A cruel face de Frederik
Estava voltando a si, mas com medo de abrir os olhos, logo percebi que estava preso, minha vista foi clareando e eu estava em cima de uma mesa, meus braços e pernas estavam presos por um ferro reforçado com cadeados, era impossível eu fugir, voltei a deitar na mesa, não importava eu gritar ou berrar nada adiantava já estava muito debilitado, acho que chegou meu fim, mais onde esta aquele desgraçado? Ele não vai me matar?
Eu virava a cabeça para os lados, e sim eu estava no mesmo porão de antes, meu Deus essas pessoas são doentes e desumanas por que teve que matar meus amigos. Por que nós tivemos que cair nas mãos deles?
Fechei meus olhos e lagrimas escorriam, nada mais importava só ficaria ali para morrer, eu sabia que não tinha mais jeito só esperava a hora de minha morte. Comecei a lembra de minha mãe, e do meu velho pai que me deixou na porta de casa com seu olhar tremulo e preocupante, estou ate com saudades da chata da Sarah, meu Deus como eu queria abraçá-la, mas já não podia eu estava morto e não sabia. De repente escuto um barulho, e a grande porta de metal se abre mais uma vez, era Frederik.
Ele se aproxima de mim, e mexe em algumas prateleiras, pega uma mala e coloca perto de meu peito e começa a me olhar, eu cuspindo sangue e quase desmaiando de fome e dor começo a gritar desesperadamente.
Eu virava a cabeça para os lados, e sim eu estava no mesmo porão de antes, meu Deus essas pessoas são doentes e desumanas por que teve que matar meus amigos. Por que nós tivemos que cair nas mãos deles?
Fechei meus olhos e lagrimas escorriam, nada mais importava só ficaria ali para morrer, eu sabia que não tinha mais jeito só esperava a hora de minha morte. Comecei a lembra de minha mãe, e do meu velho pai que me deixou na porta de casa com seu olhar tremulo e preocupante, estou ate com saudades da chata da Sarah, meu Deus como eu queria abraçá-la, mas já não podia eu estava morto e não sabia. De repente escuto um barulho, e a grande porta de metal se abre mais uma vez, era Frederik.
Ele se aproxima de mim, e mexe em algumas prateleiras, pega uma mala e coloca perto de meu peito e começa a me olhar, eu cuspindo sangue e quase desmaiando de fome e dor começo a gritar desesperadamente.
- Seu filho da puta quer me matar? Vamos, me mate logo, derrama meu sangue, não é isso que tanto quer? – Ele não dizia uma palavra só fixava o olhar, seu rosto era coberto com uma mascara horrível, por que não mostrava seu rosto, eu queria ver a face daquele que eu tanto tinha medo? – Frederik se vira e começa a tirar a mascara, eu estava tão surpreso que me revirava com os olhos esbugalhados
Meu medo era intenso, comecei a olhá-lo ate que ele se vira perante a mim, sem a mascara. Quase desvio o olhar, seu rosto era horripilante cheios de marcas, parecia cicatrizes de queimaduras, seu nariz era fino e destruído, ele não possuía uma parte do lábio superior, fazendo assim seus dentes e gengiva ficar a mostra, era tenebroso.
- Olhe, olhe para mim. – Era a primeira vez que ouvia sua voz, era roca e medonha, ele falava com dificuldade e sua saliva se misturava entre sua bochecha, babava sem parar pelo fato de sua boca não fechar. - Veja isso, olha o que eu passei.
- Mas... – gaguejei -. Mas nós não temos nada haver com isso, por que você mata as pessoas, seu desgraçado, você matou meus 2 e únicos melhores amigos.
- Você não sabia o que era a dor, não sabia o que era o desespero, não sabia o que era perder uma pessoa especial, por isso eu mostrei e apresentei-os a você, não o perdoarei por ter matado minha família
- FAMILIA? – Gritei cuspindo sangue. - O que você sabe sobre família, eles não gostavam de você, só o usava para os fins financeiros, entenda, você nunca teve ninguém, depois que sua mãe morreu, eles apenas te chantagearam, você é apenas uma peça deste jogo doentio.
Meu medo era intenso, comecei a olhá-lo ate que ele se vira perante a mim, sem a mascara. Quase desvio o olhar, seu rosto era horripilante cheios de marcas, parecia cicatrizes de queimaduras, seu nariz era fino e destruído, ele não possuía uma parte do lábio superior, fazendo assim seus dentes e gengiva ficar a mostra, era tenebroso.
- Olhe, olhe para mim. – Era a primeira vez que ouvia sua voz, era roca e medonha, ele falava com dificuldade e sua saliva se misturava entre sua bochecha, babava sem parar pelo fato de sua boca não fechar. - Veja isso, olha o que eu passei.
- Mas... – gaguejei -. Mas nós não temos nada haver com isso, por que você mata as pessoas, seu desgraçado, você matou meus 2 e únicos melhores amigos.
- Você não sabia o que era a dor, não sabia o que era o desespero, não sabia o que era perder uma pessoa especial, por isso eu mostrei e apresentei-os a você, não o perdoarei por ter matado minha família
- FAMILIA? – Gritei cuspindo sangue. - O que você sabe sobre família, eles não gostavam de você, só o usava para os fins financeiros, entenda, você nunca teve ninguém, depois que sua mãe morreu, eles apenas te chantagearam, você é apenas uma peça deste jogo doentio.
