem, não tem mais jeito vocês ganharam. – Me aproximei e levei a arma ate eles, e antes de entrega eu grito.
- Agora Hugo, rápido. – Ele havia passado por baixo do balcão sem ser notado, e ido ate embaixo de Frederik, e como o esperado e meu gritar ele fura a perna de Frederik com uma faca que devia ter achado no balcão, por reação Frederik deixa Dani cair ao chão e começa a gritar tentando tirar a faca que havia gravado em seu pé
Com Frederik distraído eu tinha a chance de acabar com o autor de tudo isso, a gorda já estava morta, e o maldito velho estava em minha frente, eu não hesitei em atirar, apontei brevemente a espingarda em sua testa e antes dele se quer falar eu grito apertando o gatilho
- Velho, você já me deu nos nervos. – E a bala é disparada em sua testa, furando e acabando com o crânio do mesmo, que cai morto ao lado de sua mulher maldita.
- Hugo! – Gritou Elisa – Corra. – E sem esperar eu e Elisa pegamos Dani que estava quase inconsciente e a levantamos, apoiando pelos ombros, Hugo corre e abre a porta, e começa a gritar.
- Vamos fugir daqui! – Comecei a andar perto de Frederik que estava voltando a si, ele já havia retirado a faca de seu pé, mas antes de fazer qualquer coisa eu aponto a arma para seu corpo e falo.
- Você mereceu seu desgraçado. – Aperto o gatilho, mas o desgraçado pula para o lado, e apenas sua perna é atingida de raspão.
- Que porra eu não o acertei como devia. – E olhei para Elisa e comecei a gritar. – Corra para longe salve a Dani rápido.
- Isso mesmo Frederik, e agora garoto passe a arma. – O velho retruca. Eu olhei para Lisa e ela havia percebido e eu sorri e falei.
- Tudo bem, não tem mais jeito vocês ganharam. – Me aproximei e levei a arma ate eles, e antes de entrega eu grito.
- Agora Hugo, rápido. – Ele havia passado por baixo do balcão sem ser notado, e ido ate embaixo de Frederik, e como o esperado e meu gritar ele fura a perna de Frederik com uma faca que devia ter achado no balcão, por reação Frederik deixa Dani cair ao chão e começa a gritar tentando tirar a faca que havia gravado em seu pé
Com Frederik distraído eu tinha a chance de acabar com o autor de tudo isso, a gorda já estava morta, e o maldito velho estava em minha frente, eu não hesitei em atirar, apontei brevemente a espingarda em sua testa e antes dele se quer falar eu grito apertando o gatilho
- Velho, você já me deu nos nervos. – E a bala é disparada em sua testa, furando e acabando com o crânio do mesmo, que cai morto ao lado de sua mulher maldita.
- Hugo! – Gritou Elisa – Corra. – E sem esperar eu e Elisa pegamos Dani que estava quase inconsciente e a levantamos, apoiando pelos ombros, Hugo corre e abre a porta, e começa a gritar.
- Vamos fugir daqui! – Comecei a andar perto de Frederik que estava voltando a si, ele já havia retirado a faca de seu pé, mas antes de fazer qualquer coisa eu aponto a arma para seu corpo e falo.
- Você mereceu seu desgraçado. – Aperto o gatilho, mas o desgraçado pula para o lado, e apenas sua perna é atingida de raspão.
- Que porra eu não o acertei como devia. – E olhei para Elisa e comecei a gritar. – Corra para longe salve a Dani rápido.
Frederik se levanta derrubando varias mesas do lugar, ele manca e vem em minha direção sem se preocupar com minha arma, eu não acreditava na resistência do maldito, então com a minha fúria no auge eu grito.
- Isso é por tudo o que você fez, e desta vez eu não vou errar. – E eu aperto o gatilho, mas a merda da arma não dispara, e ele com uma fúria desumana, me acerta no rosto e eu caio no chão, ele pega a arma e joga longe. Eu estava acabado não conseguiria confrontá-lo. Olhei par ao lado e Hugo corre jogando para mim uma faca, que havia atingido Frederik.
- Hugo obrigado, mas, por favor, fuja com Elisa, salvem-se.
- Alan! Cuidado. – Olhei para frente e Frederik vinha com uma cadeira para cima de mim, e quando ele ia me atingir eu rolo para debaixo de uma mesa, e a cadeira se despedaça onde eu estava, sussurrei de alivio poderia estar sendo quebrada em minha cabeça. Mas não era tempo de se aliviar ele estava mais uma vez indo a minha direção.
Olhei para frente e não via mais Hugo e Elisa, eles estavam lá fora, graças a Deus, se eu morresse pelo menos eles estariam vivos.
Comecei a rolar por debaixo das pequenas mesas, e Frederik ia derrubando cada uma a uma, tentando me achar.
Então olhei para os lados e vi uma porta eu não sabia onde ela ia dar, mas resolvi entrar, a ponto de se salvar dele. Eu segurava a faca que Hugo havia me dado, e corro porta adentro, a porta dava em varias outras portas, comecei a tentar abrir todas, mas elas estavam trancadas, ate que empurro uma maçaneta e a porta se abre.
- Isso é por tudo o que você fez, e desta vez eu não vou errar. – E eu aperto o gatilho, mas a merda da arma não dispara, e ele com uma fúria desumana, me acerta no rosto e eu caio no chão, ele pega a arma e joga longe. Eu estava acabado não conseguiria confrontá-lo. Olhei par ao lado e Hugo corre jogando para mim uma faca, que havia atingido Frederik.
- Hugo obrigado, mas, por favor, fuja com Elisa, salvem-se.
- Alan! Cuidado. – Olhei para frente e Frederik vinha com uma cadeira para cima de mim, e quando ele ia me atingir eu rolo para debaixo de uma mesa, e a cadeira se despedaça onde eu estava, sussurrei de alivio poderia estar sendo quebrada em minha cabeça. Mas não era tempo de se aliviar ele estava mais uma vez indo a minha direção.
Olhei para frente e não via mais Hugo e Elisa, eles estavam lá fora, graças a Deus, se eu morresse pelo menos eles estariam vivos.
Comecei a rolar por debaixo das pequenas mesas, e Frederik ia derrubando cada uma a uma, tentando me achar.
