Morte, Sangue e Frederik
- Eu estava acordando mais não me lembrava quando tinha ido dormir, comecei a abrir os olhos e a escuridão que me consumia ia sumindo abrindo espaço para uma pequena luz, poderia eu não ter sequer aberto os olhos, pois a cena era aterrorizante, a primeira coisa que vi foi meu amigo de infância com sua cabeça entre um longo e afiado ferro, seu sangue escorria pelo chão formando traços de morte, eu não sabia o que fazer, meu corpo estava todo dolorido, meus braços estavam amarrados com um fino arame que quanto mais eu puxava mais ele apertava, estava desesperado comecei a me arrastar ao chão, olhei para o lado e não conseguia acreditar que ele estava morto, na sala um cheiro horrível de podridão, muitos instrumentos de tortura, eu não sabia o que pensar, só lembrava que estava no carro, fugindo desesperadamente e ele bateu. Ao chão eu olhava seus olhos que chamuscavam dor, como alguém poderia matá-lo desta forma? Escutei um barulho de passos firmes, estava se aproximando e a enorme porta de ferro é aberta, sua aparência era horrível, o que ele pensa fazer, será que foi ele quem nos trouxe aqui? Por que este homem esta fazendo isso? Eu quero sair daqui. SOCORRO!
Aos poucos fui me lembrando de tudo, daqueles malditos homens e de tudo que eles estavam fazendo, devia ter me esquecido devido à grande ferida que estava na minha cabeça. Eu estava sangrando e doía, mas não conseguia me lembrava daquele homem que entrava na sala, o que ele é? Sua aparência me dava calafrios e era completamente diferente dos desgraçados que trouxeram-nos aqui. Este homem tinha longos cabelos espalhados e armados, vestia um longo capuz todo furado e gasto, que ia quase ate seus pés, e sobre sua fase uma espécie de mascara feita de couro, estava velha e pintada de branco. Eu olhava pro lado desesperado não via saída, o Homem horripilante foi se aproximando.
- O que você quer? Saia de perto de mim me solte! Solte-me. - Ele me pegou do chão e com uma grande força me jogou em uma maca, pegou no meu rosto e olhou fixamente em meus olhos, minhas pernas tremiam, por segundos eu não consegui ao menos respirar de tanto medo.
- Por favor, não me mate, não me mate. – Estava implorando por minha vida, mas ele não falava nada só manterá seu olhar amedrontador, ele se vira e pega um bisturi pequeno e sujo de sangue, juntamente com uma caneta preta e velha, não sabia o que ele estava planejando, mas coisa boa não era, sem mais começa a desenhar um circulo no meu rosto que ia de ponta a ponta contornando minha fase, logo me desesperei, e me passou o que ele poderia estar querendo fazer.
- Você não esta pensando em cortar meu rosto? Por favor, não faça isso não, NAOOOO!
Ele pega o bisturi e aproxima do meu rosto e perfura a parte de baixo próximo ao meu queixo, eu não acreditava no que ele estava fazendo, comecei a me rebater de dor, mas com seu peso enorme ele fixa meu corpo na maca, a dor era muito grande ele estava perfurando meu rosto, e inesperadamente uma voz grita por cima do teto.
- Frederik, temos mais um presentinho pra você, venha aqui. - Com certeza era Thomas aquele desgraçado, o homem joga o bisturi no chão e sai da sala fechando a porta e me deixando sozinho.
Eu me senti aliviado, se Frederik não saísse naquele momento agora eu estava morto. Tentei me levantar só que não consegui, apenas conseguia mexer as pernas e é onde encontro uma serra, mas não conseguia alcançá-la então levantei minha perna e com dificuldade consegui me virar e pegar a serra com os pés e com um impulso jogo ela para perto de mim. Ela cai perto de minhas mãos eu pego e começo a serrar os arames, era muito difícil mais na hora conseguimos forças, cortei os arames e me soltei.
