Ao ver aquela cena inusitada resolveram seguir Josi. Slototh mais uma vez falou para Ângela para permanecerem quietos. Os espíritos que rodeavam a enfermeira poderiam estar ali para protegê-la de ataques, isso poderia incluir o da sua desmorta “prima”.
Ela ia a caminho do querido primo de Angel, César. Chegou, alguns familiares que era de outra cidade estavam por hospedar ali por causa do triste evento.
Educadamente a moça cumprimentou a todos e junto a César retiraram em particular para o quarto. O rapaz não estava com cara de bons amigos. Iniciaram uma conversa, Angel e Slototh acompanhavam de um canto do pequeno quarto.
- Foi você, não foi? – Disse César com um olhar de repulsa. – Vamos! Me responda! Foi você que fez isso com minha prima?
- Não sei do que está falando. – Respondeu com uma voz fria.
- Claro que foi! Olha como você me respondeu.
- Não grite, a casa está cheia.
- E daí?! Não banque a cínica comigo! Por favor...pensei que estava tudo bem entre a gente! Mas foi a Ângela morrer e você se aproveita da desgraça e estraga o rosto da garota, ela era realmente um anjo! Uma pessoa do bem, nunca interferiu em nada entre a gente. Tudo por causa do seu ciúme doentio! – Foi as lágrimas.
- Ainda não sei do que você está falando, se foi por causa do enterro eu estava de plantão, esqueceu? – Disse já com uma voz um pouco desconcertante.
- Pois bem. – César havia encostado na janela olhando para o horizonte. – Suma daqui. Suma da minha vida.
- Mas...
- Eu falei AGORA!
Ela ia a caminho do querido primo de Angel, César. Chegou, alguns familiares que era de outra cidade estavam por hospedar ali por causa do triste evento.
Educadamente a moça cumprimentou a todos e junto a César retiraram em particular para o quarto. O rapaz não estava com cara de bons amigos. Iniciaram uma conversa, Angel e Slototh acompanhavam de um canto do pequeno quarto.
- Foi você, não foi? – Disse César com um olhar de repulsa. – Vamos! Me responda! Foi você que fez isso com minha prima?
- Não sei do que está falando. – Respondeu com uma voz fria.
- Claro que foi! Olha como você me respondeu.
- Não grite, a casa está cheia.
- E daí?! Não banque a cínica comigo! Por favor...pensei que estava tudo bem entre a gente! Mas foi a Ângela morrer e você se aproveita da desgraça e estraga o rosto da garota, ela era realmente um anjo! Uma pessoa do bem, nunca interferiu em nada entre a gente. Tudo por causa do seu ciúme doentio! – Foi as lágrimas.
- Ainda não sei do que você está falando, se foi por causa do enterro eu estava de plantão, esqueceu? – Disse já com uma voz um pouco desconcertante.
- Pois bem. – César havia encostado na janela olhando para o horizonte. – Suma daqui. Suma da minha vida.
- Mas...
- Eu falei AGORA!
Saiu sem dizer nada. A culpa estava estampada na cara, Josi caminhou rapidamente até um pequeno jardim que havia algumas quadras abaixo. Sentou em um banco, acendeu um cigarro e começou a sussurrar pra si mesma:
- Ah César...você ainda vai ser meu, fique tranqüilo, tenho meu meios. Não matei a vaca da sua prima, mas sacaneei com ela no necrotério hihihihihi...bem feito! Se eu soubesse que ela iria morrer tinha feito algum encanto de selamento nela. A dias ando trabalhando num encanto pra ela, que pelo visto não vou precisar mais. E outro pra aquela amiga dela a Adriana, a garota foi parar num sanatório hihihihi. Tudo não poderia estar melhor! – Deu uma forte tragada no cigarro.
