O horrível motivo é esclarecido.
Dani, Lisa e Barbara estavam em estado de choque, caídas no chão desoladas, eu não queria que elas presenciassem Rique morto naquele estado, mas não elas tinham que chegar neste exato momento, eu não conseguia ao menos falar alguma palavra consoladora para elas, eu queria cair em lagrimas, Rique era como um irmão para mim, ele e Marcus já não estavam comigo. Agora eu me pergunto mais uma vez, qual é o motivo de tanta crueldade? Qual o motivo de tanto ódio? Tem que ser esclarecido, foi quando o silencio é quebrado
- Não, eu não quero morrer. – Barbara falava colocando as mãos sobre os cabelos e fechando suas pupilas, ate sair lagrimas e mais lagrimas, Dani a abraça e completa desesperada.
- Nós não morreremos vamos viver. Vamos sair daqui. – E Elisa começa a gritar.
- Rique, não, não. – E Lisa chorava, logo sento ao seu lado desviando o olhar para Rique e a abraçando, eu a consolo.
- Vamos sair dessa juntos, Elisa vamos ficar calmos temos que fugir. – Ela olha para mim e eu levando minhas mãos até seu rosto e a beijo.
- Sim, Alan isso é tudo o que eu quero, eu não acredito que Rique está morto, não pode ser, não pode. – Não consegui mais falar abracei Elisa fortemente, e lagrimas escorreram de meu rosto, eu queria gritar, eu queria sumir, explodir, mas me contive perante a elas, não queria assustá-las mais ainda.
- Vamos, temos que continuar achar a estrada e sair desta floresta. – Falou Dani levantando Barbara do chão, e logo eu faço o mesmo com Elisa e todos juntos olhamos para o corpo de Rique.
- Não, eu não quero morrer. – Barbara falava colocando as mãos sobre os cabelos e fechando suas pupilas, ate sair lagrimas e mais lagrimas, Dani a abraça e completa desesperada.
- Nós não morreremos vamos viver. Vamos sair daqui. – E Elisa começa a gritar.
- Rique, não, não. – E Lisa chorava, logo sento ao seu lado desviando o olhar para Rique e a abraçando, eu a consolo.
- Vamos sair dessa juntos, Elisa vamos ficar calmos temos que fugir. – Ela olha para mim e eu levando minhas mãos até seu rosto e a beijo.
- Sim, Alan isso é tudo o que eu quero, eu não acredito que Rique está morto, não pode ser, não pode. – Não consegui mais falar abracei Elisa fortemente, e lagrimas escorreram de meu rosto, eu queria gritar, eu queria sumir, explodir, mas me contive perante a elas, não queria assustá-las mais ainda.
- Vamos, temos que continuar achar a estrada e sair desta floresta. – Falou Dani levantando Barbara do chão, e logo eu faço o mesmo com Elisa e todos juntos olhamos para o corpo de Rique.
- Temos que levar o corpo dele, e depois buscar o de Marcus e Carla. – Falei, e as garotas me olharam com uma feição de pânico.
- Mas Alan, como levaremos ele, ele está morto e não conseguiremos...
- Calma Lisa, não acha que a Mãe dele merece fazer um enterro e dar o ultimo adeus para ele, Rique e os outros não são animais para deixarmos eles aqui. – Assim que eu termino de falar um barulho nos chama a atenção, parecia alguém correndo furiosamente para a nossa direção.
- É ele, ele esta vindo. – Gritou Dani, e rapidamente começamos a correr, assim que viro de costas um facão é lançado em meio às folhagens, e para, quando é gravado em uma arvore.
- Ele está armado, está com um facão. – Gritou Lisa, e rapidamente eu impulsiono minhas mãos no facão e o retiro da arvore, segurando firmemente. Frederik tinha uma força desumana, havia lançado o facão de uma distancia enorme, e ainda foi difícil retira-lo da arvore.
- Não se desesperem, apenas vamos correr. – Deixar Marcus e Rique mortos para trás me fez ter que deixar uma parte de mim, era como se eu estivesse morrendo com eles, eu não queria deixá-los, mas a prioridade era salvar Elisa e as garotas.
Começamos a correr, eu com o facão em mãos cortava os galhos e arbustos que iam batendo em nossos rostos, tentávamos correr juntos para não se perdemos, mas Frederik era muito mais rápido, ele gritava como um maníaco que era, ele estava fora de si. Imaginava que ele tinha voltado para a cabana e presenciado a morte de seus primos, agora ele sente um pouco da dor que eu estou sentindo, em ver meus melhores amigos mortos. Em meio à correria, gritei apontando para o fim do morro, a subida era enorme e as folhas caídas dificultavam a locomoção, fazendo escorregar nossos pés, mais e mais.
- Mas Alan, como levaremos ele, ele está morto e não conseguiremos...
- Calma Lisa, não acha que a Mãe dele merece fazer um enterro e dar o ultimo adeus para ele, Rique e os outros não são animais para deixarmos eles aqui. – Assim que eu termino de falar um barulho nos chama a atenção, parecia alguém correndo furiosamente para a nossa direção.
- É ele, ele esta vindo. – Gritou Dani, e rapidamente começamos a correr, assim que viro de costas um facão é lançado em meio às folhagens, e para, quando é gravado em uma arvore.
- Ele está armado, está com um facão. – Gritou Lisa, e rapidamente eu impulsiono minhas mãos no facão e o retiro da arvore, segurando firmemente. Frederik tinha uma força desumana, havia lançado o facão de uma distancia enorme, e ainda foi difícil retira-lo da arvore.