Então olhei para os lados e vi uma porta eu não sabia onde ela ia dar, mas resolvi entrar, a ponto de se salvar dele. Eu segurava a faca que Hugo havia me dado, e corro porta adentro, a porta dava em varias outras portas, comecei a tentar abrir todas, mas elas estavam trancadas, ate que empurro uma maçaneta e a porta se abre.
Era um banheiro enorme cheio de divisórias sanitárias, eu entro em uma delas, fecho a porta e subo ao vaso sanitário. Meu suor descia pela testa, meus batimentos cardíacos eram intensos, e meu medo era tremendo, segurando firmemente a faca eu começo a escutar os passos do assassino. Eu estava no ultimo banheirinho, e começo a escutar Frederik, ele havia entrado no banheiro e começou a chutar todas as portas a ponto de me encontrar.
A cada porta arrombada eu sentia um medo que me consumia, eu não sabia o que fazer, ele estava a ponto de me achar, ate que eu olho para cima e vejo uma entrada de ar, rapidamente eu me inclino e a abro, era estreita, mas meu corpo passaria por ela, me impulsionei e entrei na passagem de ar, assim que entro Frederik arromba à porta do banheiro onde eu estava, e sem mais segura em um dos meus pés que ainda não tinham entrado na passagem de ar.
- Me solte, seu desgraçado.
- Vou matar você, não tem como fugir de mim. – Então eu chuto seu rosto e ele me solta.
Comecei a se arrastar pela passagem de ar, não vi mais Frederik, porem eu sabia que ele me acharia novamente, a cada arrastada que eu dava passava por uma pequena abertura, assim eu via cada quarto que havia no posto. Era horrível a sensação de angustia, ao ver aquelas camas onde eles prostituiam as garotas e depois a mandavam para Frederik. Eu estava preocupado com Elisa, pensava em reencontrá-la. Mas meu pensamento era outro ao ver em uma das passagens de ar uma cena horrível. Barbara que havia sido capturada na casa da gorda, estava deitada em uma cama, estava com sua garganta cortada e suas pernas e braços amarrados.
A cada porta arrombada eu sentia um medo que me consumia, eu não sabia o que fazer, ele estava a ponto de me achar, ate que eu olho para cima e vejo uma entrada de ar, rapidamente eu me inclino e a abro, era estreita, mas meu corpo passaria por ela, me impulsionei e entrei na passagem de ar, assim que entro Frederik arromba à porta do banheiro onde eu estava, e sem mais segura em um dos meus pés que ainda não tinham entrado na passagem de ar.
- Me solte, seu desgraçado.
- Vou matar você, não tem como fugir de mim. – Então eu chuto seu rosto e ele me solta.
Comecei a se arrastar pela passagem de ar, não vi mais Frederik, porem eu sabia que ele me acharia novamente, a cada arrastada que eu dava passava por uma pequena abertura, assim eu via cada quarto que havia no posto. Era horrível a sensação de angustia, ao ver aquelas camas onde eles prostituiam as garotas e depois a mandavam para Frederik. Eu estava preocupado com Elisa, pensava em reencontrá-la. Mas meu pensamento era outro ao ver em uma das passagens de ar uma cena horrível. Barbara que havia sido capturada na casa da gorda, estava deitada em uma cama, estava com sua garganta cortada e suas pernas e braços amarrados.
Desvio o olhar eu não acreditava que eles haviam torturado ela, eu estava realmente angustiado e me sentindo culpado por tudo isso, mas continua a me arrastar e procurar uma saída, ate que sinto um impulso debaixo de minha barriga, e antes de eu pensar, a passagem de ar de alumino e rasgada com um fúria enorme e eu caio de lá.
Caindo em cima de uma mesa de escritório eu olho para os lados, e antes de eu se quer pensar em algo, sou jogado violentamente contra a parede, e a faca que estava comigo se perde em meio a vários papeis que caiam de uma prateleira, Frederik estava pronto para me matar.
- Acabou Alan, todo o seu esforço para se livrar de nossas mãos falhou.
- Frederik você é um monstro.
- Alan, você realmente me surpreendeu, acabou com tudo o que nós fazíamos, todos os planos;
- Sempre tem um fim para o começo. – E ele começa a caminhar, e eu tentava me levantar.
- Sim, esta é a origem da vida, um começo e um fim, minha mãe foi morta no fogo, ela sofreu com a morte, e eu levei comigo as marcas do sofrimento.
- Cale-se Frederik, isso não justifica as atrocidades que você faz.
Caindo em cima de uma mesa de escritório eu olho para os lados, e antes de eu se quer pensar em algo, sou jogado violentamente contra a parede, e a faca que estava comigo se perde em meio a vários papeis que caiam de uma prateleira, Frederik estava pronto para me matar.
- Acabou Alan, todo o seu esforço para se livrar de nossas mãos falhou.
- Frederik você é um monstro.
- Alan, você realmente me surpreendeu, acabou com tudo o que nós fazíamos, todos os planos;
- Sempre tem um fim para o começo. – E ele começa a caminhar, e eu tentava me levantar.
- Sim, esta é a origem da vida, um começo e um fim, minha mãe foi morta no fogo, ela sofreu com a morte, e eu levei comigo as marcas do sofrimento.
- Cale-se Frederik, isso não justifica as atrocidades que você faz.
Eu tentava olhar para os lado procurando algo para acertá-lo, mas era impossível, a única coisa que havia no local era arpões, mas estavam atrás de Frederik e acoplados na parede. Eu não sábia o que fazer, então já sem forças me ajoelho no chão deito minha cabeça e coloco as mãos apoiadas no piso, esperando minha morte.
- Alan, você realmente é forte, eu o admiro e te dou a morte de presente, com sua dor eu limparei minha angustia.
– Então eu fecho os olhos e começo a lembrar de tudo o que eu já tinha passado, lembrando dos bons momentos junto com Rique e Marcus, lembrando de minha família, lembrando de Carla e Barbara, quando eu e Rique brigávamos por elas, e lembrando principalmente de Elisa, que eu já amava muito. Minha vida passou diante dos meus olhos, então era o fim.
...