Eu me senti aliviado, se Frederik não saísse naquele momento agora eu estava morto. Tentei me levantar só que não consegui, apenas conseguia mexer as pernas e é onde encontro uma serra, mas não conseguia alcançá-la então levantei minha perna e com dificuldade consegui me virar e pegar a serra com os pés e com um impulso jogo ela para perto de mim. Ela cai perto de minhas mãos eu pego e começo a serrar os arames, era muito difícil mais na hora conseguimos forças, cortei os arames e me soltei.
Sentia um dor enorme nas mãos e na cabeça, minhas mãos estavam muito machucadas e minha cabeça latejava, não me importei com nada só parei na frente dele, meus joelhos tremiam e meus olhos tentavam negar o que eu estava vendo, era Marcus.
- Ah não meus Deus, por que você teve que morrer deste jeito? – Ajoelhei enfrente á ele e não conseguir evitar, com um berro calado eu me acabo em lagrimas, queria gritar, queria que todos ouvissem minha dor, mas não consegui, minha voz não sai de tanto medo que eu sentia. Enxugando um pouco das lagrimas chego mais perto dele
Era absurdamente medonho, Marcus estava sem um de seus pés seu braço esquerdo estava dilacerado sem a pele, e em sua cabeça uma enorme estaca de ferro que atravessava de trás para frente. Não conseguia ficar olhando, só imaginava a dor que ele sentiu a ser torturado, e que eu era o próximo.
Sai de perto do seu corpo e comecei a andar pelo cômodo tentando achar uma saída, ao meio do cheiro extremamente forte, havia vidros com pedaço de carnes provavelmente de vitimas daqueles maníacos. Senti um incômodo vindo de minhas costas ela estava ardendo e sangrando, sem esperar coloco a mão sobre ela e vejo que estava mesmo sangrando, então pego um espelho que achei e me viro para tentar ver o que era, e me assustei e lembrei. Era aquele numero que Thomas havia feito em nossas costas, o meu era 32, então uma coisa veio a minha cabeça, e eu rapidamente corro para ver o corpo de Marcus e em suas costas o numero era 31.
- Que merda é essa, ele esta nos matando em ordem? Então isso que dizer que Rique ainda esta vivo. – Estava com esperança de achá-lo e ao mesmo tempo desesperado pela insanidade destes maníacos.
Comecei a correr pelo cômodo e no fundo havia uma porta e a abro, infelizmente não era uma saída e sim um banheiro, dentro dele um boxe e uma banheira, escutei gemidos e comecei a andar em direção bem devagar, com medo do que ia encontrar, mas decidido em achar Rique eu abro o Boxe, e logo o vejo caído dentro da banheira, ele estava mergulhado com uma água vermelha provavelmente tingida com seu próprio sangue.
- Rique você esta bem? Fale-me vamos, fale alguma coisa. - E ele me responde meio sonolento, com sangue que escorria sem parar de seu nariz e boca.
- Meus braços e pernas estão amarrados, eu estou com frio.
- Espere vou te soltar. - Eu o desamarrei e tirei da banheira, com dificuldade Rique levanta e eu o arrastando no chão o tiro do banheiro;
- Onde estamos que merda toda é essa, cadê o Marcus? Ultima coisa que lembro foi que estávamos fugindo e ele havia sido capturado.
- Rique você pode não agüentar ver isso. – Levantei Rique do chão e caminhando com dificuldade o levo ate Marcus. - Olhe! – Rique se vira e como esperado ele fica sem reação e segurando meu braço ele aperta falando baixo.
- O que, é o Marcus, ele esta morto? Não pode ser, por que os filhos da puta o mataram, olha eles despedaçaram seu corpo como poderiam fazer uma coisa assim? – Seu desespero foi tomado pelo seu corpo, e a um segundo que estava sem forças, ele já tinha recuperado
- Se não sairmos daqui nós vamos ser os próximos, ali tem uma maçaneta vamos puxá-la, pode ser alguma saída.
- Sim Alan, mas quero acabar com a raça desses assassinos não tinham o direito de matar Marcus assim. – Nos aproximamos da porta e Rique puxa a maçaneta. Para o nosso azar não era uma saída e sim uma porta para o inferno, o que eu quis dizer é que era um pesadelo olhar aquilo.
- Alan o que significa isso?
- Não sei mais o que pensar Rique. - Abrimos aquela porta e saímos em outro quarto, mas parecia um frigorífico humano.