- Não se desesperem, apenas vamos correr. – Deixar Marcus e Rique mortos para trás me fez ter que deixar uma parte de mim, era como se eu estivesse morrendo com eles, eu não queria deixá-los, mas a prioridade era salvar Elisa e as garotas.
Começamos a correr, eu com o facão em mãos cortava os galhos e arbustos que iam batendo em nossos rostos, tentávamos correr juntos para não se perdemos, mas Frederik era muito mais rápido, ele gritava como um maníaco que era, ele estava fora de si. Imaginava que ele tinha voltado para a cabana e presenciado a morte de seus primos, agora ele sente um pouco da dor que eu estou sentindo, em ver meus melhores amigos mortos. Em meio à correria, gritei apontando para o fim do morro, a subida era enorme e as folhas caídas dificultavam a locomoção, fazendo escorregar nossos pés, mais e mais.
- Vamos, temos que ser fortes e subir, estamos perto do fim da floresta, e Frederik está se aproximando. – E Lisa segura minha mão, Dani estava com muita dificuldade e com dores em seu corpo, não conseguia subir, e Barbara ficava cada vez mais desesperada, era horrível, era atormentador, a tensão era maior a cada barulho de passos que Frederik dava nas folhas secas das arvores ao chão.
- Dani, segure minha mão. – Gritei segurando em um tronco no morro. – Vamos, segure firme. – Lisa e Barbara continuavam a subir, enquanto eu puxava a Dani pelos braços, ate que conseguimos subir no topo do morro.
No topo avistamos algo aterrorizante, e ao mesmo tento impossível de se acreditar. Em meio à densa floresta um enorme campo amplo, provavelmente feito por mãos e neste campo tomado por arvores ao seu redor, carros e mais carros estavam parados.
- O que significa isso?
- Barbara, não temos tempo de pensar. – Assim que falo, continuamos a correr desesperadamente, ate chegar onde os carros estavam, Dani olha para os lados e fala baixo.
- Acho que ele já foi não está mais nos seguindo.
- Talvez esteja apenas brincando conosco, quando menos esperarmos ele estará aqui para nós matar, vamos
procurar algum carro que pegue vamos rápido. – Assim que termino de falar, começamos a andar lentamente pelos carros parados, a maioria tinha pneus furados, amassados enormes, vidros quebrados e tinha alguns em estado perfeito.
Todos os carros estavam como se estivessem sido roubados, estavam com pertences e coisas pessoais dentro deles. Mas um me chamou a atenção, um carro em meio a os de mais. Era o carro de Marcus, o carro de seu pai, aquele mesmo carro que foi guinchado por Torico e Thomas, então tudo veio a tona, tudo estava se encaixando.
- Dani, segure minha mão. – Gritei segurando em um tronco no morro. – Vamos, segure firme. – Lisa e Barbara continuavam a subir, enquanto eu puxava a Dani pelos braços, ate que conseguimos subir no topo do morro.
No topo avistamos algo aterrorizante, e ao mesmo tento impossível de se acreditar. Em meio à densa floresta um enorme campo amplo, provavelmente feito por mãos e neste campo tomado por arvores ao seu redor, carros e mais carros estavam parados.
- O que significa isso?
- Barbara, não temos tempo de pensar. – Assim que falo, continuamos a correr desesperadamente, ate chegar onde os carros estavam, Dani olha para os lados e fala baixo.
- Acho que ele já foi não está mais nos seguindo.
- Talvez esteja apenas brincando conosco, quando menos esperarmos ele estará aqui para nós matar, vamos
procurar algum carro que pegue vamos rápido. – Assim que termino de falar, começamos a andar lentamente pelos carros parados, a maioria tinha pneus furados, amassados enormes, vidros quebrados e tinha alguns em estado perfeito.
Todos os carros estavam como se estivessem sido roubados, estavam com pertences e coisas pessoais dentro deles. Mas um me chamou a atenção, um carro em meio a os de mais. Era o carro de Marcus, o carro de seu pai, aquele mesmo carro que foi guinchado por Torico e Thomas, então tudo veio a tona, tudo estava se encaixando.
- Estão vendo é o carro do Marcus, estes carros não estão aqui por acaso, eles são simplesmente os carros de todas as vitimas da família de Frederik.
- Eu quero fugir antes que seja tarde, eles mataram todas estas famílias, eles mataram todos aqui e iram nos matar também. – Barbara gritou se afastando de nós.
- Não grite Barbara, Frederik pode estar aqui. – Falou Elisa agachando junto com Dani.
- Eu não quero ficar quieta, eu não quero mais ficar aqui.
- Pare Barbara, eu sei que estamos sendo caçados e temos o risco de morrer, mas se não calar a boca isso será concretizado. – Sem mais nem menos um barulho estrondoso e escutado, Frederik batia no capo de uma van avistando Barbara e eu, ele vinha em nossa direção, e pelo fato de Elisa e Dani estarem agachadas ele não as viram, então faço um sinal para elas, e ambas entram de baixo de carros diferentes, Elisa vai em um e Dani em outro
- Fiquem aqui, vou atrair ele para longe – falei baixo olhando vagarosamente para as garotas, enquanto Barbara ia se afastando em choque. – Barbara, vamos correr para a floresta, separados, tentarei chamar a atenção dele para longe de você.