Mas segundo se passaram e nada, quando eu abro os olhos eu me surpreendo, e eu não acreditava no que eu presenciava...
- Alan, você realmente é forte, eu o admiro e te dou a morte de presente, com sua dor eu limparei minha angustia.
– Então eu fecho os olhos e começo a lembrar de tudo o que eu já tinha passado, lembrando dos bons momentos junto com Rique e Marcus, lembrando de minha família, lembrando de Carla e Barbara, quando eu e Rique brigávamos por elas, e lembrando principalmente de Elisa, que eu já amava muito. Minha vida passou diante dos meus olhos, então era o fim.
...
Mas segundo se passaram e nada, quando eu abro os olhos eu me surpreendo, e eu não acreditava no que eu presenciava...
Frederik estava parado em minha frente, sua mascara estava quase encostada em minha face, o branco amarelado da velha mascara de seu rosto começou a ficar vermelho, parecia que ele cuspia sangue, pois sua mascara começava a mudar de cor, era horrível, ele estava de joelhos perante a mim. Levei meus olhos para cima e entendia o motivo dele cair de joelhos ao chão. O que eu menos esperava estava diante de mim.
Elisa havia cravado o arpão que servia de enfeite para o pequeno escritório, bem nas costas de Frederik, o arpão havia atravessado seu corpo e saído em seu peito. Ela não dizia uma palavra só olhava assustada para o assassino, que por mais ferido que podia estar se levanta e da um tapa em Lisa que cai no chão.
- Elisa! – Gritei – Corra, este monstro não vai morrer tão fácil. – Elisa olhava para os lados, com uma face de pânico, Frederik se rebatia e caia sobre tudo, derrubando tudo a frente.
- Desgraçada, eu vou te cortar, eu vou te despedaçar. – Eu levanto com dificuldade do chão e levando Elisa, que fala sussurrando e me dando um beijo.
- Eu nunca iria te deixar, eu não poderia ir embora sem você. – Olhei fixamente para ela, e não consegui dizer mais nada, apenas gritei
- Vamos embora entes que ele volte a si. – Saindo mancando e com fortes dores do escritório, eu deixo a imagem de Frederik para trás, ele estava se rebatendo e puxando o arpão de seu peito.
Elisa havia cravado o arpão que servia de enfeite para o pequeno escritório, bem nas costas de Frederik, o arpão havia atravessado seu corpo e saído em seu peito. Ela não dizia uma palavra só olhava assustada para o assassino, que por mais ferido que podia estar se levanta e da um tapa em Lisa que cai no chão.
- Elisa! – Gritei – Corra, este monstro não vai morrer tão fácil. – Elisa olhava para os lados, com uma face de pânico, Frederik se rebatia e caia sobre tudo, derrubando tudo a frente.
- Desgraçada, eu vou te cortar, eu vou te despedaçar. – Eu levanto com dificuldade do chão e levando Elisa, que fala sussurrando e me dando um beijo.
- Eu nunca iria te deixar, eu não poderia ir embora sem você. – Olhei fixamente para ela, e não consegui dizer mais nada, apenas gritei
- Vamos embora entes que ele volte a si. – Saindo mancando e com fortes dores do escritório, eu deixo a imagem de Frederik para trás, ele estava se rebatendo e puxando o arpão de seu peito.
Correndo com dificuldades, passamos pelas portas dos quartos, e uma coisa veio a minha mente, uma inquietação. Eu queria ter certeza que Barbara realmente estava morta, por que ela estava amordaçada e amarrada em um dos quartos.
- Elisa eu tenho que conferir algo, vamos comigo.
- Não, vamos sair logo daqui, temos que ir ate a ponte e procurar ajuda, rápido, vamos.
- Eu vi a Barbara em um dos quartos, eu tenho que ver se ela esta realmente morta. – Elisa então concorda e eu olhando para o teto, fui calculando onde foi que eu vi a Barbara, então paro diante de um aporta e a empurro, ela estava aberta. Paramos por um segundo em ver aquela cena aterrorizante, como era de se esperar Barbara estava realmente naquele quarto, mas estava pior do que eu tinha visto. Ela estava com um enorme corte em sua garganta que sangrava muito, suas pernas e braços estavam esticados e sangue saia de suas costas que banhava os lençóis da cama. Corremos ao lado da cama, e olhando para ela eu falo para Elisa.
- Ela esta morta?
- Não sei. – E Elisa foi levando suas mãos ate a boca de Barbara, para retirar sua mordaça, foi quando um susto nos fez tirar a duvida, assim que Elisa tira a mordaça, Barbara da um longo suspiro, e abre os olhos.
- Você esta viva. – Falei e Barbara com muita dificuldade e quase sem voz diz.
- Eles quase me mataram, abusaram de mim e depois cortaram minha garganta. – E ela tossi sangue e continua a falar. – Eles a cortaram em um ponto onde eu acabasse morrendo aos poucos.
- Vamos te tirar daí. – Falou Elisa, mas ela continua a falar, apenas mexendo a boca sem se mover.
- Não tem como eu me levantar, Frederik cortou minhas costas e retirou minha espinha, eu estou invalida não sinto meu corpo, não consigo sair daqui de cima.
- Elisa eu tenho que conferir algo, vamos comigo.
- Não, vamos sair logo daqui, temos que ir ate a ponte e procurar ajuda, rápido, vamos.
- Eu vi a Barbara em um dos quartos, eu tenho que ver se ela esta realmente morta. – Elisa então concorda e eu olhando para o teto, fui calculando onde foi que eu vi a Barbara, então paro diante de um aporta e a empurro, ela estava aberta. Paramos por um segundo em ver aquela cena aterrorizante, como era de se esperar Barbara estava realmente naquele quarto, mas estava pior do que eu tinha visto. Ela estava com um enorme corte em sua garganta que sangrava muito, suas pernas e braços estavam esticados e sangue saia de suas costas que banhava os lençóis da cama. Corremos ao lado da cama, e olhando para ela eu falo para Elisa.
- Ela esta morta?
- Não sei. – E Elisa foi levando suas mãos ate a boca de Barbara, para retirar sua mordaça, foi quando um susto nos fez tirar a duvida, assim que Elisa tira a mordaça, Barbara da um longo suspiro, e abre os olhos.