- Rique você esta bem? Fale-me vamos, fale alguma coisa. - E ele me responde meio sonolento, com sangue que escorria sem parar de seu nariz e boca.
- Meus braços e pernas estão amarrados, eu estou com frio.
- Espere vou te soltar. - Eu o desamarrei e tirei da banheira, com dificuldade Rique levanta e eu o arrastando no chão o tiro do banheiro;
- Onde estamos que merda toda é essa, cadê o Marcus? Ultima coisa que lembro foi que estávamos fugindo e ele havia sido capturado.
- Rique você pode não agüentar ver isso. – Levantei Rique do chão e caminhando com dificuldade o levo ate Marcus. - Olhe! – Rique se vira e como esperado ele fica sem reação e segurando meu braço ele aperta falando baixo.
- O que, é o Marcus, ele esta morto? Não pode ser, por que os filhos da puta o mataram, olha eles despedaçaram seu corpo como poderiam fazer uma coisa assim? – Seu desespero foi tomado pelo seu corpo, e a um segundo que estava sem forças, ele já tinha recuperado
- Se não sairmos daqui nós vamos ser os próximos, ali tem uma maçaneta vamos puxá-la, pode ser alguma saída.
- Sim Alan, mas quero acabar com a raça desses assassinos não tinham o direito de matar Marcus assim. – Nos aproximamos da porta e Rique puxa a maçaneta. Para o nosso azar não era uma saída e sim uma porta para o inferno, o que eu quis dizer é que era um pesadelo olhar aquilo.
- Alan o que significa isso?
- Não sei mais o que pensar Rique. - Abrimos aquela porta e saímos em outro quarto, mas parecia um frigorífico humano.
- Não vou entrar ai. - Quando eu exclamei isso, Rique fala com uma voz tremula.
- Alan você não viu o que fizeram com o Marcus, acabaram com ele e se não procurarmos uma saída vamos morrer, você quer morrer? Hã responda. - Abaixei a cabeça e respondi que não, logo entramos na sala. Aquilo era horrível uma imagem que nunca vou tirar da minha cabeça, era muito sangue no chão e mesas, pedaços de corpos pendurados, potes com olhos e dentes, no fundo havia três banheiras cobertas de água e uma delas estava com um braço aparecendo por fora, parecia um braço de uma garota.
- Alan é horrível isso tudo, por que eles matam as pessoas?
- Não sei, é tudo tão maligno que não consigo achar uma explicação, mas olhe naquela banheira tem um corpo. - Fui olhando para o braço que estava para fora da banheira e quando cheguei bem perto reconheci uma pulseira que estava com o corpo.
- NÃO PODE SER RIQUE. – Gritei caindo para trás
- O que foi?
- Olha aquela pulseira, é da Carla. – Não conseguia acreditar no que via, Carla que eu achava que estava curtindo a festa sem mim, estava morta perante aos meus olhos, eu não conseguia entender mais nada
- Como da Carla, não pode ser ela, como ela pararia num lugar como este, ela esta muito longe daqui.
- Me ajude a puxar o corpo para fora da banheira, vai ajude-me
- Tudo bem. - Eu e Rique puxamos o corpo e ele cai no chão, nos dois gelamos ao ver, sim era Carla, ela estava com um corte que rodeava sua cabeça, estava completamente nua.
- Que merda Alan como esses filhos da puta pegaram a Carla?
- Isso é o de menos Rique mais o pior é que ela esta morta, eu não estou acreditando - Meu medo foi tornando mais intenso, dois amigos estavam brutalmente mortos, o que eu poderia fazer, no meio do desespero e do escuro que consumia aquela sala eu vi uma pequena luz entre caixas.
- Rique olhe uma luz. – Apontei com o dedo.
- Alan você não viu o que fizeram com o Marcus, acabaram com ele e se não procurarmos uma saída vamos morrer, você quer morrer? Hã responda. - Abaixei a cabeça e respondi que não, logo entramos na sala. Aquilo era horrível uma imagem que nunca vou tirar da minha cabeça, era muito sangue no chão e mesas, pedaços de corpos pendurados, potes com olhos e dentes, no fundo havia três banheiras cobertas de água e uma delas estava com um braço aparecendo por fora, parecia um braço de uma garota.