- Alan, não vai dar certo, ele está vindo. – E destruindo vidros em fúria Frederik ia correndo em nossa direção, e sem pensar Barbara e eu corremos, corremos sem olhar para trás.
Meu alivio foi quando Frederik passava por Elisa sem a ver, eu não acreditava que ele não as vira, agora elas estavam à salvas, e Frederik corria furiosamente ao meu encontro. Ate que Barbara corre ao meu lado, estava cansada e desesperada não tinha o que falar para ela.
- Eu quero fugir antes que seja tarde, eles mataram todas estas famílias, eles mataram todos aqui e iram nos matar também. – Barbara gritou se afastando de nós.
- Não grite Barbara, Frederik pode estar aqui. – Falou Elisa agachando junto com Dani.
- Eu não quero ficar quieta, eu não quero mais ficar aqui.
- Pare Barbara, eu sei que estamos sendo caçados e temos o risco de morrer, mas se não calar a boca isso será concretizado. – Sem mais nem menos um barulho estrondoso e escutado, Frederik batia no capo de uma van avistando Barbara e eu, ele vinha em nossa direção, e pelo fato de Elisa e Dani estarem agachadas ele não as viram, então faço um sinal para elas, e ambas entram de baixo de carros diferentes, Elisa vai em um e Dani em outro
- Fiquem aqui, vou atrair ele para longe – falei baixo olhando vagarosamente para as garotas, enquanto Barbara ia se afastando em choque. – Barbara, vamos correr para a floresta, separados, tentarei chamar a atenção dele para longe de você.
- Alan, não vai dar certo, ele está vindo. – E destruindo vidros em fúria Frederik ia correndo em nossa direção, e sem pensar Barbara e eu corremos, corremos sem olhar para trás.
Meu alivio foi quando Frederik passava por Elisa sem a ver, eu não acreditava que ele não as vira, agora elas estavam à salvas, e Frederik corria furiosamente ao meu encontro. Ate que Barbara corre ao meu lado, estava cansada e desesperada não tinha o que falar para ela.
- Ele ira nos matar. – Gritou – Eu não tenho mais fôlego para correr, estou muito machucada, e meu corpo dói. – Paramos, olhamos para os lados, o ar gélido e frio da floresta suspirava o medo que sentíamos, o quieto e ofegante lugar era cada vez mais tomado pelo nosso pânico, Frederik parecia aqueles maníacos de filmes clássicos, desaparecia como mágica.
Segurei a mão de Barbara, e como eu estava a imaginar sinto um chute de uma proporção gigantesca em minhas costas, e caiu ao chão. Frederik estava perante aos meus olhos mais uma vez. E com um feroz empurrão ele derruba Barbara.
Sua mascara branca e amarelada, escondia a sua face que deveria estar explodindo de raiva, seu capuz rasgado e sujo, ele tirava e jogava ao chão. Olhando fixamente para mim, com apenas aqueles furos na mascara, fechava os punhos, enquanto eu fechava as mãos no facão que eu levava comigo. E sem esperar ele cai em disparada contra mim, me puxou pelo pescoço como se eu fosse um brinquedo, sua força era assustadora, senti a veia de meu pescoço saltar. Sem forças eu derrubo o facão ao chão. Não dava para ver meu rosto, mas eu posso jurar que ele estava ficando roxo, eu não respirava.
Frederik puxa de seu bolso um gancho e mirando em minha barriga ele ruge como um doente mental, ele estava suspirando forte e com violência ele levanta o gancho pronto para me acertar quando Barbara grita.
- Alan! – E pegando o facão do chão que eu havia soltado, ela crava nas costas de Frederik, que imediatamente me solta, e começa a gritar jogando as suas mãos para as costas, tentando tirar o facão gravado em suas costelas.
- Rápido – gritei, e já começamos a correr com dificuldade. – olhe Barbara aquilo parece fumaça de chaminé.
- Sim, vamos pedir ajuda. – Em meio a arda floresta, uma casinha simples e modesta era avistada
Segurei a mão de Barbara, e como eu estava a imaginar sinto um chute de uma proporção gigantesca em minhas costas, e caiu ao chão. Frederik estava perante aos meus olhos mais uma vez. E com um feroz empurrão ele derruba Barbara.
Sua mascara branca e amarelada, escondia a sua face que deveria estar explodindo de raiva, seu capuz rasgado e sujo, ele tirava e jogava ao chão. Olhando fixamente para mim, com apenas aqueles furos na mascara, fechava os punhos, enquanto eu fechava as mãos no facão que eu levava comigo. E sem esperar ele cai em disparada contra mim, me puxou pelo pescoço como se eu fosse um brinquedo, sua força era assustadora, senti a veia de meu pescoço saltar. Sem forças eu derrubo o facão ao chão. Não dava para ver meu rosto, mas eu posso jurar que ele estava ficando roxo, eu não respirava.
Frederik puxa de seu bolso um gancho e mirando em minha barriga ele ruge como um doente mental, ele estava suspirando forte e com violência ele levanta o gancho pronto para me acertar quando Barbara grita.
- Alan! – E pegando o facão do chão que eu havia soltado, ela crava nas costas de Frederik, que imediatamente me solta, e começa a gritar jogando as suas mãos para as costas, tentando tirar o facão gravado em suas costelas.
- Rápido – gritei, e já começamos a correr com dificuldade. – olhe Barbara aquilo parece fumaça de chaminé.