- Você esta viva. – Falei e Barbara com muita dificuldade e quase sem voz diz.
- Eles quase me mataram, abusaram de mim e depois cortaram minha garganta. – E ela tossi sangue e continua a falar. – Eles a cortaram em um ponto onde eu acabasse morrendo aos poucos.
- Vamos te tirar daí. – Falou Elisa, mas ela continua a falar, apenas mexendo a boca sem se mover.
- Não tem como eu me levantar, Frederik cortou minhas costas e retirou minha espinha, eu estou invalida não sinto meu corpo, não consigo sair daqui de cima.
- Meu Deus, o que faremos Alan. – Olhando para Barbara eu não sabia o que fazer, eu não poderia deixa - lá,
mas ela estava em estado vegetativo, e mesmo a levando, ela iria morrer por perda excessiva de sangue.
- Alan, acabe com minha dor. – Exclamou Barbara. Eu arregalei os olhos, e não acreditava no que ela falava, Elisa se afasta dando passo para trás e exclama, desesperada.
- Alan, não faça isso.
- Eu não posso Barbara.
- Acabe com minha dor, por favor, acabe com ela, eu não posso mais ficar aqui.
- Eu não posso não, não.
- Alan, eu quero encontrar Carla, eu quero ir para um lugar melhor, eu não posso viver assim, termine minha dor. – Ela olhava com dificuldade para uma faca ao lado de seu corpo.
- Barbara, me desculpe. – Então eu pego a faca e ela completa.
- Obrigado, você é realmente o herói de todos, obrigado, e se um dia nosso pesadelo virar uma historia, não deixe de citar sobre mim.
- Alan, não. – Gritou Lisa, e eu desesperado e tremendo, acerto varias facadas em Barbara e a termino de
matar, seu sangue foi jogado ao meu rosto e eu estava desesperado, cai no chão largando a faca e chorava sem parar.
- Vamos Alan, rápido. – Elisa chorava desesperada com as mãos na boca, sem mais escutamos uma correria nos corredores, era Frederik. Então quebramos a janela do quarto com uma poltrona e pulamos do posto, saindo daquele inferno.
Eu ainda estava em estado de choque, eu havia acabado com o sofrimento de Barbara, mas ao mesmo tempo eu havia tirado seu restante de vida, eu estava totalmente desesperado. Corremos o mais rápido que podemos e avistamos Hugo deitado com Dani atrás de uma arvore. Elisa logo a pega pelo ombro e, entramos na mata escorregando pelo morro, era muito grande e alto, nem pensamos só pulamos, embaixo havia um rio, provavelmente nos levaria ate a ponte.
mas ela estava em estado vegetativo, e mesmo a levando, ela iria morrer por perda excessiva de sangue.
- Alan, acabe com minha dor. – Exclamou Barbara. Eu arregalei os olhos, e não acreditava no que ela falava, Elisa se afasta dando passo para trás e exclama, desesperada.
- Alan, não faça isso.
- Eu não posso Barbara.
- Acabe com minha dor, por favor, acabe com ela, eu não posso mais ficar aqui.
- Eu não posso não, não.
- Alan, eu quero encontrar Carla, eu quero ir para um lugar melhor, eu não posso viver assim, termine minha dor. – Ela olhava com dificuldade para uma faca ao lado de seu corpo.
- Barbara, me desculpe. – Então eu pego a faca e ela completa.
- Obrigado, você é realmente o herói de todos, obrigado, e se um dia nosso pesadelo virar uma historia, não deixe de citar sobre mim.
- Alan, não. – Gritou Lisa, e eu desesperado e tremendo, acerto varias facadas em Barbara e a termino de
matar, seu sangue foi jogado ao meu rosto e eu estava desesperado, cai no chão largando a faca e chorava sem parar.
- Vamos Alan, rápido. – Elisa chorava desesperada com as mãos na boca, sem mais escutamos uma correria nos corredores, era Frederik. Então quebramos a janela do quarto com uma poltrona e pulamos do posto, saindo daquele inferno.
Eu ainda estava em estado de choque, eu havia acabado com o sofrimento de Barbara, mas ao mesmo tempo eu havia tirado seu restante de vida, eu estava totalmente desesperado. Corremos o mais rápido que podemos e avistamos Hugo deitado com Dani atrás de uma arvore. Elisa logo a pega pelo ombro e, entramos na mata escorregando pelo morro, era muito grande e alto, nem pensamos só pulamos, embaixo havia um rio, provavelmente nos levaria ate a ponte.
- Rápido vamos entrar no rio, podemos despistar Frederik.
- Ele vai nos achar, eu sei que vai.
- Lisa... Elisa é você? – E Dani começava a abrir os olhos, ainda sonolenta
- Sim Dani descanse.
- Minhas pernas estão muito feias, eu estou sentindo muita dor.
- Não estão só um pouco queimadas, com uns curativos vai melhorar, estou tão feliz que esteja viva. – E Elisa retira partes de sua calça e enrola nas feridas de Dani, Hugo grita entrando rapidamente na água.
- Gente rápido, escutei algo lá encima do morro, vamos entrar, e nos esconder.
Nós quatro entramos na água e ficamos só com uma parte da cabeça para respirar e para ele não nos achar pegamos folhas e cobrimos a parte que ficava para fora, assim nos camuflamos
- Vamos conseguir sair dessa gente, vamos sim. – Elisa falava com palavras encorajadoras enquanto segurava Dani pelo braço.
- Vamos sim, se Deus quiser. – Retruquei, e Hugo termina
- Sim, mas você esta muito ferido Alan e se ficar na água vai piorar temos que ir depressa.
- Tudo bem, não me importa só quero ver Frederik morto e nós se salvando. – Hugo estava na água meio cansado e se batendo.
- Você esta bem Hugo?
- Sim fui campeão de natação no meu colégio, só estou um pouco cansado.
- Suba nas minhas costas.
- Mas você esta muito machucado Alan
- Não me importo, eu sei muito bem nadar, também sou campeão no meu colégio – Ele deu um sorriso e subiu, a água estava muito fria, congelava minhas mãos ou o que sobrou delas, a correnteza estava ficando forte cada vez mais forte ate que seguro em um tronco e Elisa que estava com Dani nas costas para também
- Ele vai nos achar, eu sei que vai.