- O que sabe sobre a mamãe? – Ele se vira e pega um martelo e um enorme prego. – Ela é uma santa, eu não mato por eles, eu mato por ela, eu dou a dor divina, eu dou a santidade ao corpo, eu levo todos para um mundo melhor. – E ele aponta o prego para mim.
- O que você vai fazer? – Eu ficava cada vez mais em pânico, eu sabia que a qualquer momento eu morreria, tentava tirar meus braços das correntes, mas eles estava muito apertados, eu já não conseguia me mover, então Frederik continuava a falar
- Titia sempre me dizia que Jesus olha por nós, ele sofreu muito sabia? – E ele agora pegava o martelo e apontava para mim. - Seus pés e mãos foram perfurados por enormes pregos e depois de ser torturado em publico foi pendurado a uma cruz.
- POR FAVOR, NÃO FAÇA ISSO. – Ele foi se aproximando com os enormes pregos, eu soava frio não sabia o que ele realmente ia fazer com aquilo, mas imaginava.
- Vou te dar a mesma dor que Jesus sentiu ao ser perfurado, daí você dará valor á verdadeira dor, você sentirá a divindade entrar em seu corpo, sentira o prazer da morte.
- NÃO, SAI DE PERTO DE MIM!!!!. – Frederik ia se aproximando pouco a pouco ate que ele levanta a mesa e eu fico pendurado por estar preso, meu corpo se esticou, meu peso parecia ter ficado dobrado pelo fato de eu estar fraco, meus braços pareciam que iria descolar de meu corpo, eu sentia um frio que me arrepiava todo, será que depois de tudo esse era meu fim. Ele pega o enorme prego coloca sobre minha mão direita, e começa a falar.
- O que você vai fazer? – Eu ficava cada vez mais em pânico, eu sabia que a qualquer momento eu morreria, tentava tirar meus braços das correntes, mas eles estava muito apertados, eu já não conseguia me mover, então Frederik continuava a falar
- Titia sempre me dizia que Jesus olha por nós, ele sofreu muito sabia? – E ele agora pegava o martelo e apontava para mim. - Seus pés e mãos foram perfurados por enormes pregos e depois de ser torturado em publico foi pendurado a uma cruz.
- POR FAVOR, NÃO FAÇA ISSO. – Ele foi se aproximando com os enormes pregos, eu soava frio não sabia o que ele realmente ia fazer com aquilo, mas imaginava.
- Vou te dar a mesma dor que Jesus sentiu ao ser perfurado, daí você dará valor á verdadeira dor, você sentirá a divindade entrar em seu corpo, sentira o prazer da morte.
- NÃO, SAI DE PERTO DE MIM!!!!. – Frederik ia se aproximando pouco a pouco ate que ele levanta a mesa e eu fico pendurado por estar preso, meu corpo se esticou, meu peso parecia ter ficado dobrado pelo fato de eu estar fraco, meus braços pareciam que iria descolar de meu corpo, eu sentia um frio que me arrepiava todo, será que depois de tudo esse era meu fim. Ele pega o enorme prego coloca sobre minha mão direita, e começa a falar.
- Com essa dor vou purificá-lo, você esta tão bem sobre a cruz – Ele levanta o martelo mirando no prego sobre minha mão, eu flexiono os dedos do pé, retorço o rosto e fecho os olhos já me preparando para a dor, mas no momento que ele ia martelar, ouço um toque de telefone, parecia um celular, sem mais ele larga o martelo e fala virando e já colocando a sua mascara.
- Já volto para continuar. – Ele sobe as escadas e some. Minha respiração estava acelerada, eu soava frio e estava tremendo, não ia agüentar muito tempo, eu estava pendurado e meu peso era tanto sobre meus braços que eu sentia uma queimação enorme, já não tinha mais nada para fazer e comecei a falar baixo.
- Elisa, me desculpe eu não pude voltar, eu tinha lhe prometido, mas não pude voltar. – Observei bem aquele porão, era horrível, seu cheiro era forte, olhos em vidros, pele sobre mesas, pedaços de corpos em decomposição, eu me perguntava quando ele começou a matar? Quando ele realmente pararia de matar, eu queria dar um fim a tudo isso, mas já não posso mais. De repente escuto um barulho de passos, me desesperei achando que era Frederik
- VAI EMBORA... – Falei exausto e sem forças para gritar, mas do lugar de uma voz infernal, escuto uma doce e fraca voz.
- Alan! Cadê você? – E já a reconheço no exato momento
- ELISA! Estou aqui. – Não podia acreditar Elisa estava aqui mesmo ou eu já estava tento alucinações? Com dificuldade olho para o lado e lá estava ela e a Daniella.
- Alan, você esta... Esta sangrando muito.
- Lisa não se preocupe, era para você ter fugido com a Dani, mas espere, só me diz como entrou aqui? – Ela passava a mão sobre o meu rosto, limpando o suor frio que escorria, e ela ia falando
- Já volto para continuar. – Ele sobe as escadas e some. Minha respiração estava acelerada, eu soava frio e estava tremendo, não ia agüentar muito tempo, eu estava pendurado e meu peso era tanto sobre meus braços que eu sentia uma queimação enorme, já não tinha mais nada para fazer e comecei a falar baixo.