- Sim, vamos pedir ajuda. – Em meio a arda floresta, uma casinha simples e modesta era avistada
O sol implorava para entrar em meio aos pequenos orifícios das folhas que as enormes arvores tinham, aquele ar gelado e agonizante estava passando, será que era um alivio de ver uma casa, ou era por estarmos um tanto que salvos? Mas não, minha cabeça não aceitava que eles poderiam ser pessoas boas, mas já não importava, Barbara e eu começamos a correr em direção a casa.
- Corra! – Gritei, com uma das mãos no rosto e a outra puxando galhos que insistiam e bater em nós. Nos aproximamos da casa, estava em um grande silencio, a casa estava em bom estado, parecia que tinha gente morando nela.
- Vamos chamar, vamos. – Gritou Barbara desesperada, quando sem mais um barulho nos chama a atenção, ele vinha da floresta.
- Deve ser ele, deve ser ele, não se mexa Barbara. – Falei colocando ela atrás de mim, e o pesadelo parecia não ter fim, em um segundo minhas pernas bambearam, minha pele ficou gélida, perante a nós, Frederik estendia os braços e nos encarava com sua mascará medonha.
- Não, ele vai nos matar. – E Barbara chorava sem parar.
- Não se mexa. – Falei, e como esperado Frederik começa a se aproximar com passos lentos, e Barbara fora de si corre e começa a bater nos vidros da casa, ela gritava insistentemente, não parava um segundo, eu não sabia o que fazer.
- Por favor, abram a porta, rápido, por favor. – E ela continuava – Ele vai nos matar.
- Corra! – Gritei, com uma das mãos no rosto e a outra puxando galhos que insistiam e bater em nós. Nos aproximamos da casa, estava em um grande silencio, a casa estava em bom estado, parecia que tinha gente morando nela.
- Vamos chamar, vamos. – Gritou Barbara desesperada, quando sem mais um barulho nos chama a atenção, ele vinha da floresta.
- Deve ser ele, deve ser ele, não se mexa Barbara. – Falei colocando ela atrás de mim, e o pesadelo parecia não ter fim, em um segundo minhas pernas bambearam, minha pele ficou gélida, perante a nós, Frederik estendia os braços e nos encarava com sua mascará medonha.
- Não, ele vai nos matar. – E Barbara chorava sem parar.
- Não se mexa. – Falei, e como esperado Frederik começa a se aproximar com passos lentos, e Barbara fora de si corre e começa a bater nos vidros da casa, ela gritava insistentemente, não parava um segundo, eu não sabia o que fazer.
- Por favor, abram a porta, rápido, por favor. – E ela continuava – Ele vai nos matar.
- Por que esta nos matando? O que nos fizemos. – E Frederik torcia o pescoço para os lados e não dizia nenhuma palavra, apenas se aproximava. Foi quando um barulho de fechadura é escutado, alguém abria a porta.
Neste instante, eu olho para a casa tentando ver quem poderia ser para nos ajudar, e quando viro meu rosto novamente para Frederik o desgraçado havia sumido. Como ele tinha feito isso, e por que ele não nos matou? Perguntava-me desesperadamente e ao mesmo tempo aliviado.
Corri ao encontro de Barbara, e ao chegar ate a porta um garotinho estava à espera. Seu rosto era de sofrimento, suas roupas sujas denunciavam seus maus-tratos, estava muito assustado, olhava dos nossos pés ate nossas cabeças, e pergunta gaguejando.
- Fujam, saiam daqui. – E logo saiu correndo para dentro da casa.
- Espere garoto, espere. – Falou Barbara, e logo entramos na casa sem ao menos saber o que ele queria dizer.
Entramos logo na sala, ela era bonita, tinha um papel de parede rosa e azul com detalhes de flores, nas paredes muitos quadros de paisagens, e moveis impecáveis. Por um segundo parecia que não estávamos mais em perigo, e sim em um lugar aconchegante e bonito.
- Quem será dono desta casa Alan?
- Não sei Barbara. - Assim que falo, uma mulher sai de uma porta. Ela era extremamente gorda, possuía um enorme óculos e seus cabelos eram ralos e escasso amarrados para trás, usava um avental que quase estourava pelas suas banhas, e ao ver nós na casa dela sorriu ao invés de nos mandar embora.
- Desculpe senhora, mas não tem um telefone, nós estamos desesperados, queremos sair deste lugar, deste inferno. – Gritou Barbara, e a velha gorda começa a falar.
Neste instante, eu olho para a casa tentando ver quem poderia ser para nos ajudar, e quando viro meu rosto novamente para Frederik o desgraçado havia sumido. Como ele tinha feito isso, e por que ele não nos matou? Perguntava-me desesperadamente e ao mesmo tempo aliviado.
Corri ao encontro de Barbara, e ao chegar ate a porta um garotinho estava à espera. Seu rosto era de sofrimento, suas roupas sujas denunciavam seus maus-tratos, estava muito assustado, olhava dos nossos pés ate nossas cabeças, e pergunta gaguejando.
- Fujam, saiam daqui. – E logo saiu correndo para dentro da casa.
- Espere garoto, espere. – Falou Barbara, e logo entramos na casa sem ao menos saber o que ele queria dizer.
Entramos logo na sala, ela era bonita, tinha um papel de parede rosa e azul com detalhes de flores, nas paredes muitos quadros de paisagens, e moveis impecáveis. Por um segundo parecia que não estávamos mais em perigo, e sim em um lugar aconchegante e bonito.
- Quem será dono desta casa Alan?