- Lisa... Elisa é você? – E Dani começava a abrir os olhos, ainda sonolenta
- Sim Dani descanse.
- Minhas pernas estão muito feias, eu estou sentindo muita dor.
- Não estão só um pouco queimadas, com uns curativos vai melhorar, estou tão feliz que esteja viva. – E Elisa retira partes de sua calça e enrola nas feridas de Dani, Hugo grita entrando rapidamente na água.
- Gente rápido, escutei algo lá encima do morro, vamos entrar, e nos esconder.
Nós quatro entramos na água e ficamos só com uma parte da cabeça para respirar e para ele não nos achar pegamos folhas e cobrimos a parte que ficava para fora, assim nos camuflamos
- Vamos conseguir sair dessa gente, vamos sim. – Elisa falava com palavras encorajadoras enquanto segurava Dani pelo braço.
- Vamos sim, se Deus quiser. – Retruquei, e Hugo termina
- Sim, mas você esta muito ferido Alan e se ficar na água vai piorar temos que ir depressa.
- Tudo bem, não me importa só quero ver Frederik morto e nós se salvando. – Hugo estava na água meio cansado e se batendo.
- Você esta bem Hugo?
- Sim fui campeão de natação no meu colégio, só estou um pouco cansado.
- Suba nas minhas costas.
- Mas você esta muito machucado Alan
- Não me importo, eu sei muito bem nadar, também sou campeão no meu colégio – Ele deu um sorriso e subiu, a água estava muito fria, congelava minhas mãos ou o que sobrou delas, a correnteza estava ficando forte cada vez mais forte ate que seguro em um tronco e Elisa que estava com Dani nas costas para também
- O que foi Alan?
- Escutei algo se mexendo vamos encostar-nos a essa pedra e esperar para ver o que é. – Olhávamos para as margens e nada ate que do meio dos arbustos um veado salta par aos lados
- É apenas um animal. – Elisa fala aliviada, porem nossa preocupação logo volta quando o veado some abrindo espaço a uma flecha que atinge uma arvore do lado da margem que estávamos.
- Ah! Ele nos achou rápido para a correnteza. - Se jogamos para as águas agitadas elas nos levavam em alta velocidade para frente, Frederik na margem corria rapidamente tentando nos seguir, atirava flechas, mas não acertava uma, pois se mexíamos muito na água. Ele estava banhado a sangue, e já não estava com o seu
capuz, devia ter tirado para extrair o arpão que Lisa havia cravado em seu peito
- RAPIDO ELISA, VENHA PARA PERTO DE MIM. – Gritei para Elisa
- ESTOU INDO. – Elisa se aproximou e me deu a mão junto com Hugo e Dani, começamos a afundar, mergulhamos e tentamos escapar submersos, mas logo voltamos para a superfície, pois estávamos sem ar.
Assim que voltamos não avistamos o maldito, então Hugo fala.
- Onde esta Frederik?
- Não sei. – A água estava se acalmando e Frederik havia sumido, de longe avisto a ponte.
- Olhem a ponte temos que chegar ate lá. – Realmente era muito longe para irmos nadando e então tínhamos que chegar ate a margem.
Nadamos muito estava quase sem fôlego, Hugo sai das minhas costas e começa a nadar sozinho enquanto Elisa levava Dani, ela estava ficando para trás, pois estava mais cansada por levar à amiga.
- Elisa quer ajuda?
- Não eu consigo levar a Dani. – Eu estava bem afastado de lisa e Dani, quando olho na margem da esquerda Frederik estava lá parado e mirando suas terríveis flechas para as meninas.
- ELISA CUIDADO ELE VAI ATIRAR. – Uma flecha foi atirada
- Escutei algo se mexendo vamos encostar-nos a essa pedra e esperar para ver o que é. – Olhávamos para as margens e nada ate que do meio dos arbustos um veado salta par aos lados
- É apenas um animal. – Elisa fala aliviada, porem nossa preocupação logo volta quando o veado some abrindo espaço a uma flecha que atinge uma arvore do lado da margem que estávamos.
- Ah! Ele nos achou rápido para a correnteza. - Se jogamos para as águas agitadas elas nos levavam em alta velocidade para frente, Frederik na margem corria rapidamente tentando nos seguir, atirava flechas, mas não acertava uma, pois se mexíamos muito na água. Ele estava banhado a sangue, e já não estava com o seu
capuz, devia ter tirado para extrair o arpão que Lisa havia cravado em seu peito
- RAPIDO ELISA, VENHA PARA PERTO DE MIM. – Gritei para Elisa
- ESTOU INDO. – Elisa se aproximou e me deu a mão junto com Hugo e Dani, começamos a afundar, mergulhamos e tentamos escapar submersos, mas logo voltamos para a superfície, pois estávamos sem ar.
Assim que voltamos não avistamos o maldito, então Hugo fala.
- Onde esta Frederik?
- Não sei. – A água estava se acalmando e Frederik havia sumido, de longe avisto a ponte.
- Olhem a ponte temos que chegar ate lá. – Realmente era muito longe para irmos nadando e então tínhamos que chegar ate a margem.
Nadamos muito estava quase sem fôlego, Hugo sai das minhas costas e começa a nadar sozinho enquanto Elisa levava Dani, ela estava ficando para trás, pois estava mais cansada por levar à amiga.
- Elisa quer ajuda?
- Não eu consigo levar a Dani. – Eu estava bem afastado de lisa e Dani, quando olho na margem da esquerda Frederik estava lá parado e mirando suas terríveis flechas para as meninas.
- ELISA CUIDADO ELE VAI ATIRAR. – Uma flecha foi atirada
Naquele momento meu coração parecia ter parado, e meu olhar parecia acompanhar aquela flecha indo em direção a Elisa por vários minutos, mas não, tudo aconteceu rápido, por um segundo Elisa afunda.
- NAOOOOOOOOOO! – Eu mergulho e começo a nadar, rapidamente, mas não achava, ela avia afundado junto com Dani.