- Elisa, me desculpe eu não pude voltar, eu tinha lhe prometido, mas não pude voltar. – Observei bem aquele porão, era horrível, seu cheiro era forte, olhos em vidros, pele sobre mesas, pedaços de corpos em decomposição, eu me perguntava quando ele começou a matar? Quando ele realmente pararia de matar, eu queria dar um fim a tudo isso, mas já não posso mais. De repente escuto um barulho de passos, me desesperei achando que era Frederik
- VAI EMBORA... – Falei exausto e sem forças para gritar, mas do lugar de uma voz infernal, escuto uma doce e fraca voz.
- Alan! Cadê você? – E já a reconheço no exato momento
- ELISA! Estou aqui. – Não podia acreditar Elisa estava aqui mesmo ou eu já estava tento alucinações? Com dificuldade olho para o lado e lá estava ela e a Daniella.
- Alan, você esta... Esta sangrando muito.
- Lisa não se preocupe, era para você ter fugido com a Dani, mas espere, só me diz como entrou aqui? – Ela passava a mão sobre o meu rosto, limpando o suor frio que escorria, e ela ia falando
- Foi o Hugo um garotinho que me disse tudo o que aconteceu, e com a ajuda dele vim buscá-lo, lembra que você tinha me dito que enfrentaria tudo de novo por mim, é isso que eu estou fazendo agora, eu nunca iria te deixar Alan, por você eu enfrentaria tudo de novo. – E com um beijo ela me socorre, eu estava realmente feliz em vela, mas não poderia sair dali sem as chaves, já que eu estava preso por cadeados.
- Eu não poderei sair daqui, eu não poderei seguir com vocês, estou preso a cadeados. – As duas me olham e Dani já fala exotérica procurando em tudo.
- Você acha que iremos lhe deixar por causa de simples cadeadinhos?
- Por favor andem logo, Frederik pode chegar a qualquer momento.
- Claro. – As duas começam a tirar tudo do lugar, eu estava sempre olhando para cima, Frederik poderia descer sem prévio aviso, de cima dava para se ver quando ele dera os passos, pelo fato do teto ser de madeira e ter pequenas aberturas, então fiquei a todo o momento olhando. Passou alguns minutos e nada, as garotas estavam procurando em tudo, ate que Lisa deixar cair uma prateleira, e um enorme barulho e feito.
- Meu Deus, ele pode ter escutado, vamos Elisa. – Gritou Dani, era realmente verdade, passos rápidos eram percebidos a cima, Frederik estava vindo em grande velocidade, e deu para ver sua sombra pisar rapidamente a cima.
- É ele, ele está vindo rápido, rápido garotas. – Foi quando gritei que Elisa saltou com um impulso, as chaves estavam em uma gaveta. Ela rapidamente as pega com esperanças que fossem aquela as chaves dos cadeados, e por milagre as chaves rodam e abre um cadeado.
- Eu não poderei sair daqui, eu não poderei seguir com vocês, estou preso a cadeados. – As duas me olham e Dani já fala exotérica procurando em tudo.
- Você acha que iremos lhe deixar por causa de simples cadeadinhos?
- Por favor andem logo, Frederik pode chegar a qualquer momento.
- Claro. – As duas começam a tirar tudo do lugar, eu estava sempre olhando para cima, Frederik poderia descer sem prévio aviso, de cima dava para se ver quando ele dera os passos, pelo fato do teto ser de madeira e ter pequenas aberturas, então fiquei a todo o momento olhando. Passou alguns minutos e nada, as garotas estavam procurando em tudo, ate que Lisa deixar cair uma prateleira, e um enorme barulho e feito.
- Meu Deus, ele pode ter escutado, vamos Elisa. – Gritou Dani, era realmente verdade, passos rápidos eram percebidos a cima, Frederik estava vindo em grande velocidade, e deu para ver sua sombra pisar rapidamente a cima.
- É ele, ele está vindo rápido, rápido garotas. – Foi quando gritei que Elisa saltou com um impulso, as chaves estavam em uma gaveta. Ela rapidamente as pega com esperanças que fossem aquela as chaves dos cadeados, e por milagre as chaves rodam e abre um cadeado.
- Rápido Alan, pega a outra chave e abre o outro. – Gritou Dani, e eu com dificuldade tomo a chave da mão de Elisa e abro o outro cadeado. Frederik estava vindo, sentia que estava. Sua fúria era escutada de longe quando ele começa a gritar feito um maluco.
Elisa e Dani me pegaram pelo ombro, e junto andamos rapidamente para o outro cômodo. Lá estava nos esperando o garoto, com o nome de Hugo, fiquei me imaginando por que um deles nos ajudaria assim? Será que a criança era de confiança, mesmo sendo um garotinho eu não poderia confiar, as pessoas daqui são realmente doentes.
- Vamos Alan, Hugo está nos esperando para fugirmos pela saída.