- Não sei Barbara. - Assim que falo, uma mulher sai de uma porta. Ela era extremamente gorda, possuía um enorme óculos e seus cabelos eram ralos e escasso amarrados para trás, usava um avental que quase estourava pelas suas banhas, e ao ver nós na casa dela sorriu ao invés de nos mandar embora.
- Desculpe senhora, mas não tem um telefone, nós estamos desesperados, queremos sair deste lugar, deste inferno. – Gritou Barbara, e a velha gorda começa a falar.
- Meu Deus garota você está ferida, e você jovem esta muito mais, sentem-se. – Ela pega no braço de Barbara e a senta no sofá.
- Não queremos sentar, não queremos nada senhora, por favor, ele quer nos matar.
- Queremos um telefone, por favor, senhora. – Exclamei e ela logo respondeu não dando atenção para minhas perguntas.
- Vou preparar um chá delicioso, eu já volto. – E se encaminhou a uma porta e de lá sumiu. Eu não estava entendendo os atos da mulher, ela não estava enxergando o desespero em nossos olhos? Não estava enxergando as feridas espalhadas em meu corpo?
- Barbara fique aqui, eu vou dar uma olhada na casa, por favor, não grite, não saia daqui. – Ela me abraça e falando ela chora.
- não me deixe sozinha, não quero morrer Alan, eu não quero morrer. – E a deixando lá eu saiu, dando a certeza para a japonesa, que ela não iria morrer. Com rapidez começo a andar pelos corredores da casa, tinha algumas portas porem a ultima era que fazia barulho. Aproximei-me devagar, e emburrando a enorme porta de madeira eu avisto uma cena que eu nunca imaginaria ver naquele local.
Arregalei os olhos e observei, uma jovem loira aparentava ter minha idade, ela estava nua completamente nua em cima de um homem, que estava apenas de calças, ela dançava para o homem que tinha uma aparência estranha, ele era velho e aparentava ser da região. A bela jovem mantinha uma feição de nojo, mas continuava a dançar.
- E melhor eu sair daqui.
- Não queremos sentar, não queremos nada senhora, por favor, ele quer nos matar.
- Queremos um telefone, por favor, senhora. – Exclamei e ela logo respondeu não dando atenção para minhas perguntas.
- Vou preparar um chá delicioso, eu já volto. – E se encaminhou a uma porta e de lá sumiu. Eu não estava entendendo os atos da mulher, ela não estava enxergando o desespero em nossos olhos? Não estava enxergando as feridas espalhadas em meu corpo?
- Barbara fique aqui, eu vou dar uma olhada na casa, por favor, não grite, não saia daqui. – Ela me abraça e falando ela chora.
- não me deixe sozinha, não quero morrer Alan, eu não quero morrer. – E a deixando lá eu saiu, dando a certeza para a japonesa, que ela não iria morrer. Com rapidez começo a andar pelos corredores da casa, tinha algumas portas porem a ultima era que fazia barulho. Aproximei-me devagar, e emburrando a enorme porta de madeira eu avisto uma cena que eu nunca imaginaria ver naquele local.
Arregalei os olhos e observei, uma jovem loira aparentava ter minha idade, ela estava nua completamente nua em cima de um homem, que estava apenas de calças, ela dançava para o homem que tinha uma aparência estranha, ele era velho e aparentava ser da região. A bela jovem mantinha uma feição de nojo, mas continuava a dançar.
- E melhor eu sair daqui.
Falei para mim mesmo, porem eu avisto um celular ao chão perto das roupas intimas da garota, e pelo desespero eu não penso em nada apenas abro a porta. Parei olhando fixamente para os dois, e o homem logo levanta assustado da cama, ele olha para mim e começa a falar, levantando e indo em minha direção.
- Ela é minha eu paguei, para um garoto todo ferrado entrar assim do nada e estragar? Onde eu estava com a cabeça, deveria esperar as novas chegarem, comer esta vagabunda não tem mais graça sempre aparece uma nova. – E ele nervoso pega suas roupas e sai do quarto. A garota nua e se entender deita na cama debruçada com as costas virada para cima, e com um sorriso fala, olhando para mim.
- Você esta tão ferido o que aconteceu com você? – Gaguejando eu falava, indo a sua direção.
- Moça eu apenas quero o celular, eu preciso muito dele.
- O celular? Não, eu não posso entregá-lo a você. – E ela se vira e rola na cama, estava se exibindo para mim, parecia que tentava me seduzir, mas eu não queria ela, queria apenas o celular, e salvar Elisa e os outros.
- Você não entende garota, eu não estou pedindo eu estou implorando, Frederik vai nos matar.
- Frederik? – E ela arregala os olhos, mais logo fala. – Não aparecem muitos jovens como você aqui, dês do dia em que tudo começou só aparecem velhos e nojentos me usarem como querem, eu fico muito excitada quando vejo um garoto da mesma idade que eu assim na minha frente. – E ela levanta e sem evitar pega em minha calça, e aperta meu pênis. Eu a olhei sem reação e logo falou passando a língua sobre os lábios.
- Se fizer sexo comigo eu te dou o celular, posso garantir que curo todas as suas feridas com prazer.
- Ela é minha eu paguei, para um garoto todo ferrado entrar assim do nada e estragar? Onde eu estava com a cabeça, deveria esperar as novas chegarem, comer esta vagabunda não tem mais graça sempre aparece uma nova. – E ele nervoso pega suas roupas e sai do quarto. A garota nua e se entender deita na cama debruçada com as costas virada para cima, e com um sorriso fala, olhando para mim.