Desesperei-me, Frederik continua lançando as flechas que eu tentava desviar, submerso a única coisa que eu via era as flechas cortando a água e fazendo um som assustador, eu não achava Elisa, a água estava muito escura, mas depois de tudo que passei não poderia voltar sem a Lisa, eu volto a superfície e Hugo grita boiando na água.
- Olhe para trás Alan. – Olhei para trás e das águas, o inesperado e revelado, Dani sai com Elisa nos ombros, ela estava com uma face determinada e nadava com Elisa inconsciente, então eu nado ate elas e Dani grita.
- Rápido ela foi atingida no braço. – Elisa estava desmaiada com o braço perfurado, rapidamente nadamos ate a margem.
- Frederik esta do outro lado e não vai demorar pra chegar aqui.
- Calma Hugo, vamos tirar essa flecha do braço dela enquanto ela esta desmaiada, pois vai doer muito. - Quebrei a ponta da flecha e com um impulso, eu puxo. Elisa suspira cuspindo a água que estava em sua boca, e com um longo e ardido grito ela se corroeu de dor
- Calma amor eu estou aqui. – A abraçando, ela sussurra de dor
- Meu braço esta doendo, e sangrando muito, eu ao menos vi o que me atingiu – Hugo tira sua camisa e rasga um pedaço para fazer compressa no braço de Elisa. Depois que cuidamos andamos em direção a ponte, chegando lá havia uma longa escada, que levava ate o topo.
A ponte era enorme, e alta, muito alta eu sonhava em achar uma ajuda no topo, eu esperava que os policiais chegassem logo, eu já não agüentava este inferno, esta dor, eu queria ver minha mãe meu pai, minha irmã. Então eu falo
- NAOOOOOOOOOO! – Eu mergulho e começo a nadar, rapidamente, mas não achava, ela avia afundado junto com Dani.
Desesperei-me, Frederik continua lançando as flechas que eu tentava desviar, submerso a única coisa que eu via era as flechas cortando a água e fazendo um som assustador, eu não achava Elisa, a água estava muito escura, mas depois de tudo que passei não poderia voltar sem a Lisa, eu volto a superfície e Hugo grita boiando na água.
- Olhe para trás Alan. – Olhei para trás e das águas, o inesperado e revelado, Dani sai com Elisa nos ombros, ela estava com uma face determinada e nadava com Elisa inconsciente, então eu nado ate elas e Dani grita.
- Rápido ela foi atingida no braço. – Elisa estava desmaiada com o braço perfurado, rapidamente nadamos ate a margem.
- Frederik esta do outro lado e não vai demorar pra chegar aqui.
- Calma Hugo, vamos tirar essa flecha do braço dela enquanto ela esta desmaiada, pois vai doer muito. - Quebrei a ponta da flecha e com um impulso, eu puxo. Elisa suspira cuspindo a água que estava em sua boca, e com um longo e ardido grito ela se corroeu de dor
- Calma amor eu estou aqui. – A abraçando, ela sussurra de dor
- Meu braço esta doendo, e sangrando muito, eu ao menos vi o que me atingiu – Hugo tira sua camisa e rasga um pedaço para fazer compressa no braço de Elisa. Depois que cuidamos andamos em direção a ponte, chegando lá havia uma longa escada, que levava ate o topo.
A ponte era enorme, e alta, muito alta eu sonhava em achar uma ajuda no topo, eu esperava que os policiais chegassem logo, eu já não agüentava este inferno, esta dor, eu queria ver minha mãe meu pai, minha irmã. Então eu falo
- Vamos ter que subir, por que aquele desgraçado esta vindo atrás de nos, rápido pessoal
- Tudo bem.
- Gente meus pés estão doendo e minhas pernas também não vou conseguir. – Dani falava meio cansativa.
- Você chegou ate aqui, não vamos desistir. - Com um sorriso e um forte respiro ela é a primeira a subir nas escadas, seguido de nós era muito alto, enquanto subíamos eu olhava para os lados e via a enorme serra onde estávamos, rodeado de mata, e lembrava de tudo o que passamos para chegar aqui. Então chegamos encima da ponte
- E agora o que fazemos?
- Não sei eles disseram que viriam nos resgatar.
- Quando foi isso? – Perguntava Dani que não sabia.
- Ontem.
- Ontem, então eles já devem ter vindo.
- É mesmo, com o sou burro, e agora o que fazemos? – Eu sentei no chão e comecei a pensar e nada vinha na minha cabeça. - Começamos a andar sobre a ponte ate que de longe vemos alguém parado.
- Que porra corra é Frederik.
- Esse cara quer nos matar de qualquer jeito. – Não dava para fugir era o fim da linha paramos e ele grita.
- ACHARAM QUE SE LIVRARIAM DE MIM TÃO FACIL, CRIANÇAS?
- Frederik, não fizemos nada com você. – Dani grita
- No começo não, mas ficou pessoal, quando Alan esfolou a cabeça do Torico, e você sua vadia terminou o serviço, ou quando Alan perfurou a boca de Thomas que morreu não , ah e quando mataram a Gorda e o velho nojento era assim que os chamavam não eram?. – ele ia se aproximando e a cada passo dele nos dávamos um passo para trás. – Vocês merecem a morte
- Tudo bem.
- Gente meus pés estão doendo e minhas pernas também não vou conseguir. – Dani falava meio cansativa.
- Você chegou ate aqui, não vamos desistir. - Com um sorriso e um forte respiro ela é a primeira a subir nas escadas, seguido de nós era muito alto, enquanto subíamos eu olhava para os lados e via a enorme serra onde estávamos, rodeado de mata, e lembrava de tudo o que passamos para chegar aqui. Então chegamos encima da ponte
- E agora o que fazemos?
- Não sei eles disseram que viriam nos resgatar.
- Quando foi isso? – Perguntava Dani que não sabia.
- Ontem.
- Ontem, então eles já devem ter vindo.
- É mesmo, com o sou burro, e agora o que fazemos? – Eu sentei no chão e comecei a pensar e nada vinha na minha cabeça. - Começamos a andar sobre a ponte ate que de longe vemos alguém parado.
- Que porra corra é Frederik.
- Esse cara quer nos matar de qualquer jeito. – Não dava para fugir era o fim da linha paramos e ele grita.