Ângela e Slototh que ainda estavam a seguindo ouviam tudo barbarizados. Inconformada o jovem espírito começou a tagarelar:
- Filha da puta, ouviu o que essa piranha falou? Se eu estivesse viva eu a estripava!!! Puta que pariu, foi ela que me profanou! Meu pai, minha mãe...minha família! Se já não bastasse o tanto que estão sofrendo pela minha morte, vem essa desgraçada e fode com o meu rosto só pra aumentar o desgosto dos pobres! Ai se eu pudesse...e a Adriana então deve estar desesperada!
- Ah César...você ainda vai ser meu, fique tranqüilo, tenho meu meios. Não matei a vaca da sua prima, mas sacaneei com ela no necrotério hihihihihi...bem feito! Se eu soubesse que ela iria morrer tinha feito algum encanto de selamento nela. A dias ando trabalhando num encanto pra ela, que pelo visto não vou precisar mais. E outro pra aquela amiga dela a Adriana, a garota foi parar num sanatório hihihihi. Tudo não poderia estar melhor! – Deu uma forte tragada no cigarro.
Ângela e Slototh que ainda estavam a seguindo ouviam tudo barbarizados. Inconformada o jovem espírito começou a tagarelar:
- Filha da puta, ouviu o que essa piranha falou? Se eu estivesse viva eu a estripava!!! Puta que pariu, foi ela que me profanou! Meu pai, minha mãe...minha família! Se já não bastasse o tanto que estão sofrendo pela minha morte, vem essa desgraçada e fode com o meu rosto só pra aumentar o desgosto dos pobres! Ai se eu pudesse...e a Adriana então deve estar desesperada!
- Nossa quanto palavrão garota! Essa garota é má, te avisei. Ela deve manjar de magia negra, vamos cair fora daqui. E você se acalmar...
- AINDA NÃO!
- Er...hum, tá. – Slototh olhou para ela percebendo que a recém desencarnada estava totalmente fora de si, tamanho a ódio que emanava. – Então me explica os porquês de sua amiga estar nesse estado. – Tentava desviar o assunto.
- É o seguinte, eu não acreditava em espíritos. Bom, até virar um. A Adriana e a família dela são espíritas e ela se dizia mediúnica, que via espíritos e coisa e tal. Vivia me deixando com medo! “Tem um Ciclano assim e assado ali na porta!”, “Vi um vulto na janela!”. Ela falava isso direto e eu me borrava toda. Agora to começando a sacar...aposto que ela colocou uns espíritos aos montes atrás da minha amiga e eles acabaram endoidando ela!
- É bem possível... – Analisava Slototh. – Se ela possue esse dom, ela pode ser assombrada facilmente por almas torturadas e maléficas e...
- AINDA NÃO!
- Er...hum, tá. – Slototh olhou para ela percebendo que a recém desencarnada estava totalmente fora de si, tamanho a ódio que emanava. – Então me explica os porquês de sua amiga estar nesse estado. – Tentava desviar o assunto.
- É o seguinte, eu não acreditava em espíritos. Bom, até virar um. A Adriana e a família dela são espíritas e ela se dizia mediúnica, que via espíritos e coisa e tal. Vivia me deixando com medo! “Tem um Ciclano assim e assado ali na porta!”, “Vi um vulto na janela!”. Ela falava isso direto e eu me borrava toda. Agora to começando a sacar...aposto que ela colocou uns espíritos aos montes atrás da minha amiga e eles acabaram endoidando ela!
- É bem possível... – Analisava Slototh. – Se ela possue esse dom, ela pode ser assombrada facilmente por almas torturadas e maléficas e...
Ângela nem dava atenção ao que seu novo amigo falava. Observava Josi dar suas últimas baforadas de seu cigarro e gritou pulando pra cima da viva dizendo:
- EU VOU ACABAR COM ELA!
Em vão a atravessou por completo, e se pôs a observá-la novamente. Slototh implorava para que ela parasse com aquilo antes que fosse tarde. No desespero Angel começou a conseguir mover pedras e jogá-las em Josi. A mesma saiu correndo do local até uma esquina próxima, se refugiando em um bar.
Adentrando no banheiro do mesmo começou a esbravejar:
- Ah...ai que dor! O espírito da desgraçada então está me perseguindo! Vou dar um jeito nisso já!
