sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

No mundo dos espíritos

Parte 18


- Do que você tá falando Antônia?

- Droga, vou ter que ficar por aqui. Sigam!

- Não entendi...

- Vai Adriana! AGORA!

- Antes você vai me explicar um pouco dessa loucura que temos passado na última hora!

- Tá. Vou falar o máximo que posso. Lembra aquele lance que falei de brigas entre espíritos atrair outros?

- Hum. Lembro.

- O negócio é o seguinte. A atratividade da briga, seja por espíritos oportunistas, ou por aqueles que querem destruir tanto a Avó como Slototh começou no exato momento que começaram a digladiar.

- Nossa, você fala bonito!

- Quieta Angel!

- Continuando. Eles e outros desconhecidos irão ser atraídos certamente. E a mata automaticamente vai se tornar um local amaldiçoado. Esse silêncio é mal prognóstico! É sinal que novos espíritos estão se aproximando. E alguns maus, agora vão, vou ter que proteger minha companheira!

- Como...

- Sem perguntas! Me obedeçam! Assim que a horda cair tiver folga iremos.

- Daqui algumas horas Antônia?

- Não, dias. Nós também as protegemos!

- Voltem, vocês devem proteger esse documento.

- Não, iremos ajudar também! – Esbravejava Adriana.

- Mais uma vez... NÃO! Além do documento, vocês são inexperientes! E tem mais...

- Que mistério é esse...

- Quieta, olha a estrada! Chegamos! Vão, irei voltar a ver vocês! – Falou sorrindo tristemente. - Agora tenho que ajudar a minha parceira e a ordem.

De repente um urro veio da mata, viram espíritos, pela primeira vez, flutuando para a mata. Pareciam água procurando um ralo para escoar. As duas se olharam e se perguntaram se realmente uma volta para casa vingaria a luta de pessoas tão parecidas com elas, com tanto em comum. Se essa loucura valia a pena.

Continua..

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