- Você esta tão ferido o que aconteceu com você? – Gaguejando eu falava, indo a sua direção.
- Moça eu apenas quero o celular, eu preciso muito dele.
- O celular? Não, eu não posso entregá-lo a você. – E ela se vira e rola na cama, estava se exibindo para mim, parecia que tentava me seduzir, mas eu não queria ela, queria apenas o celular, e salvar Elisa e os outros.
- Você não entende garota, eu não estou pedindo eu estou implorando, Frederik vai nos matar.
- Frederik? – E ela arregala os olhos, mais logo fala. – Não aparecem muitos jovens como você aqui, dês do dia em que tudo começou só aparecem velhos e nojentos me usarem como querem, eu fico muito excitada quando vejo um garoto da mesma idade que eu assim na minha frente. – E ela levanta e sem evitar pega em minha calça, e aperta meu pênis. Eu a olhei sem reação e logo falou passando a língua sobre os lábios.
- Se fizer sexo comigo eu te dou o celular, posso garantir que curo todas as suas feridas com prazer.
- Você só pode ser maluca, eu não posso, não devo, não quero... – E ela coloca o dedo em minha boca e faz um sinal com a cabeça, pega minhas mãos e coloca sobre seus seios, e logo tira minha roupa. Descendo a língua em minha barriga ela vai ate meu membro, e com movimentos começa. O sexo oral era intenso, por instantes eu fiquei tão alucinado que não podia se quer falar, a dor de meu corpo se misturou ao prazer, mas eu sabia que aquilo não poderia passa disso, emburrei a garota e falei.
- Chega, eu não posso, me desculpe. – Então levanto minha calça e saio da cama, e rapidamente pego o celular, era tudo o que precisávamos, nossa chance era aquele momento, mas as esperanças somem quando o celular não liga. A garota dando gargalhadas e se arrastando na cama fala.
- Você queria realmente o celular?
- Mas que brincadeira é está ele não funciona.
- Claro que não funciona. – Eu nervoso pego no braço da loira e retruco em seus ouvidos.
- Sua puta nojenta, por que não me disse que o celular estava sem bateria?
- Por que você não me perguntou. – E sem esperar a jogo na cama e viro as costas. E ela começa a gritar.
- Você não vai me pagar? O sexo oral não foi de graça.
- Eu não vou pagar nada, eu não queria sexo algum, eu apenas queria o celular para ligar e sair desta terra de malucos. – Saindo do quarto eu entro no corredor, e já começo a andar, ela gritava insistentemente, eu ao menos a escutava estava tão nervoso e fora de si, ao chegar na sala avisto Barbara, ela estava sentada e tomava um chá, dele uma arda fumaça saia e ela parecia sorrir para a mulher gorda que fixava o olhar para a japonesinha que parecia estar com as pupilas cada vez mais fechadas.
- Barbara vamos fugir daqui, rápido.
- Por quê? Eles são tão amigáveis e gentis, eu quero ficar aqui, ela vai me levar para um lugar melhor. – Barbara parecia delirar, falava coisa com coisa.
- Sente-se garoto, e se sirva também - falava a mulher – o chá esta quentinho.
- Quem são vocês, quem realmente são vocês? – E inesperadamente um telefone começa a tocar, e de trás do sofá a gorda tira um telefone, ela com um rosto de desconfiança o atende, eu fiquei pasmo e não consegui falar.
- Fale logo o que você quer. – Ela falou, e eu não consegui me mover, queria saber por que ela não nos deu o telefone, e ao mesmo tempo saber com quem ela falava, e ela continuava.
- Você é um inútil, por que não foi buscá-las logo, e deixado só eles para isso ter tido um fim, você não deveria ter permitido. – A conversa estava realmente estranha, foi quando ela fala com palavras claras.
- A confusão foi extrema, você deixou duas delas fugiram, sabe o quanto não perdemos com isso? Se Frederik não achar as duas garotas que fugiram, se elas conseguirem voltar para a estrada...
Eu fiquei tremulo, por um segundo fiquei paralisado de rancor, elas realmente estavam por trás de tudo, não poderíamos confiar em ninguém, em ninguém. Barbara sem mais desmaia, deixando a xícara de chá cair, eu sem saber o que fazer começo a falar, gritei sem parar.
- Barbara vamos fugir daqui, rápido.
- Por quê? Eles são tão amigáveis e gentis, eu quero ficar aqui, ela vai me levar para um lugar melhor. – Barbara parecia delirar, falava coisa com coisa.
- Sente-se garoto, e se sirva também - falava a mulher – o chá esta quentinho.
- Quem são vocês, quem realmente são vocês? – E inesperadamente um telefone começa a tocar, e de trás do sofá a gorda tira um telefone, ela com um rosto de desconfiança o atende, eu fiquei pasmo e não consegui falar.
- Fale logo o que você quer. – Ela falou, e eu não consegui me mover, queria saber por que ela não nos deu o telefone, e ao mesmo tempo saber com quem ela falava, e ela continuava.
- Você é um inútil, por que não foi buscá-las logo, e deixado só eles para isso ter tido um fim, você não deveria ter permitido. – A conversa estava realmente estranha, foi quando ela fala com palavras claras.
- A confusão foi extrema, você deixou duas delas fugiram, sabe o quanto não perdemos com isso? Se Frederik não achar as duas garotas que fugiram, se elas conseguirem voltar para a estrada...