- ACHARAM QUE SE LIVRARIAM DE MIM TÃO FACIL, CRIANÇAS?
- Frederik, não fizemos nada com você. – Dani grita
- No começo não, mas ficou pessoal, quando Alan esfolou a cabeça do Torico, e você sua vadia terminou o serviço, ou quando Alan perfurou a boca de Thomas que morreu não , ah e quando mataram a Gorda e o velho nojento era assim que os chamavam não eram?. – ele ia se aproximando e a cada passo dele nos dávamos um passo para trás. – Vocês merecem a morte
- Você não entende, nos os matamos, por sobrevivência, para se salvarmos.
- Boa, vocês matam para se salvar e eu mato por diversão.
- Você é um psicopata assassino – Gritou Elisa
- Olhe bem para vocês todos são assassinos, mataram, feriram pessoas, qual é a sensação de sentir o sangue de sua amiga em seu rosto Alan?
- Cale-se eu apenas tirei a dor que você deu de presente.
- Agora esta me entendendo? – Ele levanta as mãos. – Esta vendo o que eu faço, eu tiro a dor das pessoas dando a morte, foi o que você fez, no final você não passa de um humano lixo, não passa de um assassino igual a mim.
- eu nunca vou ser igual a você seu psicopata retardado. – Ele de alguma maneira ele se enfureceu e começou a correr em nossa direção e logo pega Hugo pelo braço e fala.
- Já que eu sou retardado, psicopata, quer ver esse garotinho que você lutou pra salvar morrer na sua frente eu ia adorar sentir suas tripas em minhas mãos.
- Não!!!!! Solte ele.
- Hugo, Hugo, eu sabia que você era corajoso, quando eu matei seus pais eu senti isso no sangue deles, senti que seu papai era forte quando tentou se livrar do arpão que passava pelos seus braços.
- Não fale do meu pai, não fale da minha mãe, me solta, me solta. – De sua roupa Frederik tira uma navalha.
- Que pele macia, vou arrancar uma orelha, para guardar comigo e fazer um colar.
- NAOOOO!!
- Pare, solte-o. – As garotas começam a gritar, e Frederik, mas uma vez fala.
- ISSO É POR TEREM ACABADO COM MINHA FAMILIA E COM NOSSO SUSTENTO, veras a morte dessa criança. –
Corri o mais rápido que podia, Hugo gritava por socorro, Frederik levanta a faca, em um segundo tudo parecia em câmera lenta, eu corri para impedir, mas minhas pernas travaram. Foi quando eu cai e não consegui mais me levantar, estendi minhas mãos e suspirei.
- Boa, vocês matam para se salvar e eu mato por diversão.
- Você é um psicopata assassino – Gritou Elisa
- Olhe bem para vocês todos são assassinos, mataram, feriram pessoas, qual é a sensação de sentir o sangue de sua amiga em seu rosto Alan?
- Cale-se eu apenas tirei a dor que você deu de presente.
- Agora esta me entendendo? – Ele levanta as mãos. – Esta vendo o que eu faço, eu tiro a dor das pessoas dando a morte, foi o que você fez, no final você não passa de um humano lixo, não passa de um assassino igual a mim.
- eu nunca vou ser igual a você seu psicopata retardado. – Ele de alguma maneira ele se enfureceu e começou a correr em nossa direção e logo pega Hugo pelo braço e fala.
- Já que eu sou retardado, psicopata, quer ver esse garotinho que você lutou pra salvar morrer na sua frente eu ia adorar sentir suas tripas em minhas mãos.
- Não!!!!! Solte ele.
- Hugo, Hugo, eu sabia que você era corajoso, quando eu matei seus pais eu senti isso no sangue deles, senti que seu papai era forte quando tentou se livrar do arpão que passava pelos seus braços.
- Não fale do meu pai, não fale da minha mãe, me solta, me solta. – De sua roupa Frederik tira uma navalha.
- Que pele macia, vou arrancar uma orelha, para guardar comigo e fazer um colar.
- NAOOOO!!
- Pare, solte-o. – As garotas começam a gritar, e Frederik, mas uma vez fala.
- ISSO É POR TEREM ACABADO COM MINHA FAMILIA E COM NOSSO SUSTENTO, veras a morte dessa criança. –
Corri o mais rápido que podia, Hugo gritava por socorro, Frederik levanta a faca, em um segundo tudo parecia em câmera lenta, eu corri para impedir, mas minhas pernas travaram. Foi quando eu cai e não consegui mais me levantar, estendi minhas mãos e suspirei.
- Hugo... - O Inesperado, um barulho de tiro vem de longe. Era um policial, ele saia de trás de uma arvore, e logo vários barulhos de sirene se entendiam pelo local
- AAAAAAAAH. – Ele acerta as costas de Frederik que solta Hugo e começa a se afastar. Eu não estava acreditando um policial de moto, surge também e já mira sua arma em Frederik e logo atrás viaturas finalmente chegam e faziam um fechamento na ponte.
- Vocês estão bem garotos? – Um policial vinha em nossa direção, ele gritava para Frederik.
- Largue a faca, largue ou atiremos novamente.
- Vocês não vão me matar. – E ele começa a andar com dificuldades para a minha direção. Elisa e Dani estavam caídas ao chão, Dani não conseguia se manter em pé, e o desespero delas eram evidentes. Assim que Frederik da um passo ele recebe mais um tiro de outro policial, mas não cai anda para trás ate a ponta da ponte e grita
- ESCUTE PIVETE, NEM QUE EU TENHA QUE VOLTAR DO INFERNO, MAS VOLTAREI PARA TE MATAR. – eu com dificuldade olho fixamente nos olhos de Frederik, e ele retira a mascara deixando ela cair, seus olhos estavam pedindo socorro, e sua face deformada escondia seu desespero.
- Pode acreditar Frederik, que do inferno você não sai. – Assim que falo, ele sorri com dificuldade cuspindo sangue e pula da ponte, sumindo de nossas vistas, eu me levanto e vou correndo para ver e ele despenca de uma altura de 40 metros, e cai na água.
- Será que era o fim? Será que conseguimos? - E Dani, Lisa e Hugo se aproximam, e Lisa me abraçando pelas costas fala.