- Alan é horrível isso tudo, por que eles matam as pessoas?
- Não sei, é tudo tão maligno que não consigo achar uma explicação, mas olhe naquela banheira tem um corpo. - Fui olhando para o braço que estava para fora da banheira e quando cheguei bem perto reconheci uma pulseira que estava com o corpo.
- NÃO PODE SER RIQUE. – Gritei caindo para trás
- O que foi?
- Olha aquela pulseira, é da Carla. – Não conseguia acreditar no que via, Carla que eu achava que estava curtindo a festa sem mim, estava morta perante aos meus olhos, eu não conseguia entender mais nada
- Como da Carla, não pode ser ela, como ela pararia num lugar como este, ela esta muito longe daqui.
- Me ajude a puxar o corpo para fora da banheira, vai ajude-me
- Tudo bem. - Eu e Rique puxamos o corpo e ele cai no chão, nos dois gelamos ao ver, sim era Carla, ela estava com um corte que rodeava sua cabeça, estava completamente nua.
- Que merda Alan como esses filhos da puta pegaram a Carla?
- Isso é o de menos Rique mais o pior é que ela esta morta, eu não estou acreditando - Meu medo foi tornando mais intenso, dois amigos estavam brutalmente mortos, o que eu poderia fazer, no meio do desespero e do escuro que consumia aquela sala eu vi uma pequena luz entre caixas.
- Rique olhe uma luz. – Apontei com o dedo.
- Vamos rápido deve ser uma saída. - Corremos e subimos nas prateleiras, entre as caixas que estavam encostadas nas paredes, havia uma pequena janela.
- Esta trancada, Rique pule e pegue alguma coisa para quebrarmos. - Rique pulou da prateleira e ficou procurando algo, se posicionou em frente a um corpo de uma mulher que estava pendurado, a mulher estava pela metade, e um machado estava cravado em seu corpo mutilado, observei, achei que Rique não teria coragem de tirar o machado do corpo, mas com um impulso ele retira.
- Deus me perdoe, mas eu quero sair logo daqui. – Ele pega o machado e me entrega, mas em meio ao silencio escutamos um rugido de porta. - Rápido! Alan quebre a janela, vem alguém, vou fechar a porta dessa sala. - Eu peguei o machado e Rique correu para porta e com muita dificuldade puxou uma mesa e colocou sobre a porta a trancando. Fui quebrando a janela e Rique veio se aproximando de mim quando, sem mais a porta é brutalmente empurrada e só não abriu por que ela se encostou a parede dando mais tempo para nós.
- Que porra é essa. - Rique se assusta quando vê o rosto de Frederik.
- Vamos, ele foi quem matou todos aqui, se não sairmos à mesa não agüentará. - Consegui quebrar a janela fui saindo, Rique corre rapidamente para sair quando a porta se abre e Frederik invade a sala com uma fúria assustadora.
- Rápido, Rique ele entrou vamos, suba.
- Que merda to tentando. - Rique estava quase fora quando Frederik puxa suas pernas.
- Ele pego minha perna esta me puxando. - Sem pensar puxo os braços de Rique com tanta força que nem sei da onde surgiu.
- O filho da mãe é muito forte me ajude também Rique. - E ele começa a dar vários chutes na cara de Frederik que o solta, gritando e Rique cai pra fora.
- E agora o que fazemos, Rique ele já não esta mais na sala provavelmente já esta vindo aqui nos matar.
- Esta trancada, Rique pule e pegue alguma coisa para quebrarmos. - Rique pulou da prateleira e ficou procurando algo, se posicionou em frente a um corpo de uma mulher que estava pendurado, a mulher estava pela metade, e um machado estava cravado em seu corpo mutilado, observei, achei que Rique não teria coragem de tirar o machado do corpo, mas com um impulso ele retira.