Elisa e Dani me pegaram pelo ombro, e junto andamos rapidamente para o outro cômodo. Lá estava nos esperando o garoto, com o nome de Hugo, fiquei me imaginando por que um deles nos ajudaria assim? Será que a criança era de confiança, mesmo sendo um garotinho eu não poderia confiar, as pessoas daqui são realmente doentes.
- Vamos Alan, Hugo está nos esperando para fugirmos pela saída.
Chegamos ao outro cômodo do porão, eu estava ofegante, minha respiração era intensamente aguda. Meu alivio em estar aos braços de Elisa era tanta que por um minuto parei de respirar ao ver seu rosto, eu queria tanto sair daqui, tanto. Por este motivo ate esqueci que Frederik estava vindo em uma velocidade gigantesca, ao entrar no cômodo, o garotinho com a ajuda de Dani arrastam uma prateleira, que rapidamente da lugar a uma pequena porta de madeira, era como se fosse uma passagem.
- Vamos entrar, rápido, vamos entrar. – Gritou Hugo, que foi abrindo a pequena passagem e já foi entrando.
- Alan, vai à frente, você esta mais ferido, vai junto com Elisa. – Falou Dani, decidida, mas pelo meu orgulho do homem, retruco, enquanto Elisa empurrava uma mesa na porta de onde entramos para bloquear qualquer um que queira entrar
- Não, vocês vão pela frente, e eu vou atrás.
- Eu não quero discutir, eu não estou tão ferida quanto você, vá à frente Alan. – Não pude mais falar, Frederik já entrava no porão, então após Hugo entrar na passagem, Elisa e eu entramos, logo Dani veio atrás.
Na realidade era um túnel, estreito extremamente escuro, eu ao menos sabia onde aquilo iria dar, estava realmente preocupado o que será que estava esperando na ponta do túnel? Eu achei estranho, o túnel era maciço de terra e no chão dois finos trilhos eram sentidos, pelo arrastar das minhas mãos e joelhos, parecia que era o acesso a um pequeno transporte a trilhos, mais o que poderia ser? Enquanto nos arrastávamos, Hugo começa a falar alto para todos escutarmos
- Este túnel era o acesso a montanha do bananal onde a família de Frederik colhia as bananas para vender, eles fizeram este túnel para não precisar subir e descer a serra, ele acaba bem no topo da montanha onde perto a uma estrada de terra.
- Vamos entrar, rápido, vamos entrar. – Gritou Hugo, que foi abrindo a pequena passagem e já foi entrando.
- Alan, vai à frente, você esta mais ferido, vai junto com Elisa. – Falou Dani, decidida, mas pelo meu orgulho do homem, retruco, enquanto Elisa empurrava uma mesa na porta de onde entramos para bloquear qualquer um que queira entrar
- Não, vocês vão pela frente, e eu vou atrás.
- Eu não quero discutir, eu não estou tão ferida quanto você, vá à frente Alan. – Não pude mais falar, Frederik já entrava no porão, então após Hugo entrar na passagem, Elisa e eu entramos, logo Dani veio atrás.
Na realidade era um túnel, estreito extremamente escuro, eu ao menos sabia onde aquilo iria dar, estava realmente preocupado o que será que estava esperando na ponta do túnel? Eu achei estranho, o túnel era maciço de terra e no chão dois finos trilhos eram sentidos, pelo arrastar das minhas mãos e joelhos, parecia que era o acesso a um pequeno transporte a trilhos, mais o que poderia ser? Enquanto nos arrastávamos, Hugo começa a falar alto para todos escutarmos
- Este túnel era o acesso a montanha do bananal onde a família de Frederik colhia as bananas para vender, eles fizeram este túnel para não precisar subir e descer a serra, ele acaba bem no topo da montanha onde perto a uma estrada de terra.
- Mas o túnel parece que foi usado há pouco tempo. – falou Elisa, e eu apenas escutava, olhando brevemente para trás prestando atenção se não via Frederik.
- Sim Elisa, ele é usado para outras coisas, Frederik usa este túnel para trazer as suas vitimas diretamente para o porão, por isso ele não deixa pistas para estranhos, e por isso nunca ninguém viu ele trazendo as vitimas para sua casa, todas, passam por aqui, exceto vocês pelo fato de Thomas e Torico ter trazido-os.
- Por isso que ninguém depois de todo esse tempo o descobriu, eles pensam em tudo, em tudo mesmo. – Assim que Dani fala uma luz forte clareia o túnel, Dani rapidamente me empurra com um impulso desesperador, indo rapidamente para frente, logo atrás Frederik vinha se arrastando de quatro em alta velocidade e em uma de suas mãos ele levava uma tocha de fogo.
- É ele rápido, vamos ele vai me pegar. – Gritou Dani, mas nada adiantava o fim do túnel ao menos parecia.
- Falta pouco, vamos galera. – Gritou Hugo. Frederik gritava pelo garoto, estava indignado por ele nos ajudar, eu queria saber se realmente ele estava nos ajudando, mas não importava só queria sair dali. Era atormentador, o ar estava começando a faltar em nosso corpo, o clima estava tenso, pensa estávamos sendo perseguidos por um maníaco que leva consigo uma tocha, em um túnel apertado e sem fim, o que poderia piorar?