Eu fiquei tremulo, por um segundo fiquei paralisado de rancor, elas realmente estavam por trás de tudo, não poderíamos confiar em ninguém, em ninguém. Barbara sem mais desmaia, deixando a xícara de chá cair, eu sem saber o que fazer começo a falar, gritei sem parar.
- O que deu para ela? Por que esta ajudando Frederik? O que vocês querem de mim, o que falem – Assim que termino de falar, sinto que ágüem me dava uma gravata, a loira puta de alguns minutos atrás pulava em meu pescoço e com um ato surpreso enfia uma seringa em meu pescoço e injeta alguma coisa em meu corpo. No mesmo instante eu perco as forças e caiu de joelhos ao chão, uma dor intensa é causada em meu corpo e a mulher gorda desliga o telefone e começa a falar, segurando Barbara pelos cabelos.
- Está vendo esse rostinho bonito?
- Largue... – Não conseguia falar, então a loira me coloca no sofá e a gorda começa a falar sem parar.
- Já que você não vai sobreviver, para presenciar o nosso negocio, irei lhe contar por que está aqui a final.
- Mamãe, não conte nada, este garoto é assunto de Frederik, se ele fugir...
- Ele não vai fugir, Frederik vai matá-lo e capturar as outras duas, os inúteis dos seus meio irmãos estão mortos, Torico e Thomas já não eram o que um dia foram, agora cale-se e escute, você adora está historia não é minha querida.
- Sim, conte mais uma vez mamãe, conte, conte. – Eu olhava para o lado meio sonolento, as duas estava gargalhando como loucas, eu não conseguia me mover direito, tentava olhar para uma saída mais estava quase sem forças, ela tinha me dado uma espécie de anestesia, olhei para a janela e foi quando vi o garoto que nos recebeu, ele olhava a cena parado, ate que a loira grita algo com ele.
- Hugo, entre, você é muito fraco pode fazer alguma besteira. – E o garoto sai correndo e some da janela.
- Está vendo esse rostinho bonito?
- Largue... – Não conseguia falar, então a loira me coloca no sofá e a gorda começa a falar sem parar.
- Já que você não vai sobreviver, para presenciar o nosso negocio, irei lhe contar por que está aqui a final.
- Mamãe, não conte nada, este garoto é assunto de Frederik, se ele fugir...
- Ele não vai fugir, Frederik vai matá-lo e capturar as outras duas, os inúteis dos seus meio irmãos estão mortos, Torico e Thomas já não eram o que um dia foram, agora cale-se e escute, você adora está historia não é minha querida.
- Sim, conte mais uma vez mamãe, conte, conte. – Eu olhava para o lado meio sonolento, as duas estava gargalhando como loucas, eu não conseguia me mover direito, tentava olhar para uma saída mais estava quase sem forças, ela tinha me dado uma espécie de anestesia, olhei para a janela e foi quando vi o garoto que nos recebeu, ele olhava a cena parado, ate que a loira grita algo com ele.
- Hugo, entre, você é muito fraco pode fazer alguma besteira. – E o garoto sai correndo e some da janela.
- Então Alan, quer escutar a historia, eu vou começar a lhe contar. – E a gorda começa. – Bom, há muito tempo atrás a mais ou menos uns 25 anos, Frederik era apenas um garoto normal e grande, ele sempre foi grande e forte, mas era doce e bobo Torico e Thomas sempre o faziam de escravo e sempre mandavam ele fazer coisas que sua mãe Marisol não gostava. Eu era uma linda jovem inocente e que sonhava com a riqueza, foi quando casei com o inútil daquele velho, achando que eu teria uma vida de luxo, mas não eu apenas ganhei dois filhos malditos. – Ela falava e falava, eu escutava tudo sem entender, e ela continuava com a historia.
– Marisol era uma vadia, sempre se dava bem, gostava de zombar de mim com seu ilustre filho Frederik, eu gostava dele mais odiava sua mãe, foi quando ela começa com a plantação de bananas no morro de Valesco, o negocio deu muito lucro por um bom tempo, e ela constrói uma linda cabana no centro do vilarejo, eu a odiava cada vez mais. Ate que Thomas e Torico foram úteis, em uma noite a mandado de mim, eles queimam a cabana com Marisol e Frederik dentro, o fogo foi devastador, e Marisol é carbonizada e morta, mas o seu querido filinho consegue se salvar só que 98% de seu rosto foi destruído pelo fogo.
- Aonde quer chegar com isso? O que nós temos haver com as atrocidades que vocês fazem? – E a loira da um enorme tapa no meu rosto e grita.
- A deixa terminar, eu vou entrar na historia.
- Obrigada querida, enfim, com Marisol morta, Frederik mudou drasticamente, revoltado e com medo de si, descontava sua raiva em animais, os matando, ele gostava de ver o sangue deles, isso fazia sua dor desaparecer e a partir da morte da sua mãe ele sempre dizia, que ao morrer o ser se torna divino, e quem as mata pode lhe dar este poder, assim eu tomei posso do bananal e ganhamos dinheiro, só que não por muito tempo, o bananal faliu e tinha que fazer algo, montamos um posto de gasolina, que nos ajudou muito.
– Marisol era uma vadia, sempre se dava bem, gostava de zombar de mim com seu ilustre filho Frederik, eu gostava dele mais odiava sua mãe, foi quando ela começa com a plantação de bananas no morro de Valesco, o negocio deu muito lucro por um bom tempo, e ela constrói uma linda cabana no centro do vilarejo, eu a odiava cada vez mais. Ate que Thomas e Torico foram úteis, em uma noite a mandado de mim, eles queimam a cabana com Marisol e Frederik dentro, o fogo foi devastador, e Marisol é carbonizada e morta, mas o seu querido filinho consegue se salvar só que 98% de seu rosto foi destruído pelo fogo.