- Deus me perdoe, mas eu quero sair logo daqui. – Ele pega o machado e me entrega, mas em meio ao silencio escutamos um rugido de porta. - Rápido! Alan quebre a janela, vem alguém, vou fechar a porta dessa sala. - Eu peguei o machado e Rique correu para porta e com muita dificuldade puxou uma mesa e colocou sobre a porta a trancando. Fui quebrando a janela e Rique veio se aproximando de mim quando, sem mais a porta é brutalmente empurrada e só não abriu por que ela se encostou a parede dando mais tempo para nós.
- Que porra é essa. - Rique se assusta quando vê o rosto de Frederik.
- Vamos, ele foi quem matou todos aqui, se não sairmos à mesa não agüentará. - Consegui quebrar a janela fui saindo, Rique corre rapidamente para sair quando a porta se abre e Frederik invade a sala com uma fúria assustadora.
- Rápido, Rique ele entrou vamos, suba.
- Que merda to tentando. - Rique estava quase fora quando Frederik puxa suas pernas.
- Ele pego minha perna esta me puxando. - Sem pensar puxo os braços de Rique com tanta força que nem sei da onde surgiu.
- O filho da mãe é muito forte me ajude também Rique. - E ele começa a dar vários chutes na cara de Frederik que o solta, gritando e Rique cai pra fora.
- E agora o que fazemos, Rique ele já não esta mais na sala provavelmente já esta vindo aqui nos matar.
- Esta vendo aquela floresta logo na frente da cabana, eu vou correr ate não poder mais, e ele correrá atrás de mim, e você aproveita pra pegar as meninas.
- não vamos ficar todos juntos, você não viu o que ele fez com Marcus e a Carla?
- Pare com isso, é o único jeito de separar ele da cabana.
- Está bem mais cuidado.
- Agora se esconda, escutei algo. - Eu corri e me deitei entre um vão que tinha na cabana para me esconder, e
Rique começou a correr, fiquei olhando ate ele sumir no meio da mata, e logo em seguida vejo Frederik, meu sangue congelou, fique olhando não conseguia desviar o olhar, ate que ele olha na direção que Rique corria e vai atrás.
Esperei ele desaparecer no meio das arvores, torcia para que Rique ficasse bem, tudo que queria era resgatar Elisa e Dani e fugir, comecei a pensar
“ - Eu me imagino morrendo nas mãos deles, e imagino a dor que foi para Marcus, não queria que fosse assim, bem que meu pai falou pra mim não sair de casa, só queria curtir a viagem com os amigos e passar um fim de semana fora e acaba nisso ”
Logo me levantei e comecei a caminhar cuidadosamente para dentro da cabana, escutava gemidos e choros provavelmente as garotas.
- Aqueles dois ainda estão ai dentro, alem daquele monstro do Frederik tenho que me preocupar com Thomas e seu irmão, mais foda-se, vou salva-las de qualquer maneira não deixarei que morram como Marcus morreu.
Fui entrando na casa e logo avisto uma escada fui subindo devagar, os degraus velhos e acabados iam rangido conforme eu pisava, era sombrio o ar que eu respirava dentro daquela casa, ela cheirava morte, foi quando vejo quatro portas e uma delas aberta, logo me aproximei devagar e entrei na que estava aberta, era um quarto, dentro só havia um colchão e no chão muitas garrafas de bebidas e junto a elas seringas de drogas espalhadas por todo lugar. Sai do quarto, estava escutando um pequeno barulho de choro em ultimo cômodo, abri a porta devagar e me assusto com a cena
- não vamos ficar todos juntos, você não viu o que ele fez com Marcus e a Carla?
- Pare com isso, é o único jeito de separar ele da cabana.
- Está bem mais cuidado.
- Agora se esconda, escutei algo. - Eu corri e me deitei entre um vão que tinha na cabana para me esconder, e
Rique começou a correr, fiquei olhando ate ele sumir no meio da mata, e logo em seguida vejo Frederik, meu sangue congelou, fique olhando não conseguia desviar o olhar, ate que ele olha na direção que Rique corria e vai atrás.