Mas o que poderia piorar começou a melhorar, quando uma pequena luz é avistada, o fim do túnel estava próximo. Frederik vinha em uma fúria intensa, enquanto Dani gritava desesperada, eu queria ter ido por ultimo, mas não tive que escutar a garota corajosa, agora já não adiantava o túnel era tão estreito que não dava para passar a Dani para frente, Frederik estava cada vez mais perto.
- Dani agüente firme. – E assim que Elisa fala, ela tossi já sem ar. – Eu não estou respirando.
- Sim Elisa, ele é usado para outras coisas, Frederik usa este túnel para trazer as suas vitimas diretamente para o porão, por isso ele não deixa pistas para estranhos, e por isso nunca ninguém viu ele trazendo as vitimas para sua casa, todas, passam por aqui, exceto vocês pelo fato de Thomas e Torico ter trazido-os.
- Por isso que ninguém depois de todo esse tempo o descobriu, eles pensam em tudo, em tudo mesmo. – Assim que Dani fala uma luz forte clareia o túnel, Dani rapidamente me empurra com um impulso desesperador, indo rapidamente para frente, logo atrás Frederik vinha se arrastando de quatro em alta velocidade e em uma de suas mãos ele levava uma tocha de fogo.
- É ele rápido, vamos ele vai me pegar. – Gritou Dani, mas nada adiantava o fim do túnel ao menos parecia.
- Falta pouco, vamos galera. – Gritou Hugo. Frederik gritava pelo garoto, estava indignado por ele nos ajudar, eu queria saber se realmente ele estava nos ajudando, mas não importava só queria sair dali. Era atormentador, o ar estava começando a faltar em nosso corpo, o clima estava tenso, pensa estávamos sendo perseguidos por um maníaco que leva consigo uma tocha, em um túnel apertado e sem fim, o que poderia piorar?
Mas o que poderia piorar começou a melhorar, quando uma pequena luz é avistada, o fim do túnel estava próximo. Frederik vinha em uma fúria intensa, enquanto Dani gritava desesperada, eu queria ter ido por ultimo, mas não tive que escutar a garota corajosa, agora já não adiantava o túnel era tão estreito que não dava para passar a Dani para frente, Frederik estava cada vez mais perto.
- Dani agüente firme. – E assim que Elisa fala, ela tossi já sem ar. – Eu não estou respirando.
- A saída é logo ali. – E Hugo sai do túnel, já puxando com dificuldade Elisa. Eu estava olhando para trás, Frederik estava tão próximo que dava para ver a sua cruel face, ele estava sem sua mascará e babava sem parar, seu olhar era assassino e seu franje de testa amedrontador. Dani estava vindo rapidamente, e quando eu saiu do túnel, já grito apressando ela.
- Venha Dani, ande logo. – Meus braços estavam doloridos, mas agüentei firme a dor e os estendi para a Dani, ela não pensa duas vezes em agarrá-los.
- HAA, que dor. – Não agüentei gritei com uma intensa e ardida dor, mas eu não desisti puxei ela para fora, mas algo a atingiu.
- Ele pegou meus pés, ele agarrou-os. – Gritou a garota desesperada, Elisa entrou em choque, começou a gritar.
- Alan, puxe-a, não o deixe a matar, por favor, eu te peço.
- Não vou te largar Dani. – E sem mais, escutamos uma roca voz.
- Ela já esta morta e não sabe, todos já estão mortos, a dor maior não é a dor de ter suas entranhas retiradas e sim a dor da alma. – Frederik então parou de falar, e com um grito colocou a tocha entre as pernas de Dani, que começaram a pegar fogo.
- AAAAAAAH! Minhas pernas estão queimando, Alan, Elisaaaaa!
A tensão e o pânico tomaram conta do meu corpo, Elisa gritava junto com Dani que estava sendo queimada, minhas mãos machucadas e doloridas se entrelaçam com as delas que apertava meus braços com força, enquanto Elisa chorava tentava me puxar para ajudar Dani
- Venha Dani, ande logo. – Meus braços estavam doloridos, mas agüentei firme a dor e os estendi para a Dani, ela não pensa duas vezes em agarrá-los.
- HAA, que dor. – Não agüentei gritei com uma intensa e ardida dor, mas eu não desisti puxei ela para fora, mas algo a atingiu.
- Ele pegou meus pés, ele agarrou-os. – Gritou a garota desesperada, Elisa entrou em choque, começou a gritar.
- Alan, puxe-a, não o deixe a matar, por favor, eu te peço.
- Não vou te largar Dani. – E sem mais, escutamos uma roca voz.
- Ela já esta morta e não sabe, todos já estão mortos, a dor maior não é a dor de ter suas entranhas retiradas e sim a dor da alma. – Frederik então parou de falar, e com um grito colocou a tocha entre as pernas de Dani, que começaram a pegar fogo.
- AAAAAAAH! Minhas pernas estão queimando, Alan, Elisaaaaa!
A tensão e o pânico tomaram conta do meu corpo, Elisa gritava junto com Dani que estava sendo queimada, minhas mãos machucadas e doloridas se entrelaçam com as delas que apertava meus braços com força, enquanto Elisa chorava tentava me puxar para ajudar Dani
- Ela vai morrer se não fazermos nada, rápido Hugo me de alguma coisa para acertar Frederik. – O garoto desesperado pega um pedaço de tronco que estava sobre as folhas secas do lugar. No mesmo instante eu a pego e começo a bater com ele dentro do buraco, tentando acertar o maldito, mas o túnel era estreito e não alcançava, eu não sabia o que fazer, minha melhor amiga estava sendo queimada, suas pernas estavam em chamas, e Frederik puxava seu pé cada vez mais para dentro.