- EU VOU ACABAR COM ELA!
Em vão a atravessou por completo, e se pôs a observá-la novamente. Slototh implorava para que ela parasse com aquilo antes que fosse tarde. No desespero Angel começou a conseguir mover pedras e jogá-las em Josi. A mesma saiu correndo do local até uma esquina próxima, se refugiando em um bar.
Adentrando no banheiro do mesmo começou a esbravejar:
- Ah...ai que dor! O espírito da desgraçada então está me perseguindo! Vou dar um jeito nisso já!
Retirando um dos livros negros da sua bolsa começou a recitar versos em latim. E disse em voz baixa:
- Agora a sigam!
Enquanto isso Slototh e Ângela permaneciam no pequeno jardim:
- Tá maluca garota? Se ela perceber que for você ela pode retalhar!
- Não me importa! Ela merecia aquilo!
- O como você conseguiu fazer isso mas... – Slototh desviou seu olhar de Angel e paralisado espreitava longe.
- Slototh? Tem alguém aí?
- Ah não...vem! Vamos para o hospital AGORA!
- Não me puxa! O que foi?
- A tal Josi...ela mandou mandou os dois Poltergeists que a rodeavam atrás da gente, eles estão nos observando daquela esquina, vamos!
- Agora a sigam!
Enquanto isso Slototh e Ângela permaneciam no pequeno jardim:
- Tá maluca garota? Se ela perceber que for você ela pode retalhar!
- Não me importa! Ela merecia aquilo!
- O como você conseguiu fazer isso mas... – Slototh desviou seu olhar de Angel e paralisado espreitava longe.
- Slototh? Tem alguém aí?
- Ah não...vem! Vamos para o hospital AGORA!
- Não me puxa! O que foi?
- A tal Josi...ela mandou mandou os dois Poltergeists que a rodeavam atrás da gente, eles estão nos observando daquela esquina, vamos!
- Mandou? Então eles estavam sendo controlados?
- Para o azar dela sim. Agora para de falar e vem!
Assim que começaram a correr, os dois Poltergeists se puseram a ir atrás. Por motivos óbvios Slototh corria pela cidade sem conhecê-la, ia por lugares que se lembrava de décadas atrás. Angel demonstrado um bom grau de confiança no novo amigo, simplesmente o seguia sem questionar. O demônio fugia por razões necessárias, batalhas entre espíritos independente do vencedor, se tornam lugares malditos.
Casas mal assombradas ou que possuem ações de Poltergeists e até possessões demoníacas geralmente são levadas a esse ponto por brigas entre entidades pela posse do local. Geralmente elas ocorrem entre espíritos vingativos que são aqueles que perseguem famílias ou determinada pessoa e espíritos antigos que ainda vagam pela Terra a fim de destruir qualquer rastro de felicidade em um local por simples prazer ou por objetivos escusos.
E continuando a correr e se esbarrando em almas que vagam e desviando das pessoas nas ruas chegaram a um beco.
- Para o azar dela sim. Agora para de falar e vem!
Assim que começaram a correr, os dois Poltergeists se puseram a ir atrás. Por motivos óbvios Slototh corria pela cidade sem conhecê-la, ia por lugares que se lembrava de décadas atrás. Angel demonstrado um bom grau de confiança no novo amigo, simplesmente o seguia sem questionar. O demônio fugia por razões necessárias, batalhas entre espíritos independente do vencedor, se tornam lugares malditos.
Casas mal assombradas ou que possuem ações de Poltergeists e até possessões demoníacas geralmente são levadas a esse ponto por brigas entre entidades pela posse do local. Geralmente elas ocorrem entre espíritos vingativos que são aqueles que perseguem famílias ou determinada pessoa e espíritos antigos que ainda vagam pela Terra a fim de destruir qualquer rastro de felicidade em um local por simples prazer ou por objetivos escusos.
E continuando a correr e se esbarrando em almas que vagam e desviando das pessoas nas ruas chegaram a um beco.
Continua..
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