- Acabou. - Viaturas e Ambulâncias começam a chegar em grande numero
- Esta tudo bem vocês estão salvos – Uma policial fala, então eu pergunto
- Como vocês vieram hoje,se eu liguei ontem?
- AAAAAAAAH. – Ele acerta as costas de Frederik que solta Hugo e começa a se afastar. Eu não estava acreditando um policial de moto, surge também e já mira sua arma em Frederik e logo atrás viaturas finalmente chegam e faziam um fechamento na ponte.
- Vocês estão bem garotos? – Um policial vinha em nossa direção, ele gritava para Frederik.
- Largue a faca, largue ou atiremos novamente.
- Vocês não vão me matar. – E ele começa a andar com dificuldades para a minha direção. Elisa e Dani estavam caídas ao chão, Dani não conseguia se manter em pé, e o desespero delas eram evidentes. Assim que Frederik da um passo ele recebe mais um tiro de outro policial, mas não cai anda para trás ate a ponta da ponte e grita
- ESCUTE PIVETE, NEM QUE EU TENHA QUE VOLTAR DO INFERNO, MAS VOLTAREI PARA TE MATAR. – eu com dificuldade olho fixamente nos olhos de Frederik, e ele retira a mascara deixando ela cair, seus olhos estavam pedindo socorro, e sua face deformada escondia seu desespero.
- Pode acreditar Frederik, que do inferno você não sai. – Assim que falo, ele sorri com dificuldade cuspindo sangue e pula da ponte, sumindo de nossas vistas, eu me levanto e vou correndo para ver e ele despenca de uma altura de 40 metros, e cai na água.
- Será que era o fim? Será que conseguimos? - E Dani, Lisa e Hugo se aproximam, e Lisa me abraçando pelas costas fala.
- Acabou. - Viaturas e Ambulâncias começam a chegar em grande numero
- Esta tudo bem vocês estão salvos – Uma policial fala, então eu pergunto
- Como vocês vieram hoje,se eu liguei ontem?
- Passamos por aqui, e não achamos ninguém, porem uma noticia passou pelo nosso batalhão, você acha que seus pais não acharam estranho vocês sumirem por três dias? – E alguns carros chegam ao local, e dele minha mãe meu pai e minha irmã saem. Meus olhos encheram de lagrimas com dificuldade corri e abracei todos e não poderia deixar agonizar de felicidade.
- esta tudo bem filho, acabou.
- Alan, você está muito ferido, se eu perdesse você eu não sei o que seria de mim. – Sarah completa me dando um longo abraço.
- Não me aperta minhas costas doem. - Elisa e Dani me olharam e eu indo em direção a elas eu as abraço
- Vamos para casa gente, estamos vivos
- Tudo acabou bem não foi?
- Não tão bem não é Hugo, perdemos pessoas muito importantes, mas aonde quer que eles estejam estão felizes por nos
As ambulâncias começaram seu trabalho socorrendo Elisa, Hugo e Dani, colocando eles em ambulâncias, mas antes de eu entrar na ambulância também, eu vou ate onde Frederik avia pulado, e me agachando ao chão eu pego algo que o pertencia, sua horrível mascara.
- Frederik, no fim de tudo você não passava de um garoto que sofreu muito, perdeu a mãe e foi manipulado por pessoas ruins, no fim de tudo a divina morte de que você tanto falava te levou, e agora você sentira na pele o que varias vitimas sentiram, a dor. – E levantando sua mascara eu suspiro e a jogo ponte a baixo, acabando com a ultima presença do mal.
- esta tudo bem filho, acabou.
- Alan, você está muito ferido, se eu perdesse você eu não sei o que seria de mim. – Sarah completa me dando um longo abraço.
- Não me aperta minhas costas doem. - Elisa e Dani me olharam e eu indo em direção a elas eu as abraço
- Vamos para casa gente, estamos vivos
- Tudo acabou bem não foi?
- Não tão bem não é Hugo, perdemos pessoas muito importantes, mas aonde quer que eles estejam estão felizes por nos
As ambulâncias começaram seu trabalho socorrendo Elisa, Hugo e Dani, colocando eles em ambulâncias, mas antes de eu entrar na ambulância também, eu vou ate onde Frederik avia pulado, e me agachando ao chão eu pego algo que o pertencia, sua horrível mascara.
- Frederik, no fim de tudo você não passava de um garoto que sofreu muito, perdeu a mãe e foi manipulado por pessoas ruins, no fim de tudo a divina morte de que você tanto falava te levou, e agora você sentira na pele o que varias vitimas sentiram, a dor. – E levantando sua mascara eu suspiro e a jogo ponte a baixo, acabando com a ultima presença do mal.
Dia 11 de Dezembro de 2009 – Jornal Cruzeiro do Sul
NOTICIAS.
Nesta tarde policias militares do estado de são Paulo, foram acionados a comparecer a uma pequena vila chamada Valesco na serra Litorânea, mas não esperavam encontrar uma cena que já mais saíram de suas memórias, uma chacina onde 3 adolescentes conseguiram sobreviver
Daniella Rubens de Azevedo de 18 anos
Alan Delfin de 17 anos
Elisa Camargo Dantas de 17 anos
E uma criança desaparecida há um ano, que foi encontrado no local.
Hugo da silva Ferraz de 11 anos
Estavam vivos com ferimentos graves, e acabaram sendo salvas por policiais, as vitimas contam que tiveram que lutar pela vida, e alguns de seus amigos não conseguiram sobreviver
Henrique filho nascimento de 18 anos
Marcus Windsth de 17 anos
Carla da silva Dorial de 16 anos
Barbara Lima Takashi de 16 anos
Foram encontrados mortos junto com mais de 70 corpos ainda não identificados devido ao estado que foram encontrados.
Depoimentos dados pelas vitimas, esclarecem que uma família agia em um posto onde levavam as vitimas usavam seus corpos como prostituição e depois as mandavam para outra cabana onde eram torturadas e mortas.
O Assassino levou dois tiros sendo um no peito e outro nas costas e caiu de uma ponte com altura de 40 metros, a pericia e policiais vasculharam o rio, mas não teve sinal de seu corpo.
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