- Alan, Elisa, me soltem! – Gritou ela, seus dedos estavam escorregando sobre os meus. – Eu já não agüento, ele esta me puxando brutalmente, e eu já não sinto minhas pernas, me soltem.
- Não, não, não, Dani eu não vou te largar, se você eu não conseguirei sobreviver aqui, Dani! – Elisa estava fora de si, não queria soltar a Dani no túnel, mas já não tínhamos força para puxá-la Frederik era muito mais forte, e com palavras doce e agonizantes Dani termina.
- Eu amo todos vocês, desculpem por não continuar. – E seus braços se soltam dos meus, e seu corpo é consumido para dentro do túnel, sumindo rapidamente. A única coisa que escutava era seus gritos de pânico e dor, eu não queria, eu não acreditava, eu não podia entender. Dani estava morta?
- NÃO DANI! – Elisa quase entra dentro do túnel, ela queria salvar Dani mais era tarde.
- não podemos fazer nada, ele a matou.
- Alan, não, ela estava viva quando sumiu, ela pode estar viva quando a buscarmos.
- Você sabe como Frederik é não temos a menor chance, ela tentou, nos tentamos, eu não queria que tudo isso estivesse acontecendo Elisa, mas já é tarde.
- Alan tem razão, Elisa Frederik é um demônio em forma de gente, ele mata sem êxito. – falou Hugo, e eu chorando pela Dani o encaro e logo pego em sua camiseta o erguendo.
- E você, qual é o motivo de nos ajudar?
- Alan, Elisa, me soltem! – Gritou ela, seus dedos estavam escorregando sobre os meus. – Eu já não agüento, ele esta me puxando brutalmente, e eu já não sinto minhas pernas, me soltem.
- Não, não, não, Dani eu não vou te largar, se você eu não conseguirei sobreviver aqui, Dani! – Elisa estava fora de si, não queria soltar a Dani no túnel, mas já não tínhamos força para puxá-la Frederik era muito mais forte, e com palavras doce e agonizantes Dani termina.
- Eu amo todos vocês, desculpem por não continuar. – E seus braços se soltam dos meus, e seu corpo é consumido para dentro do túnel, sumindo rapidamente. A única coisa que escutava era seus gritos de pânico e dor, eu não queria, eu não acreditava, eu não podia entender. Dani estava morta?
- NÃO DANI! – Elisa quase entra dentro do túnel, ela queria salvar Dani mais era tarde.
- não podemos fazer nada, ele a matou.
- Alan, não, ela estava viva quando sumiu, ela pode estar viva quando a buscarmos.
- Você sabe como Frederik é não temos a menor chance, ela tentou, nos tentamos, eu não queria que tudo isso estivesse acontecendo Elisa, mas já é tarde.
- Alan tem razão, Elisa Frederik é um demônio em forma de gente, ele mata sem êxito. – falou Hugo, e eu chorando pela Dani o encaro e logo pego em sua camiseta o erguendo.
- E você, qual é o motivo de nos ajudar?
- Eu, eu... – Ele gaguejou, e Elisa completa.
- Ele não é nada desses loucos, ele nos contou tudo.
- Sim, eu fui trazido aqui a um tempo, minha família passava por aqui e o carro bateu, logo fomos recebidos e trazidos ate a cabana de Frederik, depois disso eu nunca mais vi meus pais, e eu passei a morar com aquela gorda e sua filha, eu tenho esperanças em ver meus pais de volta sãos e salvos, mas eu sei muito bem o que Frederik pode ter feito a eles.
- Eu sinto muito Hugo, mas por que não fugiu antes?
- Por que eles sempre estão me observando, sempre. – E Elisa ainda em estado de choque me abraça e falando alto ela me puxa.
- Vamos sair daqui, Frederik pode voltar, rápido. – E começamos a caminhar rapidamente em direção a parte mais alta da floresta. No caminho íamos conversando, e Elisa ainda não havia se conformado
- Dani era minha única e melhor amiga, ela era quase minha irmã. Por que teve que ser levada por ele? Eu quero tanto ter ela perto de mim Alan. – As lagrimas da minha loirinha era tantas que eu já estava ficando desesperado por ela, Dani realmente não merecia. Meu medo e ódio se misturaram, e a única chance que estava a aparecer, foi uma estradinha de terra que avistamos de cima da parte alta da floresta.
- A estrada que eu estava falando. – Gritou Hugo, meus olhos chamuscavam esperança, e Elisa grita instantaneamente.
- Uma moto? – E olhamos juntos e ela completa. – Sim é um cara de moto, vamos Alan, vamos. – E começamos a correr rapidamente, eu já estava sem forças e a minha ultima chance parecia chegar em disparada.
- Ele não é nada desses loucos, ele nos contou tudo.