- Aonde quer chegar com isso? O que nós temos haver com as atrocidades que vocês fazem? – E a loira da um enorme tapa no meu rosto e grita.
- A deixa terminar, eu vou entrar na historia.
- Obrigada querida, enfim, com Marisol morta, Frederik mudou drasticamente, revoltado e com medo de si, descontava sua raiva em animais, os matando, ele gostava de ver o sangue deles, isso fazia sua dor desaparecer e a partir da morte da sua mãe ele sempre dizia, que ao morrer o ser se torna divino, e quem as mata pode lhe dar este poder, assim eu tomei posso do bananal e ganhamos dinheiro, só que não por muito tempo, o bananal faliu e tinha que fazer algo, montamos um posto de gasolina, que nos ajudou muito.
E ai que eu entro, é ai, é ai. – falava a maldita da puta que me segurava e não deixava eu falar.
- Sim minha linda, minha filha linda trabalhava no posto, com seus 14 anos ela já era uma bela jovem, eu observava que os clientes a olhavam com outros olhos, ate que tive a idéia de prostitui-la.
- Você prostituiu sua própria filha? – perguntei espantado com dificuldade.
- Sim, e vi que dava muito lucro, todos os fregueses queriam a doce jovenzinha, queriam a possuir, ter o corpo dela o deles, logo o posto começou a encher de clientes e nossa conta subir. Não tínhamos dinheiro para manter o posto, então Thomas e Torico tiveram a idéia de seqüestrar um grupo de jovens que estavam de passagem em Valesco. E assim começou, raptaram três garotas, e com muito falar mandamos os dois garotos para Frederik. Frederik matou os dois, achando que estava fazendo o certo, e após as três garotas serem estrupadas por várias semanas, Frederik as matou também, pois os clientes queriam carne nova. – Minha garganta estava seca, eu não conseguia entender, por que, por que a mente deles eram tão perversas?
- Eu não posso acreditar, vocês matam e fazem as garotas de prostitutas para ganhar dinheiro?
- Cale-se e me deixe terminar. – E ela balança seus óculos e continua. - Pelo dinheiro ter rendido muito, começamos a raptar os turistas que passeavam por aqui, Frederik mata os garotos, as garotas são feitas de prostitutas e quando não servem mais, mandamos para Frederik a matá-las.
- Eu não posso acreditar nisto. – Eu tentava criar forças para fugir dali.
- Sim minha linda, minha filha linda trabalhava no posto, com seus 14 anos ela já era uma bela jovem, eu observava que os clientes a olhavam com outros olhos, ate que tive a idéia de prostitui-la.
- Você prostituiu sua própria filha? – perguntei espantado com dificuldade.
- Sim, e vi que dava muito lucro, todos os fregueses queriam a doce jovenzinha, queriam a possuir, ter o corpo dela o deles, logo o posto começou a encher de clientes e nossa conta subir. Não tínhamos dinheiro para manter o posto, então Thomas e Torico tiveram a idéia de seqüestrar um grupo de jovens que estavam de passagem em Valesco. E assim começou, raptaram três garotas, e com muito falar mandamos os dois garotos para Frederik. Frederik matou os dois, achando que estava fazendo o certo, e após as três garotas serem estrupadas por várias semanas, Frederik as matou também, pois os clientes queriam carne nova. – Minha garganta estava seca, eu não conseguia entender, por que, por que a mente deles eram tão perversas?
- Eu não posso acreditar, vocês matam e fazem as garotas de prostitutas para ganhar dinheiro?
- Cale-se e me deixe terminar. – E ela balança seus óculos e continua. - Pelo dinheiro ter rendido muito, começamos a raptar os turistas que passeavam por aqui, Frederik mata os garotos, as garotas são feitas de prostitutas e quando não servem mais, mandamos para Frederik a matá-las.
- Eu não posso acreditar nisto. – Eu tentava criar forças para fugir dali.
- Alo, quem fala? – Eu arregalava os olhos e não conseguia entender quem era.
- Ele está vindo para cá? – E ela continuava a falar e olhava para mim. – Eu estou com uma garota e um jovem que se chama Alan, fale para Frederik vir logo para pega-los. – E ela desliga o telefone, assim que ela desliga a prostituta fala lambendo o meu rosto,
- Frederik está vindo. – Com um ar de deboche, mas ao escutar seu nome eu não tinha escolha, consegui forças da onde eu não tinha, e com um impulso gigante a jogo de cima de mim.
- Você não deu anestesia o suficiente. – Gritou a gorda. – E pegando a poltrona do lugar a jogo na janela, quebrando a janela de vidro.
- Ele vai escapar. – Gritava a gorda sem forças de sair do lugar de tão obesa. E a loira levantando grita, pegando um vidro do chão.
- Você não vai escapar. – Eu estava tentando levantar Barbara que estava desmaiada, e não consigo desviar, e ela me acerta com o vidro em minhas costas e eu caiu no chão, não tava sentindo dor, pelo fato do meu corpo estar dormente, mas ao cair eu não consigo me levantar, minha vista escurecer e a ultima coisa que escuto é a loira falando.
- Frederik está chegando.
Fim do capitulo 7

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