Esperei ele desaparecer no meio das arvores, torcia para que Rique ficasse bem, tudo que queria era resgatar Elisa e Dani e fugir, comecei a pensar
“ - Eu me imagino morrendo nas mãos deles, e imagino a dor que foi para Marcus, não queria que fosse assim, bem que meu pai falou pra mim não sair de casa, só queria curtir a viagem com os amigos e passar um fim de semana fora e acaba nisso ”
Logo me levantei e comecei a caminhar cuidadosamente para dentro da cabana, escutava gemidos e choros provavelmente as garotas.
- Aqueles dois ainda estão ai dentro, alem daquele monstro do Frederik tenho que me preocupar com Thomas e seu irmão, mais foda-se, vou salva-las de qualquer maneira não deixarei que morram como Marcus morreu.
Fui entrando na casa e logo avisto uma escada fui subindo devagar, os degraus velhos e acabados iam rangido conforme eu pisava, era sombrio o ar que eu respirava dentro daquela casa, ela cheirava morte, foi quando vejo quatro portas e uma delas aberta, logo me aproximei devagar e entrei na que estava aberta, era um quarto, dentro só havia um colchão e no chão muitas garrafas de bebidas e junto a elas seringas de drogas espalhadas por todo lugar. Sai do quarto, estava escutando um pequeno barulho de choro em ultimo cômodo, abri a porta devagar e me assusto com a cena
Dani estava amarrada e amordaçada, estava completamente nua, dentre suas pernas muito sangue escorria, corri para ajudar.
- Dani você esta bem, vou te tirar daqui.
- Alan, é você mesmo, me tire daqui, por favor, me tira eu quero sair, não quero ficar aqui. - Ela me abraça forte.
- O que aqueles desumanos fizeram, eles abusaram de você? – o meu sangue subiu a cabeça quando vi Daniella violentada e jogada como um animal, queria matar todos era a minha vontade maior.
- Sim Alan, eles se aproveitaram e depois me bateram e me amarraram junto com a Barbara.
- Barbara está aqui? – Fiquei gélido, e agora sabia por que Carla estava morta.
- Sim ela esta dentro daquele guarda-roupa. - Corri abri o guarda-roupa, e ela encontrava-se no mesmo estado que Dani, tirei ela de lá, e a sentei na ama, logo as duas vestiram suas roupas e Barbara começou a falar.
- Eu não sei direito o que aconteceu Alan, estava eu a Carla e mais dois garotos, nós se afastamos da fazenda entramos na floresta e um Homem horrível nos atacou.
- Espera ai, você ta falando que Frederik te pegou perto da festa?
- Sim, foi o que aconteceu
- Dani cadê a Elisa?
- Eles a levaram no porão, depois que aproveitou de mim e da Barbara ele pegou ela.
- Não pode ser aqueles covardes sem alma, vamos salva-la e depois tentaremos achar o caminho pra fazenda, juntos vamos sair dessa.
Fim do capitulo 5
- Dani você esta bem, vou te tirar daqui.
- Alan, é você mesmo, me tire daqui, por favor, me tira eu quero sair, não quero ficar aqui. - Ela me abraça forte.
- O que aqueles desumanos fizeram, eles abusaram de você? – o meu sangue subiu a cabeça quando vi Daniella violentada e jogada como um animal, queria matar todos era a minha vontade maior.
- Sim Alan, eles se aproveitaram e depois me bateram e me amarraram junto com a Barbara.
- Barbara está aqui? – Fiquei gélido, e agora sabia por que Carla estava morta.
- Sim ela esta dentro daquele guarda-roupa. - Corri abri o guarda-roupa, e ela encontrava-se no mesmo estado que Dani, tirei ela de lá, e a sentei na ama, logo as duas vestiram suas roupas e Barbara começou a falar.
- Eu não sei direito o que aconteceu Alan, estava eu a Carla e mais dois garotos, nós se afastamos da fazenda entramos na floresta e um Homem horrível nos atacou.
- Espera ai, você ta falando que Frederik te pegou perto da festa?
- Sim, foi o que aconteceu
- Dani cadê a Elisa?
- Eles a levaram no porão, depois que aproveitou de mim e da Barbara ele pegou ela.
- Não pode ser aqueles covardes sem alma, vamos salva-la e depois tentaremos achar o caminho pra fazenda, juntos vamos sair dessa.
Fim do capitulo 5
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