- Sim, eu fui trazido aqui a um tempo, minha família passava por aqui e o carro bateu, logo fomos recebidos e trazidos ate a cabana de Frederik, depois disso eu nunca mais vi meus pais, e eu passei a morar com aquela gorda e sua filha, eu tenho esperanças em ver meus pais de volta sãos e salvos, mas eu sei muito bem o que Frederik pode ter feito a eles.
- Eu sinto muito Hugo, mas por que não fugiu antes?
- Por que eles sempre estão me observando, sempre. – E Elisa ainda em estado de choque me abraça e falando alto ela me puxa.
- Vamos sair daqui, Frederik pode voltar, rápido. – E começamos a caminhar rapidamente em direção a parte mais alta da floresta. No caminho íamos conversando, e Elisa ainda não havia se conformado
- Dani era minha única e melhor amiga, ela era quase minha irmã. Por que teve que ser levada por ele? Eu quero tanto ter ela perto de mim Alan. – As lagrimas da minha loirinha era tantas que eu já estava ficando desesperado por ela, Dani realmente não merecia. Meu medo e ódio se misturaram, e a única chance que estava a aparecer, foi uma estradinha de terra que avistamos de cima da parte alta da floresta.
- A estrada que eu estava falando. – Gritou Hugo, meus olhos chamuscavam esperança, e Elisa grita instantaneamente.
- Uma moto? – E olhamos juntos e ela completa. – Sim é um cara de moto, vamos Alan, vamos. – E começamos a correr rapidamente, eu já estava sem forças e a minha ultima chance parecia chegar em disparada.
Começamos a invadir a estrada, e o homem de moto chegava em alta velocidade, Elisa e Hugo acenavam para ele, enquanto eu gritava com a mão direita abraçando a esquerda pela dor intensa que eu sentia. De alguma maneira eu acreditava que ele iria parar, naquele momento a única coisa que eu pensava e acreditava era que ele pudesse nos ajudar.
O homem se aproximou com a moto, mas para a tristeza de nos ele passou reto, queimando pneu e levantando uma arda poeira devido a terra da estrada. Eu não agüentei cai de joelhos e colocando as mãos no rosto chorei, eu não acreditava que o homem havia partido sem parar. Elisa me levanta e apontando o dedo para frente ela sorri e fala.
- Ele esta voltando Alan, ele esta voltando – Olhei para frente e me deparei com o pneu da moto em minha presença, parada. O homem desce da moto, e já vai retirando o capacete.
- desculpem, eu passei reto achando que poderia ser um assalto, mas resolvi voltar quando vi o estado físico de vocês o que realmente esta acontecendo, voc~es estão muito feridos.
- Ele vai matar todos, vai nos matar. – Gritou Elisa puxando o braço do homem.
- Quem vai matar vocês?
- Você tem algum celular senhor, por favor. – Gritei. – Rápido antes que ele chegue.
- Tudo bem, aqui está. – Ele sem evitar me entrega um celular em minhas mãos. Meu olhos brilhavam, eu estava prestes a pedir socorro, então eu ligo sem esperar um segundo para a maldita fazenda, e ao mesmo tempo me perguntava por que eles não sentiram nossa falta. O telefone começa a chamar.
O homem se aproximou com a moto, mas para a tristeza de nos ele passou reto, queimando pneu e levantando uma arda poeira devido a terra da estrada. Eu não agüentei cai de joelhos e colocando as mãos no rosto chorei, eu não acreditava que o homem havia partido sem parar. Elisa me levanta e apontando o dedo para frente ela sorri e fala.
- Ele esta voltando Alan, ele esta voltando – Olhei para frente e me deparei com o pneu da moto em minha presença, parada. O homem desce da moto, e já vai retirando o capacete.
- desculpem, eu passei reto achando que poderia ser um assalto, mas resolvi voltar quando vi o estado físico de vocês o que realmente esta acontecendo, voc~es estão muito feridos.
- Ele vai matar todos, vai nos matar. – Gritou Elisa puxando o braço do homem.
- Quem vai matar vocês?
- Você tem algum celular senhor, por favor. – Gritei. – Rápido antes que ele chegue.
- Tudo bem, aqui está. – Ele sem evitar me entrega um celular em minhas mãos. Meu olhos brilhavam, eu estava prestes a pedir socorro, então eu ligo sem esperar um segundo para a maldita fazenda, e ao mesmo tempo me perguntava por que eles não sentiram nossa falta. O telefone começa a chamar.
- Alô, é da fazenda onde esta acontecendo a festa da formatura do colégio de Sorocaba?
- Sim, é daqui mesmo. – Respondeu uma voz de homem, parecia um senhor.
- Por favor estamos perdidos, e nossos amigos mortos.
- Garoto pare de graça, pare com estes trotes.
- Não senhor não é trote, chame algum professor rápido.
- Não tem professor.
- Como assim? E a festa?
- Não teve festa, vários alunos desapareceram e nao vieram, provavelmente pela chuva, entendeu foi anulada, anulado após alguns alunos irem embora, agora volte a passar seu tempo enchendo outro.
- Nao senhor, ele capturou varios alunos, eles nos capturaram – E repentinamente ele desliga na minha cara
- O que aconteceu Alan, o que disserem? – perguntou Elisa, e eu respondo já discando o numero da policia.
- Os malditos não fizeram a festa.
- Como assim?
- A festa esta cancelada, nunca teve nada, estamos aqui por nada, estamos morrendo, você não entende. – O senhor da moto então fala, ainda sem entender.
- O que fizeram a vocês, por que esta tão ferido?
- É uma longa historia. – Fala Hugo, e o telefone toca, a policia já estava sendo informada.
- Sim, é daqui mesmo. – Respondeu uma voz de homem, parecia um senhor.
- Por favor estamos perdidos, e nossos amigos mortos.
- Garoto pare de graça, pare com estes trotes.
- Não senhor não é trote, chame algum professor rápido.
- Não tem professor.
- Como assim? E a festa?
- Não teve festa, vários alunos desapareceram e nao vieram, provavelmente pela chuva, entendeu foi anulada, anulado após alguns alunos irem embora, agora volte a passar seu tempo enchendo outro.
- Nao senhor, ele capturou varios alunos, eles nos capturaram – E repentinamente ele desliga na minha cara
- O que aconteceu Alan, o que disserem? – perguntou Elisa, e eu respondo já discando o numero da policia.
- Os malditos não fizeram a festa.
- Como assim?
- A festa esta cancelada, nunca teve nada, estamos aqui por nada, estamos morrendo, você não entende. – O senhor da moto então fala, ainda sem entender.
- O que fizeram a vocês, por que esta tão ferido?
- É uma longa historia. – Fala Hugo, e o telefone toca, a policia já estava sendo informada.
- Central de Policia boa tarde. – E uma moça atende, e eu desesperado já respondo.
- Rapido, mande viaturas, todas que puder ele matou todos.
- Acalme-se, e me explique o que esta acontecendo.
- Ele matou todos os meus amigos, e esta atrás de mim e de minha namorada, ele vai nos matar logo.
- Qual é a sua localização.
- Eu não sei ao certo, mas estamos em Valesco, em uma estrada de terra.
- A central já foi acionada para este local, as viaturas estão rondando a ponte de Valesco, que separa o vilarejo neste momento, vão para lá é o mais seguro, estou encaminhando todos os possíveis.
- Mas moça você não entende, não conseguiremos chegar ate lá.
- A policia esta sobre aquela área, tente chegar ate lá, ou pelo contrario demoraremos achá-los. – E desliguei o telefone, o homem sem saber e boiando no desespero em ver nos assim pergunta mais uma vez.
- Eu não sei o que esta acontecendo, por que esta machucado assim garoto, ligou para a ambulância?
- Ambulância não adianta, ligamos para a policia, eles vem nos salvar
- Eu vou procurar ajuda na minha moto, não saiam daí.
- Obrigado senhor pela gentileza. – Falou Elisa, e o homem sobe na moto, e assim que ele se vira para colocar o capacete, uma atrocidade é vivenciada em nossos olhos, uma flecha é atirada e cravada em sua cabeça, passando por trás dela e parando em um de seus olhos, o homem cai morto no chão instantaneamente deixando a moto cair ao chão.
E no alto do morro o nosso pior pesadelo é avistado, e agora armado com um arco e flecha, Frederik apontava aquele pedaço de navalha amarado a um fino pedaço de vara, fazendo assim uma flecha mortal e certeira. Ele havia acabado de matar o homem que parou para nos ajudar, e estava pronto para nos matar também.
- Olhem para a moto, quando eu fazer o sinal, não se mecham, ele vai atirar.
- Rapido, mande viaturas, todas que puder ele matou todos.
- Acalme-se, e me explique o que esta acontecendo.
- Ele matou todos os meus amigos, e esta atrás de mim e de minha namorada, ele vai nos matar logo.
- Qual é a sua localização.
- Eu não sei ao certo, mas estamos em Valesco, em uma estrada de terra.
- A central já foi acionada para este local, as viaturas estão rondando a ponte de Valesco, que separa o vilarejo neste momento, vão para lá é o mais seguro, estou encaminhando todos os possíveis.
- Mas moça você não entende, não conseguiremos chegar ate lá.
- A policia esta sobre aquela área, tente chegar ate lá, ou pelo contrario demoraremos achá-los. – E desliguei o telefone, o homem sem saber e boiando no desespero em ver nos assim pergunta mais uma vez.
- Eu não sei o que esta acontecendo, por que esta machucado assim garoto, ligou para a ambulância?
- Ambulância não adianta, ligamos para a policia, eles vem nos salvar
- Eu vou procurar ajuda na minha moto, não saiam daí.
- Obrigado senhor pela gentileza. – Falou Elisa, e o homem sobe na moto, e assim que ele se vira para colocar o capacete, uma atrocidade é vivenciada em nossos olhos, uma flecha é atirada e cravada em sua cabeça, passando por trás dela e parando em um de seus olhos, o homem cai morto no chão instantaneamente deixando a moto cair ao chão.
E no alto do morro o nosso pior pesadelo é avistado, e agora armado com um arco e flecha, Frederik apontava aquele pedaço de navalha amarado a um fino pedaço de vara, fazendo assim uma flecha mortal e certeira. Ele havia acabado de matar o homem que parou para nos ajudar, e estava pronto para nos matar também.
- Olhem para a moto, quando eu fazer o sinal, não se mecham, ele vai atirar.
Fim do capitulo 8
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